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Quem se habilita a passear no Egito?

 

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O Dr. Samuel Gipp, em seu livro “The Answer Book”,por mim traduzido há mais de 10 anos, escreve o seguinte a respeito do Egito:

“Quando se estuda a Escritura uma regra fundamental é a chamada ‘lei da primeira menção’. Isto significa quegeralmente é verdade que o contexto no qual alguém ou alguma coisa é primeiramente mencionado estabelece a atitude bíblica para essa pessoa ou lugar. Em nosso estudo … é impossível ignorar a atitude da Bíblia em relação ao próprio Egito”: Vejamos algumas de suas citações sobre o Egito:

O Egito é primeiramente mencionado em Gênesis 12:10 a 12:

10. E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra.

11. E aconteceu que, chegando ele para entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora bem sei que és mulher formosa à vista;

12. E será que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é a sua mulher. E matar-me-ão a mim, e a ti te guardarão em vida.

Em Gênesis 12:1-3, vemos que Deus entregou a Abraão o que se conhece como Aliança Abraâmica. Literalmente é a promessa de Deus entregar o mundo a Abraão e aos seus descendentes como sua possessão particular.

Em Gênesis 12:10 Abraão desce ao Egito para escapar da fome na terra onde habitava. No verso 12 vemos Abraão com medo de que os egípcios o matem e roubem sua esposa Sarai. Estenão é exatamente um contexto positivo. Portanto, vemos quea primeira menção do Egito é feita numa conotação negativa.

Em Êxodo 1: 11 a 14 vemos que os Judeus se tornaram escravos no Egito:

11. E puseram sobre eles maiorais de tributos, para os afligirem com suas cargas. Porque edificaram a Faraó cidades-armazéns, Piton e Ramsés.

12. Mas quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam, e tanto mais cresciam; de maneira que se enfadavam por causa dos filhos de Israel.

13. E os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza;

14. Assim que lhes fizeram amargar a vida com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo; com todo o seu serviço, em que os serviam com dureza.

De fato, Faraó decretou que todos os bebês Judeus do sexo masculino fossem mortos, conforme veremos nos versos 15 e 16:

15. E o rei do Egito falou às parteiras das hebréias (das quais o nome de uma era Sifrá e da outra Puá),

16. E disse: Quando ajudardes a dar à luz às hebréias, e as virdes sobre os assentos, se for filho, matai-o; mas se for filha então viva.

Também esta é uma conotação negativa.

Em Êxodo capítulo 20:2, após ter Deus tirado os filhos de Israel do Egito, Ele com a própria voz diz o que pensa do Egito, chamando-o, no verso 2 casa da servidão.

Êxodo 20:2 – Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

Mais uma conotação negativa neste verso, vinda diretamente dos lábios de Deus.

Em Deuteronômio 4:20, Moisés se refere ao Egito comofornalha de ferro: Mas o SENHOR vos tomou, e vos tirou da fornalha de ferro do Egito, para que lhe sejais por povo hereditário, como nesse dia se vê.

Em Deuteronômio 17:16 é dito a Israel que no futuro quando tiverem um rei, este não deve manter relações comerciais com o Egito:

Deuteronômio 4:20 Porém não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito, para multiplicar cavalos; pois o SENHOR vos tem dito: Nunca mais voltareis por este caminho.

E, finalmente, em Apocalipse 11:8, quando Deus quer censurar Jerusalém Ele a compara com Sodoma e Egito:

Apocalipse 11:8 – E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu SENHOR também foi crucificado”.

Este estudo conciso mostrou o que a maioria dos cristãos já sabe. A Bíblia tem uma visão negativa sobre o Egito, um país amaldiçoado desde a era de Abraão.

Hagar, mãe de Ismael, é, portanto, a mãe da raça árabe, a qual só tem causado confusão no mundo. Mas Deus é tão misericordioso que lemos em Gênesis 21:17-21, o que Ele fez, comovido pelo choro de Hagar e seu filho:

“E ouviu Deus a voz do menino, e bradou o anjo de Deus a Agar desde os céus, e disse-lhe: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde está. Ergue-te, levanta o menino e pega-lhe pela mão, porque dele farei uma grande nação. E abriu-lhe Deus os olhos, e viu um poço de água; e foi encher o odre de água, e deu de beber ao menino. E era Deus com o menino, que cresceu; e habitou no deserto, e foi flecheiro. E habitou no deserto de Parã; e sua mãe tomou-lhe mulher da terra do Egito”.

