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“A maior profissão da terra”: 6 mães divulgando os benefícios do papel de mãe

 

Rebecca Millette

CINCINNATI, Ohio, EUA, 4 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Estas seis mães não só têm 44 filhos entre si, mas elas são mulheres belas, vibrantes e trabalhadoras, ocupadas na missão de divulgar a beleza do que elas consideram “a maior profissão da terra”: o papel de mãe.

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Os membros da equipe ‘Falando do Papel de Mãe’

Juntadas pela dinâmica líder pró-vida e mãe de nove filhos, Jenn Giroux, essas seis mulheres começaram a viajar pelos Estados Unidos em fevereiro de 2010, com uma apresentação que elas chamam de “Falando do Papel de Mãe”. Elas dão testemunho para mulheres em faculdades, em conferências femininas e até em colégios, apresentando uma perspectiva “contracultural” do papel de mãe.

Fundadora e ex-diretora executiva de Human Life International America e fundadora da Associação de Famílias Grandes (AFG), a enfermeira diplomada Jenn Giroux possui vários títulos, mas considera seu papel de mãe como a realização suprema. Conhecida por suas palestras e artigos sobre os danos espirituais e físicos da contracepção, o plano de Giroux para as apresentações “Falando do Papel de Mãe” evoluiu a partir de suas palestras públicas.

“Há uma necessidade imensa no mundo de mostrarmos o lado positivo do papel das mães e mais uma vez elevar o papel das mães ao respeito que merece”, Giroux disse numa entrevista telefônica para LifeSiteNews.com enquanto estava viajando com suas cinco amigas para um compromisso de palestra. “É a maior profissão da terra para as mulheres e tem sido completamente denegrida pelo movimento feminista”.

“Falando do Papel de Mãe” teve sua apresentação de estreia na cidade de Notre Dame em fevereiro passado. Desde então, as seis mães realizaram reuniões em Missouri, Nebraska e Indiana e suas próximas reuniões estão agendadas para Ohio, Kansas e Washington. “Tentamos ir a todos os lugares para onde somos convidadas”, disse Giroux, que recentemente começou comercializar as palestras.

“Falando do Papel de Mãe”

“Uma das coisas mais engraçadas”, Giroux relata, são as imensas fotos ampliadas de suas famílias que as seis mães colocam em tripés durante suas palestras. “Levamos essas coisas imensas”, ela ri, “mas é estupenda a resposta que obtemos por causa das fotos”.

“Queremos que as outras mulheres vejam os quadros visuais belos de nossos filhos”, disse Giroux, que declarou que muitas vezes compartilha, em tom de brincadeira, com a audiência o número de partos naturais e cesáreos de que as seis mães se gabam.

A líder pró-vida começa a apresentação falando dos danos espirituais e físicos da contracepção. “A maioria das meninas não ouve falar disso”, disse Giroux, falando dos comprovados e elevados riscos de maior incidência de câncer de mama como consequência dos anticoncepcionais. “É importante que as mulheres e meninas novas ouçam isso”.

“Nossa geração está completamente cheia de mágoas e remorso pós-anticoncepcional”, disse ela. “Ficamos sem fôlego em nossa primeira palestra com o grande número de mulheres que se identificou com o que estávamos dizendo… queremos dar testemunho para a geração mais nova de mulheres, de modo que elas não repitam nossos erros”.

Embora Giroux inicie as palestras falando acerca da contracepção, a maioria da apresentação consiste em testemunhos pessoais das mães, nenhuma das quais é palestrante profissional.

Uma mãe reconta como ela foi informada na mesa do parto com seu segundo bebê que nem ela nem o bebê provavelmente sobreviveriam. Tanto a mãe quanto seu bebê viveram. Mais tarde, ela recusou o conselho do médico para ter uma ligadura de trompas e prosseguiu tendo mais sete filhos.

No testemunho de outra mãe, ela diz de sua escolha de ter uma ligadura de trompas com a idade de 26 anos. Ela então “vai contando os detalhes de seu testemunho de remorsos” que terminou numa reversão da operação e o nascimento de seu menino depois de três filhas.

A apresentação busca mostrar os aspectos belos e positivos do papel de mãe que se perderam na sociedade, disse Giroux. “Precisamos realmente mostrar-lhes a beleza dos filhos, que é a real mensagem positiva de mostrar para elas os belos frutos de aceitar os presentes de Deus que são os filhos”.

