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Mães o retrato da Força, Fé e do Amor

Mãe

Ser mãe é, por natureza, um ato de bravura. É carregar o peso do mundo com um sorriso no rosto e transformar o cansaço em combustível para proteger quem se ama.

Às Mães Guerreiras…

• Pela Resiliência: Que enfrentam as tempestades da vida sem soltar a mão de seus filhos, provando que o amor é a armadura mais resistente que existe.

• Pela Entrega: Que abrem mão de seus próprios sonhos, muitas vezes, para construir o alicerce onde os filhos possam caminhar com segurança.

• Pela Sabedoria: Que, mesmo no silêncio ou na exaustão, encontram a palavra certa e o abraço que cura qualquer ferida.

“Uma mãe não é apenas quem dá a vida, mas quem luta por ela todos os dias, com uma coragem que desafia a própria lógica.”

jornada heroica de cada mulher que assume o papel de guia, protetora e porto seguro. Vocês são a prova viva de que a doçura e a força podem — e devem — caminhar juntas.

Feliz Dia das Mães para todas as guerreiras que fazem do mundo um lugar mais humano e esperançoso!

Pr. Ângelo Medrado

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Mãe colocava papel na boca da filha para abafar gritos, afirma babá

A profissional, que trabalhou na casa da família durante três meses, havia divulgado os maus-tratos nas redes sociais

Em entrevista à TV Tem, uma babá que trabalhou para o casal Débora Rolim da Silva e Phelipe Douglas Alves, acusados de espancarem a filha Emanuelly Aghata da Silva, de 5 anos, até a morte, afirmou que a criança sofria agressões constantes.

A mulher, que prefere não se identificar, garante que a mãe chegava a colocar papel na boca da menina para impedir que ela gritasse. “Um dia fui trabalhar e ela estava com o olho roxo. Porém, quando perguntei o que tinha acontecido, ela disse que tinha caído. Foi então que a irmã mais velha contou que a mãe havia enchido a boca dela [Emanuelly] com papel para que ela não gritasse e bateu com o guarda-chuva no olho dela”, contou.

A babá, que ficou na casa por três meses (novembro de 2016 a janeiro de 2017), notou as agressões ao ver marcas roxas no corpo de Emanuelly durante o banho. “Ela preferia tomar banho sozinha, mas um dia decidi dar banho nela e vi umas marcas roxas nas costas. Perguntei o que tinha acontecido e ela disse que tinha caído. A mãe dizia a mesma coisa. Porém, um dia, a irmã mais velha contou que a mãe batia nela, disse que pegava a ‘Manu’ pelas pernas e batia com a cabeça dela na parede. Algumas vezes ela não queria pentear o cabelo, porque era dolorido de tanto que a mãe batia e puxava o cabelo dela”, conta.

A profissional chegou a procurar a Polícia Civil para denunciar os maus-tratos. Além disso, alertou sobre o caso nas redes sociais, enviou fotos e vídeos ao Conselho Tutelar, confirmando o crime, e registrou um boletim de ocorrência em janeiro de 2017.

“Lembro que eu tinha chegado para trabalhar e a ‘Manu’ estava quieta, com a cabeça baixa. A mãe disse que tinha ido a um bar comprar doces e durante à noite ela havia caído. Então me pediu para passar pomada no olho dela. Porém, assim que ela saiu para ir trabalhar, perguntei para ela, mas ela não disse nada. Foi a irmã mais velha que contou que a mãe havia batido com o guarda-chuva no olho dela. Depois disso fui no Conselho Tutelar para fazer a denúncia”, afirma.

Porém, o Conselho Tutelar afirmou que o casal demonstrava afeto com as crianças (eles têm outros dois filhos) e, como somente a Justiça poderia determinar a perda da guarda, todos continuariam com os pais. A Polícia Civil argumentou que, à época, o caso não foi entendido como de maus-tratos graves.

Entenda o caso

O casal foi preso no sábado (3/3) por suspeita de ter espancado até a morte a filha de cinco anos, em Itapetininga, interior de São Paulo. Phelippe Douglas Alves, de 25 anos, e Débora Silva, de 24, haviam acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no dia anterior, alegando que a criança tinha caído da cama e batido a cabeça, passando a ter convulsões. Mas a equipe médica suspeitou dos hematomas na menina, que seriam compatíveis com maus-tratos.

Devido à gravidade dos ferimentos, a menina Emanuelly Agatha foi transferida para o Hospital Regional de Sorocaba, mas morreu na madrugada de sexta (2). O casal foi detido e, na audiência de custódia, o juiz responsável pelo plantão judiciário determinou a prisão preventiva. Débora foi levada para a Penitenciária Feminina de Votorantim e o marido, para a Penitenciária II de Itapetininga. Ele foi colocado em cela do chamado seguro, onde ficam detentos sob ameaça, por causa do tipo de crime do qual é suspeito.

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O Senhor como uma mãe (#Dia das mães)

 

 

DOMINGO, MAIO 08, 2011

Eliza, mãe de
Charles Spurgeon

Spurgeon

Banco da Fé

14 de março


"Como alguém a quem consola sua mãe, assim eu vos consolarei" Isaías 66:13

O consolo de uma mãe! Ah, é a ternura mesma. Como uma mãe adentra na dor de seu filho! Como o aperta contra seu peito, e trata de extrair dele toda sua aflição para a transplantar a seu próprio coração! O filho pode contar tudo a ela, já que ela se identificará com o problema como ninguém poderia fazê-lo. Entre todos os consoladores, a criança prefere sua mãe, e mesmo homens adultos tem descoberto que isso é assim.

O Senhor Jeová condescende a fazer o papel de uma mãe? Isso, verdadeiramente, é bondade. Podemos perceber com facilidade que Ele seja um pai – porem, será que também como uma mãe? Acaso isso não nos convida a uma santa familiaridade, a uma confiança sem reservas, a um repouso sagrado? quando Deus converte-se em "o Consolador" nenhuma angustia pode permanecer por longo tempo. Cada um de nós haverá de contar a Ele seu problema, ainda que os soluços e os suspiros convertam-se em nossa primeira expressão. Ele não nos desprezará por nossas lágrimas: nossa mãe não o fez. Ele considerará nossa fragilidade assim como ela fez, e tirará nossas faltas, só que o fará de uma maneira  mais certa e mais seguro do que nossa mãe poderia fazer. Não procuremos levar sozinhos nossa dor: isso seria rude para Um tão gentil e tão amável. Comecemos o dia com nosso amante Deus, e , por que não o terminamos na mesma companhia, já que as mães nunca se casam de seus filhos?

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FONTE: Banco da Fé
tradução: Armando