Como Deus é Onisciente, Ele já sabia de antemão que os árabes (descendentes de Hagar) iriam causar sérios problemas a Israel; mesmo assim, permitiu que esse povo nascesse e crescesse, pois Ele sempre dá uma chance a todos os pecadores, a fim de que se arrependam e O reconheçam como o ÚNICO DEUS do universo.

Acredito que o novo governo do Egito vai se aliar aos árabes muçulmanos (por algum tempo este país foi amigo de Israel e do Ocidente), incorrendo numa sentença de morte decretada pelo Deus de Abraão…

Alguns brasileiros que se encontram no Egito, fascinados pela piramidologia, ficaram confinados aos hoteis onde se hospedaram, durante os conflitos das duas últimas semanas. Que eles aprendam a visitar Israel, a terra abençoada pelo Senhor nosso Deus, evitando o engodo do Egito, com as implicações satânicas de suas pirâmides, as quais guardam segredos milenares, que serão revelados, quando essas pirâmides forem destruídas, na Segunda Vinda do Senhor. Quem se habilita a passear no Egito, para transitar dentro das pirâmides cheias de mistérios e de maldição divina???

Eu… Nem pensar! Quero morrer, tranquilamente, com a Bíblia FIEL ao meu lado, deitada em minha cama, aqui mesmo em Terê…

Por: Mary Schultze

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“Conservador gay” é uma contradição

 

Star Parker

CPAC, a Conferência da Ação Política Conservadora há muito tempo é uma acontecimento anual para mim. Mas este ano eu concluí que ela não era meu lugar e declinei de participar nos vários locais do evento para o qual fui convidada.

Sim, a razão pela qual eu declinei foi a inclusão do GOProud, um grupo que se identifica como representante dos "conservadores gays e seus aliados", como patrocinador do evento.

E é a razão pela qual algumas das mais importantes organizações conservadoras do país — a Heritage Foundation, o Family Research Council, o Media Research Center e a National Organization for Marriage — não participaram.

O fundador e presidente do GOProud acabou com qualquer dúvida de minha parte de que não participar era a decisão correta ao desmerecer estes grupos como sendo "perdedores", "palhaços" e "não-relevantes."

Eu, é claro, tenho sido acusada de ser pior do que uma palhaça. O bombardeio normalmente vem da esquerda. Mas esta é a primeira vez que ouço este tipo de coisa vindo de um grupo que posa de "conservador."

Eu me tornei conservadora na igreja. Eu achava que estava muito bem em minha antiga vida — enganando o sistema previdenciário, indo à praia, relaxando em minha banheira morna subsidiada pela previdência, tratando o sexo como um hobby e o aborto como controle de natalidade.

Em nossa cultura de hoje, que vê a prosperidade material como o barômetro máximo do sucesso, a verdade infelizmente está se perdendo. Se não há nada além do que está diante de nossos olhos neste mundo, o que isto importa?

Quando eu entendi como a cultura de materialismo do Estado previdenciário estava destruindo não só minha vida, mas todos os negros dos EUA, acabou-se a linha divisória em minha mente entre "questões sociais" e "questões econômicas." A única linha divisória que eu vi foi entre o certo e o errado, o bem e o mal.

O conceito de "conservador gay" é uma contradição.

"Gay" é tudo o que "conservador" não é.

Os fundamentos da visão de mundo que os assim chamados "conservadores gays" endossam têm muito mais em comum com o liberalismo/esquerdismo do que com o conservadorismo.

É uma visão de mundo antropocêntria ao invés de teocêntrica. É uma visão de mundo que rejeita verdades eternas passadas adiante desde o começo dos tempos. Embora a visão de mundo que os "conservadores gays" inventam possa divergir da visão de mundo dos esquerdistas, sua base comum é que eles inventam ambas.

E é aqui que os "conservadores gays" e os "liberais/esquerdistas" se distinguem dos conservadores.

Os conservadores acreditam que há verdades eternas e objetivas, produtos, não de alguma mente humana, mas transmitidos através das gerações. Cultura não é como TVs de alta definição ou iPhones, em que o modelo mais novo é o melhor.