Outra mãe conta o testemunho doloroso de seu primeiro bebê, que nasceu morto. Uma contabilista que planejou e calculou toda a sua gravidez, ela conta a humildade que aprendeu na mesa do parto entregando tudo a Deus. Ela narra como ela aprendeu a confiar em Deus e mais tarde teve quatro filhos.

Contudo, outro testemunho de confiança vem da mãe que falou diretamente com as mulheres que têm desculpas financeiras para não terem filhos. “Estou aqui para conversar com qualquer uma que diz que não tem condições de ter filhos”, diz ela. Embora ela e seu marido “não tenham condições” de ter uma família grande, ela diz à audiência como por meio de trabalho duro e confiança em Deus, eles tiveram onze filhos.

Mães “normais”

“Tentamos dar a elas um quadro muito realista do que é ter uma família grande”, Giroux disse para LSN das mães que representam uma variedade de estilos de vida, de mães que trabalham fora a mães que permanecem no lar.

Onde os meios de comunicação estão constantemente bombardeando as mulheres com a ideia de que elas não deveriam ter muitos filhos porque arruinará suas carreiras, mudará sua aparência física ou alterará seu estilo de vida tranquilo, Giroux e sua equipe estão ali para levantar-se como “contracultural”.

“Estamos tentando deixá-las saber que as mães que aparecem na TV são completamente anormais”, disse Giroux. “O grande segredo de ter filhos perdeu-se” por meio da contínua mentira do público secular.

Em tom de risada, ela narra os testemunhos das moças universitárias que olham para ela espantadas ao saber que ela tem nove filhos e responde: “Caramba! Mas você é tão normal!”

“Estamos respondendo às jovens: ‘Sabem de uma coisa, meninas? Vocês podem ter tudo o que querem. Podem cuidar de si, ter filhos, se sair bem, serem mães ativas, trabalharem fora de casa e terem um casamento forte e terem uma grande família’”, disse Giroux.

“Entregue tudo a Deus”

Para uma sociedade que apoia a ideologia de um ou dois filhos, essas seis mães desafiam as mulheres a “entregar tudo a Deus” e serem abertas às ilimitáveis bênçãos provenientes dEle.

Giroux disse que frequentemente muitas mulheres expressam para ela remorso por terem tido apenas um filho ou o sofrimento que elas têm de serem filha única. Ela cita o Papa João Paulo 2, dizendo: “O maior presente que você pode dar a seu filho é um irmão”.

Entretanto, Giroux argumenta que a campanha “Falando do Papel de Mãe” não é forçar todas as mulheres a terem famílias maiores, muito embora as mães realmente promovam famílias grandes.

“Nossa mensagem não é apenas ‘tenha muitas filhos’ porque ter 10 filhos não é para todas as mulheres”, Giroux disse para LSN. “Nossa mensagem é ‘confie em Deus’ e aceite os belos presentes que são os filhos”.

“Todos nós dizemos que o casamento e o papel de mãe são estressantes e têm momentos desafiadores, mas as bênçãos em muito superam as dificuldades. Tivemos momentos muito assustadores onde tivemos de confiar em Deus em nosso papel de mãe e como resultado fomos abençoadas com os filhos que temos”.

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Genizah entrevista o Arcebispo William Mikler

William Mikler reside nos EUA, na Flórida, e é responsável pelo Apostolado para as Nações, um programa que envolve missões de evangelismo e ensino em mais de 40 nações do mundo.

O arcebispo é ainda Reitor da Abadia St. Johns. A CHRISTIAN COMMUNION INTERNATIONAL é uma denominação que está presente em vários países do mundo, inclusive no Brasil (www.ciceb.com.br). Tem suas tradições calcadas no cristianismo Celta e no Anglicanismo histórico e faz parte do Movimento de Convergência iniciado na década de 1970, o qual busca harmonizar as correntes litúrgica, sacramental, carismática e evangélica da Igreja.

Nesta entrevista exclusiva com o arcebispo Mikler, o Almanaque Genizah foi representado pelo seu co-editor Carlos Moreira.

