Há quatro pontos de vista principais:
1. A posição pós-tribulacionista afirma que a igreja passará por toda a tribulação, ou seja,
ficará na terra até o fim da grande tribulação, após o que os crentes serão arrebatados.
Neste caso o povo de Deus compõe-se de Israel e gentios Gl 3.28 que diz não pode haver
judeus nem gentios todos são um em Cristo.
2. A posição Semi(meio)-tribulacionista passará pela primeira metade da Tribulação, ou seja
a igreja ficará na terra até a metade da tribulação, quando os crentes serão arrebatados da
grande tribulação, aqui também o povo de Deus, compõem-se de judeus e gentios.
3. A posição pré-tribulacionista afirma que a Igreja não passará por nenhum momento da
tribulação. A igreja de Deus será arrebatada antes da grande tribulação
4. A posição de o Arrebatamento parcial crer que os santificados serão levados antes da
Tribulação e que o restante da igreja passará pelo julgamento.
Dentro deste contexto existem três posições sobre o Milênio.
1. Amilenismo – O reino de Cristo no milênio, segundo este ponto de vista, não é um reino
físico aqui na terra, mas sim um reino celestial sobre o qual ele falou ao declarar: “Toda
autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mt 28.18).
2. Pós-milenismo – O prefixo pós significa “depois”. Segundo esse ponto de vista, Cristo
voltará após o milênio. O avanço do evangelho e o crescimento da igreja se acentuam de
forma gradativa, de tal modo que uma proporção cada vez maior da população mundial se
tornará cristã.
3. Pré-milenismo clássico ou histórico. O prefixo “pré” significa “antes” essa posição diz que
Cristo voltará antes do milênio e da grande tribulação, assemelha-se aos pré-tribulacionistas.
No início desse tempo anos satanás será preso (Ap 20.1-3).
Analisemos, agora, a posição pré-tribulacionista.
A cobertura pelo sangue. A Igreja foi purificada pelo sangue de Jesus e não necessita de
outra purificação, pois a Tribulação é uma época de ira, julgamento, indignação, trevas e
destruição, e quem está em Cristo não há condenação (Rm. 8:1).
Em Ap. 4:19 a Igreja é vista no inicio da Grande Tribulação como, assentada, vestida e
coroada. Dessa forma o Arrebatamento precederá a Tribulação. Outra razão pela qual creio
que a posição pré-tribulacionista ter fundo de verdade é porque o Senhor vem para a Igreja
que o livra da ira futura.
CONCLUSÃO: A palavra de Deus está para ser analisada, pesquisada, estudada e
acima de tudo aceita como regra de fé e prática. Não somos donos da verdade, mas
servimos ao Deus que é a verdade em Jesus Cristo. Cada cristão deve ter a sua posição
diante de Deus, deixando de lado a sua opinião formada e crer no poder da palavra que
está acima de tudo e de todos.
Ensino, Pr. Djalma Gomes 08/09/10
Autor: Pastor Ângelo Medrado
Pr. Batista, Avivado, Bacharel em Teologia, PhDr. Pedagogo Holístico docente Restaurador, Reverendo pela International Minystry of Restoration - USA - Autor dos Livros: A Maçonaria e o Cristianismo, O Cristão e a Maçonaria, A Religião do Anticristo, Vendas Alto Nível com Análise Transacional, Comportamento Gerencial.
Casado, 4 filhos, 6 netos, 1 bisneto.

Manifestantes queimaram boneco do bispo americano Terry Jones
O anúncio de que uma pequena igreja cristã americana pretende queimar exemplares do Alcorão – o livro sagrado do Islamismo – para marcar o aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001, no próximo sábado, gerou protestos em países de maioria muçulmana e de autoridades dos EUA.
Em entrevista à rede de televisão americana ABC nesta terça-feira, o comandante das forças da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) no Afeganistão, general David Petraeus, afirmou que o ato pode colocar em risco a vida de soldados nos país.
Além disso, segundo Petraeus, a queima dos livros poderia ser usada por extremistas para incitar atos de violência contra militares e civis.
“Nós estamos muito preocupados com as implicações de uma possível queima do Alcorão nos EUA. Isto muito provavelmente coloca nossos soldados em risco”, disse Petraeus.
“Eu penso que as imagens desta atividade podem muito bem serem usadas por extremistas aqui e em várias partes do mundo. Eles a usariam para inflamar a opinião pública e para incitar a violência contra nossos soldados e civis”, disse.
Também nesta terça-feira, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, afirmou que “qualquer atividade que possa ameaçar nossos soldados será uma preocupação para o governo”.
Nos últimos dias, também foram registradas manifestações na Indonésia e no Afeganistão contra as intenções da igreja Dove World Outreach Center, que fica na Flórida, de queimar exemplares do Alcorão.
‘Mensagem’
Após as declarações, o pastor Terry Jones, da Dove World Outreach Center, afirmou, por meio de um comunicado, entender as críticas, mas disse manter os planos de queimar exemplares do livro sagrado dos muçulmanos no próximo sábado.