Essas verdades eternas dão a luz em meio à neblina que impede que nos choquemos contra as praias rochosas aonde nossos baixos instintos nos conduzem.

"Gay" é liberal/esquerdista e não conservador, independente de qual possa ser a posição deles a respeito dos gastos do governo ou dos impostos.

Isso porque, como todos os liberais/esquerdistas, eles usam a língua para criar a realidade ao invés de considerarem que as palavras têm um significado que reflete a realidade.

Assim, eles reinventaram a palavra "gay," reinventaram a palavra "casamento" e agora querem reinventar a palavra "conservador."

Por fim, reinventaremos a palavra "liberdade" e poremos o selo final de aprovação na idéia de que uma sociedade livre, ao invés de ser o caminho para a verdade, é o caminho para a ausência de sentido.

O que os indivíduos escolhem em privado e pelo qual eles possuem responsabilidade pessoal é diferente do que sancionamos publicamente, pelo qual todos nós devemos nos responsabilizar.

Um governo neutro em relação a valores é impossível. A batalha central de nosso século se refere a valores e como entendemos a liberdade. É uma batalha por nosso próprio espírito. E, como pudemos ver pela CPAC, não é uma luta só entre democratas e republicanos.

Leia também: O "direito" dos gays é uma injustiça com as crianças — de Roger Scruton.

Original: "Conservative gay is an oxymoron"

Tradução: Dextra

Divulgação: www.juliosevero.com

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ABRE O OLHO IRMÃ(O)!

olho

Pr. Gerson

Texto base: Quando nos valemos de informações dos outros ‘quebramos a cara’

 Texto: II Reis 6:8-23
Tema: “Abre o olho, irmão!”
Narração: Esse texto mostra o contraste do espiritual com o humano, revelado na atitude de Eliseu comparada com a de 3 pessoas diferentes: o rei da Síria, o moço de Eliseu e o rei de Israel.Exórdio: A traíra cega e o cego que atravessou o outro cego.

Argumentação:
1. Revelação espiritual x revelação humana – (vs. 8-12) – O rei da Síria, que não era crente, estava acostumado a espionar os povos vizinhos para saber de seus planos. Por isso pensou logo que Israel tinha um espião entre os sírios. Ele jamais poderia imaginar que Deus mesmo revelava para o seu povo, através de Eliseu, os planos inimigos.

Quando não temos visão espiritual, acabamos nos valendo de informações de outras pessoas para tomarmos decisões e quantas vezes “quebramos a cara”, por confiar mais nisso do que na orientação espiritual que poderíamos receber diretamente de Deus.

2. Cegueira espiritual x cegueira humana – (vs. 15-20) – A segunda parte nos mostra 2 tipos de cego: o que não vê, como os siros e o que vê, mas não vê, como o moço.

A cegueira física daqueles sírios os impediu de ver onde estavam indo, e por isso caíram nas mãos de seus inimigos, mas a cegueira espiritual do moço o impediu de ver Deus, o que é muito pior. A cegueira física nos imputa limitações, mas a cegueira espiritual nos afasta de Deus, como em Ezequiel 12:2 “Filho do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem OLHOs para ver e NÃO VÊ, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque eles são casa rebelde”.

Esse texto mostra mais uma vez a posição do PODER DO HOMEM, do PODER DO INIMIGO, e do PODER DE DEUS. Na parte mais baixa estava o povo de Deus, logo acima estava o exército inimigo, porém acima de todos estava o exército de Deus. ALELUIA! O moço de Eliseu ficou desesperado com a presença de tantos inimigos.

A cegueira espiritual só nos permite ver o tamanho do problema. Aí ficamos apavorados diante das dificuldades. O moço estava apavorado, mas Eliseu estava tranquilo, porque ele via a Deus presente com seu exército naquela situação.

3. Atitude espiritual x atitude humana – (vs. 21-23) – Quando aqueles sírios, cegos, se apresentaram indefesos ao rei de Israel, a primeira coisa que ele pensou foi em matá-los. Chegou quase a pedir: “posso matá-los, pai?” Mas o homem de Deus não pagou o mal com o mal. Deu pra eles um banquete, mostrou o amor e o poder de Deus pra eles, e isso fez com que durante o tempo daquele rei não houvesse mais guerra com Israel.

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 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.