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O Resgate – por Heber Zenun, um árabe cristão.

Heber:
"Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes"(1 Cor. 1:27).
Das profundezas da terra, dos lugares mais inóspitos, dos mais improváveis, a humanidade recebe as lições mais lindas, doces, puras, graciosas e isso tem surpreendido o mundo.
Como é possível? Há muito a aprender com o Chile e de um grupo de 33 mineiros que a 70 dias viveram em condições difíceis e inéditas ao ser humano.
Hoje profissionais de todas as áreas estão diante de uma das maiores lições que o mundo jamais viu em amplitude que deixam a todos diante da sala de aula mais inimaginável, num deserto em algum lugar do Chile em uma mina.
Não em uma academia, estruturada em grandes centros acadêmicos, na dissertação de teses elaboradas nos escritórios das mentes.
Agora talvez haja uma luz para chamar a atenção de que há mais a aprender com mais coisas e muitas vezes mais simples e nestas existam quantidade de tesouros apenas aguardando a ser observado.
Neste ponto é que aponto para o que O CRIADOR oferta ao ser humano e anda por estas vias. Enquanto a humanidade acostumada a sistematizar, equacionar, organizar, academizar, teorizar, dissecar, academizar, enfim há muitos verbos que exprimem o exercício centrado na capacidade humana e repentinamente chegamos a extremos de onde estamos vendo emocionados o resgate.
Quando a humanidade volta sua atenção para o surpreendente, temos uma apoteose viva… certamente este momento de abençoado resgate, serve como analogia em relação os atos de DEUS para com a humanidade e o RESGATE que ELE faz e que precisamos vivê-lO quanto aprender dELE que está em CRISTO, nos ensinos que NELE e em SUA PALAVRA recebemos. Jesus fala sobre o "buraco da agulha"(Lc 18:25) e ao singelo convite de JESUS, o SOCORRISTA de DEUS (Mt 7:13-14) convidando: "entrai pela porta estreita" que é ELE mesmo. (Jo 14:6).
Mas ironicamente é da pureza e simplicidade de CRISTO de quem se desviam os olhos.
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Anistia Internacional exige descriminalização do aborto em toda a América Latina

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina

1 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — A Anistia Internacional divulgou um comunicado à imprensa exigindo a legalização do aborto em toda a América Latina.

“Deve-se revogar todas as leis que sancionam ou permitem a prisão de mulheres e meninas que buscam ou obtêm um aborto propositado sob quaisquer circunstâncias”, disse a Anistia Internacional (AI) por meio da sua filial em Assunção, no Paraguai.

Afirmando que é “vergonhoso” que os latino-americanos continuem a proibir a matança de bebês em gestação, a AI acrescentou que “a penalização do aborto nega às mulheres e meninas grávidas a atenção médica de que elas precisam. Isso mostra uma indiferença cruel para com o bem-estar físico e psicológico delas, e a ausência de dignidade humana que a penalização do aborto as condena a sofrer”.

Magaly Llaguno, líder da divisão hispânica de Human Life International, disse para LifeSiteNews que ela achou “inconcebível que uma organização que afirma ser defensora dos direitos humanos esteja tentando exigir que nossos países hispânicos legalizem a matança de seus futuros cidadãos”.

“A Anistia Internacional declarou que seu objetivo é ‘respeitar e proteger os direitos humanos das mulheres e meninas’. Como é que essa organização pode fazer vista grossa ao direito à vida dos bebês em gestação, o principal direito humano sem o qual nenhum outro direito pode existir?”

Embora a AI tenha sido fundada para defender presos por crimes políticos, eventualmente expandiu suas atividades e começou a promover uma agenda política esquerdista a nível mundial. Em 2007, a AI acrescentou a legalização do aborto à lista de “direitos humanos” que exige de países estrangeiros.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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Arcebispo de Brasília critica petista

Rafael Moraes Moura / BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

D. João Braz condena candidatos e partidos que, após caírem nas pesquisas, afirmam ‘o contrário do que há pouco afirmavam’

13 de outubro de 2010 | 0h 00

O casal Joaquim e Weslian Roriz (PSC) e a candidata Dilma Rousseff (PT) foram ontem os alvos principais do arcebispo de Brasília, d. João Braz de Aviz, durante missa para Nossa Senhora Aparecida.

O arcebispo elogiou a Lei da Ficha Limpa, considerando-a "vitoriosa" por impedir que políticos de ficha suja concorram ou continuem com suas campanhas. D. João Braz ainda criticou candidatos e partidos que, após caírem nas pesquisas, afirmam "o contrário do que há pouco afirmavam" em torno de questões religiosas e "valores decorrentes", como o aborto.

Ao se referir à incoerência política, ele afirmou: "Agora, com o perigo de ver seus índices de pesquisa caírem, de repente o assunto religião e seus valores decorrentes, como a defesa da vida, moveu candidatos e partidos a afirmarem o contrário do que há pouco afirmavam", disse o arcebispo durante homilia para cerca de 90 mil pessoas, realizada na Esplanada dos Ministérios.

O arcebispo de Brasília disse esperar que os políticos vencedores das eleições se lembrem de que "mais de 90% dos brasileiros são identificados com os valores da fé cristã". "É muito bom que os eleitos não esqueçam outro dado que emergiu no debate político: 71% dos brasileiros são contra o aborto", prosseguiu, sob aplausos do público.

A pregação do arcebispo dirigiu-se indiretamente à candidata petista Dilma Rousseff, que não compareceu à missa. A presidenciável disse, em 2007, que era a favor da descriminalização do aborto, mas adotou um discurso menos controverso depois que começou a enfrentar a contestação de lideres religiosos e manifestação de eleitores.

Constrangimento. Entre os políticos presentes na missa, estavam Joaquim e Weslian Roriz. Os dois ouviram as considerações de d. João Braz sobre a Lei da Ficha Limpa, apoiada pela Igreja Católica.

"A Ficha Limpa é uma lei vitoriosa, ajudou a impedir que políticos corruptos nos governem. Alguns foram barrados em suas candidaturas, outros foram impedidos de continuar suas campanhas", afirmou o arcebispo, para o constrangimento do casal Roriz, que aplaudiu discretamente. Na mesma fileira estava Agnelo Queiroz (PT), que lidera as pesquisas de intenção de voto para o governo do Distrito Federal.

Weslian foi catapultada à disputa ao Palácio do Buriti, após o marido ter a candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa. O marido renunciou ao mandato de senador em 2007 para escapar de um processo de cassação.

"Já podemos dizer que o povo começou a realizar a tão esperada reforma política, que poderá tomar uma força bem maior", afirmou o arcebispo.

Questionada por repórteres sobre o que tinha achado do discurso, Weslian respondeu: "Vou fazer minha reflexão em casa, achei ótimo". O marido, por sua vez, afirmou que a fala do arcebispo foi dirigida para "aqueles que achavam que iam ganhar no primeiro turno". "Sou ficha limpíssima", garantiu Joaquim Roriz.