“Nós entendemos as preocupações do general (Petraeus), temos certeza de que elas são legítimas. Mesmo assim, sentimos que é hora de os EUA deixarem de pedir desculpas por suas ações. Nós devemos enviar uma mensagem clara para os elementos radicais do Islã: Nós não seremos mais controlados e dominados por seus medos e ameaças. É hora de a América voltar a ser a América”.
A nova polêmica surge em um momento em que um projeto de construção de uma mesquita próxima ao local onde ficavam as Torres Gêmeas, em Nova York, vem causando protestos nos EUA.
Em sua página na internet, a igreja liderada por Jones, que tem cerca de 50 fiéis, traz um texto intitulado “Dez razões para queimar um Alcorão”, no qual compara o islamismo ao nazismo e ao comunismo.
No site também é possível comprar exemplares do livro Islam is of the Devil (“O Islã é do Demônio”, em tradução livre), escrito por Jones, assim como camisetas e canecas com a frase.
Em comentário na rede americana de televisão CNN nesta terça-feira, o pastor disse saber que a ação ofenderá muçulmanos em geral, mas que “a mensagem que estão tentando enviar para a parte radical do Islã é mais importante”.
Segundo Jones, a ação pretende mostrar que os americanos não irão tolerar a “imposição das leis muçulmanas” nos EUA
Igrejas advertem fiéis sobre Censo 2010
CENSO
Adeptos são orientados a dar nome completo do grupo a que pertencem; questionário do IBGE tem 27 denominações com a palavra ‘católica’.
Igrejas e grupos religiosos do Brasil criaram campanhas para orientar os fiéis a usarem nomenclaturas únicas ao declararem suas religiões a funcionários do Censo 2010. Em celebrações e encontros informais, os adeptos passaram a receber recomendações para darem o nome completo do grupo a que pertencem para que sejam representados corretamente na pesquisa. Padres e pastores relatam que o banco de dados usado pelos recenseadores tem, por exemplo, 48 itens com a palavra "luterana" e 27 com a palavra "católica".
Na Igreja Católica, que concentrava 73,6% da população no levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) durante o Censo de 2000, a mobilização foi iniciada pelo arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta. Em um comunicado urgente enviado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e às paróquias do País, ele pede que os fiéis sejam informados no fim das missas que devem declarar que pertencem à "Igreja Católica Apostólica Romana".
"Tomamos a iniciativa de pedir aos fiéis que respondam corretamente, sem se limitar a dizer: "sou católico" ou "sou cristão"", diz o arcebispo. "Muitas vezes as pessoas não levam em consideração os nomes técnicos e o Censo pode ser deturpado por causa de respostas errôneas."
Apenas 11% dos brasileiros serão perguntados sobre esse item, uma vez que as estatísticas sobre religião estão entre aquelas que serão obtidas a partir de amostras. Os 89% que forem selecionados para responder ao questionário básico não serão questionados sobre o tema.
"Como apenas uma pequena parcela da população vai responder a essa pergunta, pode haver diferenças grandes quando as informações forem projetadas de 11% para 100%", afirma d. Orani.
Um dos objetivos das campanhas das diversas religiões e cultos é evitar que respostas consideradas muito genéricas distorçam os dados sobre a população.
O auxiliar administrativo Hilton de Sousa recebeu um recenseador na semana passada e, quando questionado, disse apenas que era "católico".
Nos dados do Censo 2000, no entanto, há estatísticas para as religiões "católica apostólica romana", "católica apostólica brasileira" e "católica ortodoxa".
"O pesquisador não pediu para eu dizer nada além disso. Eu também não fiquei sabendo de nenhuma recomendação da Igreja para responder de outra maneira", explica Hilton, que frequenta igrejas católicas apostólicas romanas.
Líderes religiosos também temem que respostas muito específicas restrinjam os indivíduos a grupos muito pequenos, "pulverizando" determinadas denominações em dezenas ou centenas de subdivisões.
Segundo o arcebispo de São Paulo, cardeal d. Odilo Scherer, respostas existentes nessas listas incluem grupos em plena comunhão com a Igreja Católica Apostólica Romana, como Católica Maronita, Católica Melquita, Católica Ucraniana, Católica Armênia e Católica Síria.
Denominação. O IBGE esclareceu que os entrevistados não são obrigados a citar a denominação completa do grupo religioso a que pertencem e os recenseadores são orientados a registrar qualquer resposta, sem oferecer opções.
Segundo o instituto, para facilitar o trabalho dos entrevistadores, os computadores de mão contêm todas as respostas recebidas no Censo 2000.
Com o auxílio de um sistema de buscas, os aparelhos apresentam ao recenseador uma série de itens quando são digitados os primeiros caracteres de cada resposta, mas também aceitam a inclusão de opções que não estão nessa lista.
Igrejas evangélicas e centros espíritas também divulgam orientações para padronizar as respostas de seus adeptos. "Se as pessoas dizem apenas que são cristãs, a amostra pode ficar imprecisa. Se passam a citar 500 denominações diferentes, os números do setor evangélico podem ficar reduzidos", diz o reverendo Guilhermino Cunha, da Catedral Presbiteriana do Rio.
Data: 6/9/2010 10:37:01