[Genizah] Como o Sr. vê a crise na qual ambas as igrejas, a Americana e a Brasileira, estão hoje mergulhadas?
Posso observar este problema através de duas lentes: a da igreja e a da Palavra de Deus. A igreja é sal da terra e luz do mundo, e acredito que, apesar dos problemas sérios que  o homem pecador cria por si mesmo, a solução deles em nossos países fica nas mãos da igreja.
Na minha opinião a falta principal da igreja em ambos os países está enraizada no mal entendimento das questões pertinentes ao reino de Deus. Jesus Cristo é Deus Encarnado e é o Criador de toda criação, Redentor único do ser humano, e Rei sobre todas as coisas. O seu evangelho se aplica às realidades totais da criação, redenção e a governança de todos os tipos de deveres humanos (sejam do indivíduo, da família, da igreja, do governo civil, dos negócios, etc.).
Temos limitado, em ambos os países, a aplicação do Evangelho à vida total do povo e também ao planeta. Temos o “evangelho social” que alimenta o corpo, mas não alimenta a alma. Temos o “evangelho gnóstico” que prega o Verbo, mas não alimenta o corpo. (No seu encontro com o diabo, Jesus ensinou que  o homem precisa de pão e de Verbo para viver.)
Pregamos a Grande Comissão (Mateus 28:18-20), mas esquecemos a Primeira Comissão em que Deus mandou o homem casar-se, ter filhos, desenvolver e proteger a terra (Genesis 1:26-30). Pregamos sobre ofertas de um ponto de vista “mágico”, como é o caso da teologia da prosperidade (dar dizimo, ofertas, etc.), mas negamo-nos a ensinar (ou aprender) que o trabalho é algo essencial — seis dias na semana— ele sim é fundamental a geração de prosperidade.

O “evangelho social” alimenta o corpo, mas não alimenta a alma. O  “evangelho gnóstico” prega o Verbo, mas não alimenta o corpo.

Em suma, esquecemos que a Igreja é uma polis, uma cidade com povo, uma instituição, possui muros, portões, templo, governança, a luz de Cristo, e a presença de Deus. Transformamos a igreja num clube de teologia / filosofia, entretenimento, ou escapismo social.
Nosso destino é reinar sobre a terra, e a falta de entendimento deste destino resulta na entrega da liderança da terra aos ímpios. Quem não sabe para onde está indo, logo chega em lugar nenhum. Precisamos, em ambos os países, entender melhor sobre o Reino de Deus e os seus deveres, sobre a aplicação dos mesmos em cada setor de vida.
[Genizah] O Sr. acha que existe algum ponto em comum entre a situação encontrada no Brasil e nos EUA?
Nossos países e povos têm muitíssimo em comum. Herdamos responsabilidades para desenvolver, como despenseiros apontados por Deus, as riquezas das Américas pelo nosso bem e pelo bem do mundo. Somos também povos com herança cristã (o Brasil, católica romana, e os EUA, protestante). Somos povos com raízes de várias partes do mundo, experimentando o nacionalismo além dos países de origens. Nunca me sinto estrangeiro quando estou no Brasil, e em geral os Brasileiros são bem recebidos nos Estados Unidos. (Se a nossa seleção não se sai muito bem na Copa do Mundo — que é o que geralmente acontece — a maioria dos americanos torce pela seleção brasileira. Ela é o nosso time — time das Américas na sua totalidade. Temos igrejas fortes (e fracas!) e temos também “carga” missionária. Possuímos pensadores importantes.
A respeito das diferenças, elas são, ideologicamente, complementares. Mas o ponto que temos em comum é entender e aplicar aquilo que falei acima, o Reino de Deus. Essa deve ser nossa prioridade e dever. Meus irmãos na fé tanto da África quanto da Europa e Ásia têm as mesmas necessidades. O Reino de Deus pertence a todo povo de Deus, em cada lugar em que ele se encontra.
[Genizah] Como hoje nos Estados Unidos a verdadeira Igreja de Jesus Cristo tem combatido os desvios encontrados na pregação do Evangelho?


Apesar de nossas divisões profundas  — divisões que tem raízes nas denominações (e não-denominações) do mundo cristão, as quais muitas vezes têm raízes em várias nacionalidades diferentes — acredito que cada dia mais cristãos estão se identificando com o que está dito no Credo Niceno, que somos “uma igreja santa, católica [universal] e apostólica.”
A unidade da igreja, calcada na sua santidade, nos seus aspectos de universalidade, e na missão comum fica evidente nas celebrações dominicais. Mas, nos dias da semana, enquanto o povo de Deus trabalha e interage com outros — parece que este aspecto do ser igreja se perde, se dilui.

Apologética é por demais acadêmica, com batalhas sem fim entre os academicistas que gostam de lutar “guerras do passado”. Protestantes vs Católicos, Luteranos vs Calvinistas, Tradicionais vs Pentecostais, etc.

