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CONDENAÇÃO: Jornal do RJ é condenado por chamar Garotinho de “Pinóquio”

A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a condenação da Folha da Manhã e a de um jornalista do veículo, de Campos dos Goytacazes (RJ) por artigos publicados em 2004, que chamavam o deputado eleito, e ex governador, Anthony Garotinho de “Pinóquio”. Apesar de manter a condenação, os desembargadores acolheram o recurso do jornal e do jornalista e reduziram o valor da indenização de R$ 30 mil para R$ 8 mil.
“Admitir-se-ia de um homem comum, indignado com a conduta desviada do político, atacá-lo verbalmente. Mas, isso não se admite do profissional de imprensa, responsável pela formação da opinião pública. Deve noticiar os fatos, deve criticar condutas, deve expor as divergências, mas deve fazer tudo isso sem ofensas pessoais”, escreveu a relatora, desembargadora Luisa Bottrel.
A relatora criticou o fato de os textos do jornal se referirem a Garotinho como “marionete, príncipe de meia-tigelas, e pertencente a um grupo “que não valia um real”. Na época, Garotinho apoiava Geraldo Pudim, que disputava a prefeitura de Campos, no norte do estado.

Data: 17/11/2010 08:08:33
Fonte: Comunique-se

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Fiéis católicos posam nus para angariar fundos para igreja

CAMPANHA

 

Os moradores da cidade de Old Basing, na Inglaterra, decidiram fazer algo controverso para ajudar a igreja da cidade. Voluntários aceitaram ser fotografados sem roupa para um calendário que mostra-os em situações cotidianas, como partidas de futebol ou em atividades no seu local de trabalho. O objetivo é arrecadar dinheiro com a venda dos calendários de 2011 e ajudar a igreja católica Saint Mary. O alvo inicial é quatro mil libras, que serão doados para a paróquia. O restante irá para uma instituição de caridade.

 

                                                                               Foto: Reprodução

                                Britânicos posam nus para arrecadar fundos para Igreja

A fotógrafa e idealizadora do calendário, Laura Haystaff, disse que as sessões de fotos foram muito divertidas. Ela ficou muito satisfeita com os resultados.

Entre as pessoas fotografadas estão cabeleireiras, açougueiros, padeiros e jogadores do time amador local.

Laura (28) explica: “Eu queria levantar algum dinheiro para a igreja da cidade e também ajudar o fundo de assistência da Legião Real Britânica. Inicialmente procurei 13 organizações, esperando que a maioria deles fosse dizer não, mas só tive uma recusa. As pessoas estavam muito interessadas em ajudar dessa maneira.

                                                                               Foto: Reprodução

 

Fiquei realmente surpresa com a vontade das pessoas de ficarem nuas para ajudar a caridade”.

Irene, uma aposentada, avó de seis crianças e que participou das fotos, afirmou ter gostado da experiência. Ela explica: “Foi por uma causa muito boa, e nos divertimos fazendo as fotos. Não fiquei com vergonha e meu marido e filhos me apoiaram. Somos idosos, mas pensamos ‘por que não?’ Não é todo dia que podemos fazer algo assim.Certamente faria de novo”.

 

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Filme mostra Bielorrússia perseguindo cristãos e é expulso de mostra

 

O filme “Proibido Cristo”, que mostra a Bielorrússia como perseguidora das igrejas protestantes, foi expulso de um festival de cinema católico pelo Estado Plenipotenciário para Assuntos Religiosos e Étnicos, informou o site de notícias forum18.

A apreensão do material foi feita quando o cineasta Aleksei Shein deixava a Bielorrússia e enviado para uma “análise de especialistas” da polícia secreta da KGB. No entanto, a KGB disse ao Forum18 que teria devolvido ao o filme ao cineasta. “Talvez as autoridades temam o filme porque alguns cristãos terão conhecimento do que realmente acontece em nosso país”, relata Aleksei.

O filme “Proibido Cristo” é baseado em imagens de arquivo dos ensaios de líderes protestantes durante o período soviético, e de 20 entrevistas com vítimas dos soviéticos, políticos anti-religiosos e historiadores. Para concluir o filme de 52 minutos Shein levou seis anos e 4.540 rublos bielorrussos (1.500 dólares EUA).

O diretor Aleksei Shein diz que dois motivos podem estar por trás a atitude do Estado para seu filme. “Um deles é que o filme não relata apenas a repressão soviética dos protestantes, mas também mostra a recusa dos crentes a se comprometer e dar para o regime comunista. O outro é o controle total das autoridades sobre as informações”.

Ele sustenta que as autoridades bielorrussas prefeririam que as pessoas não soubessem sobre a repressão da era soviética das comunidades religiosas.

Data: 17/11/2010 08:38:57
Fonte: CPAD News