Quando a união é mais saudável, ela revela a unidade da fé de forma profunda, e não apenas algo superficial ou teórico na igreja. O conteúdo da fé — a sua mensagem e missão, como são revelados na Santa Bíblia e compartilhados na comunhão do santo povo de Deus — é aquilo que nos reúne e mobiliza. A verdade trabalha no contexto da comunhão dos cristãos. É fato que mais e mais cristãos estão comungando e trabalhando em conjunto. Estou de viagem (se Deus permitir) para Uganda, com desafios quanto ao ensino. Fui convidado por um teólogo presbiteriano para um projeto de evangelização desenhado pelo arcebispo da Igreja de Uganda (Anglicana) que, intrigantemente, comporta tanto anglicanos como pentecostais.  A igreja verdadeira está, cada dia mais, encontrando seu papel. Mas a jornada de união é longa. Mas há algo positivo: já estamos de pé e a caminho.

Outra coisa importante: a maioria das igrejas de hoje está localizada abaixo do equador e além da America do Norte e Europa Ocidental. A igreja projetando-se para fora dos antigos centros, o que perdurou durante os ultimas 250 anos, está nos ensinando muito aqui nos EUA. Este tipo de comunhão mais ampla é algo muito saudável para nós.
[Genizah] O Sr. acha que a apologética em nossos dias caiu em desuso? A Igreja desaprendeu a fazer teologia?


São duas questões aqui. Vou tentar responder às duas.
(1) Apologética. Há problemas com: (a) a forma de se fazer apologética; (b) as dimensões onde ela deva ser praticada; e (c) a sua incapacidade de exprimir tudo o que é necessário para o testemunho cristão.
a) A forma de apologética é por demais acadêmica, com batalhas sem fim entre os academicistas que gostam de lutar as “guerras do passado”. Protestantes versus Católicos, Luteranos versus Calvinistas, Evangélicos tradicionais versus Pentecostais, etc. A maioria dos crentes não está enfrentando as batalhas experienciadas pelos acadêmicos. Tão pouco os incrédulos se afligem com os temas que motivam debates entre professores e teólogos. A forma de apologética precisa se adaptar às realidades do cotidiano do povo de Deus e também da sociedade.
b)  A apologética precisa ser trazida para a esfera da vivência cotidiana, da realidade familiar, da economia, política, trabalho, etc. Deve estar conectada com os desafios da comunidade, mas também das questões mais amplas da nação, da ciência, da política, etc. Ou seja, o mundo real. Deus se tornou carne para se envolver na realidade que Ele criou. A apologética tradicional é como um balão sendo empurrado pelo vento, não é algo sólido que ajuda as pessoas nas suas realidades, nos seus desafios e dramas. Temos de trazer a apologética para o mundo real, retirá-la do território acadêmico, onde, de fato, está nos dias atuais.
c) Outra coisa é o seguinte: apologética é algo ligado à defesa da fé. Mas quando focalizamos somente a defesa da fé, esquecemos de avançar para estendermos os domínios da fé. Precisamos de uma nova disciplina, algo que eu chamo a apostólica. A apostólica não focaliza a defesa, mas sim a ofensiva. Jesus não enviou os onze (Mateus 28:18-20) com uma missão defensiva, mas sim ofensiva! A respeito deste assunto, acredito que o cristão brasileiro é bem mais dado à apostólica do que o cristão americano. A igreja dos EUA tem muito a aprender com a  igreja brasileira neste quesito particular.

Apologética é defesa da fé. Precisamos de uma nova disciplina, algo que eu chamo a apostólica. A apostólica não focaliza a defesa, mas sim a ofensiva. Jesus não enviou os onze (Mateus 28:18-20) com uma missão defensiva, mas sim ofensiva!

(2) Teologia. Sem dúvida, temos desaprendido de como se faz teologia. Igreja tornou-se um lugar de “Oba-Oba” e isto acontece em ambos os nossos países. É a Igreja Show, ela não produz discípulos. A Igreja de Geria não proclama o verdadeiro Evangelho. Neste caso, para que então produzir teologia? Ela servirá apenas como teoria para alimentar um clube social, ou acadêmico, ou filosófico. Por isso, trona-se algo dispensável. Temos de acabar com isso! O que é preciso é o Verbo de Deus, pregado e entendido na comunhão dos verdadeiros irmãos e irmãs, aplicado no contexto das realidades vigentes, afirmado pelo testemunho da igreja histórica, conformado aos ensinos e deveres do Reino de Deus. Discipulado não é uma opção! É obrigação! Mas não pode ser feito fora do que a Palavra de Deus ensina e demonstra; ou seja, é algo que precisa ser realizado por irmãos e irmãs qualificados, líderes preparados para atuar neste campo. Algo que tem nos encorajado nesses dias é à volta à Bíblia e a procura cada vez maior de pessoas em busca de entender melhor a fé.

A igreja  já é global. A internet tornou possível a comunicação, interação, e mobilização entre irmãos, algo que antes não era possível.

[Genizah] Como o Sr. vê o uso de ferramentas na internet, como os blogs e sites, por exemplo, para ajudar fiéis na admoestação e no ensino?
As ferramentas têm um potencial enorme. Mas elas dependem muito de quem as opera. Aquilo que é bom, faz bem; mas o ímpio faz o mal. E neste particular, temos muito de ambos, sobretudo aqui nos EUA. Contudo, para a igreja em geral, vejo como algo positivo. A igreja universal já é global.

A internet tornou possível a comunicação, interação, e mobilização entre irmãos, algo que antes não era possível. Ensino, comunhão, pesquisa, admoestação e comunicações – superficiais e profundas – criação e gerência de projetos, dentre outras coisas são avanços trazidos pela internet. Cada dia mais Jesus está convertendo esta ferramenta aos seus propósitos. Hoje, por exemplo, podemos promover aulas (tanto no ensino médio e fundamental, quanto nas universidades, ou até mesmo nas igrejas) através da internet. Este é um tipo de treinamento que antes não existia nem na imaginação, mas agora tornou-se realidade! Que Deus nos abençoe e ajude a aproveitar esta ferramenta para Sua glória e para nosso bem!

Se pudesse usar uma frase para defini-los, diria que nos dias de hoje, o próprio Lutero teria se servido do Genizah para “pregar” as suas teses no blog se ele tivesse essa oportunidade.

[Genizah]  Seus pensamentos finais.
Sou muito grato por essa oportunidade concedida pelo Genizah para poder tratar de questões que penso são relevantes nos nossos países. Quero congratular-me com o sucesso que vocês têm obtido neste campo específico.  Que Deus continue abençoando toda a equipe envolvida – escritores, editores, pessoal técnico e de apoio administrativo. Se pudesse usar uma frase para defini-los, diria que nos dias de hoje, o próprio Lutero teria se servido do Genizah para “pregar” as suas teses no blog se ele tivesse essa oportunidade. Desta forma, estou muito Grato a Deus por mais esta “porta” que se abre no presente e se projeta para o futuro da pregação e defesa da fé.

Genizah

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2011/04/entrevsita-almanaque-genizah.html#ixzz1Ijqxrcgi
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27-5-16-a 006Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Entidade dos EUA divulga anúncio do fim do mundo em MG e RJ

APOCALIPSE

 

Um novo alerta apocalíptico chegou ao País com um aviso: o fim pode estar mais próximo do que se imagina. Um grupo cristão dos Estados Unidos, com representantes em Belo Horizonte, está rodando o Brasil para divulgar a tese de que o juízo final está marcado para 21 de maio – e não para 2012, segundo a popular profecia feita pelos maias.

Com propagandas até nas traseiras de ônibus, evangélicos da Family Radio fazem malabarismo com números e datas da Bíblia para garantir que há provas de que o mundo vai acabar nos próximos meses. No Rio, um grupo vestido de branco circulou pelas ruas do centro com placas que alertavam para o fim do mundo. Há semanas, ônibus regulares circulam com os enigmáticos dizeres "21/05/2011: Deus vai trazer o dia do julgamento".

A previsão bíblica foi interpretada pelo americano Harold Camping, responsável pela Family Radio, que tenta emplacar um apocalipse pela segunda vez em sua carreira de profeta. Nos anos 1990, ele publicou um livro em que dizia haver "alta probabilidade" de Cristo voltar à Terra em 6 de setembro de 1994 para julgar os homens. Um grupo se reuniu em uma cidade da Califórnia para esperar o evento.

A sede brasileira da Family Radio fica no bairro de Nova Gameleira, em Belo Horizonte, tendo como atividade principal a divulgação da tese do fim do mundo. Um site em português explica passo a passo a matemática feita por Camping: o juízo final começaria 7 mil anos depois do grande dilúvio, que teria acontecido em 4990 a.C.

Criticado por cristãos americanos, o grupo já foi chamado de seita e Camping acusado de ser "falso profeta". A sede brasileira da Family Radio não respondeu aos e-mails enviados pelo Estado na manhã de ontem.