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Mulher mata o namorado, cozinha e serve com arroz a várias pessoas

Metropoles.com
Os dois estavam juntos há 7 anos e foi o irmão da vítima que sentiu sua ausência e chamou a polícia

Um homicídio chocou a cidade de Al Ain, no Marrocos. Uma mulher matou o próprio namorado, cozinhou partes dele e serviu com machboos, um prato típico dos Emirados Árabes que tem o arroz como base. Segundo a imprensa local, os dois estavam juntos há 7 anos e foi o irmão da vítima que sentiu sua ausência e chamou a polícia.

Os policiais foram até a casa da namorada, mas ela disse que tinha colocado o rapaz para fora e não sabia mais onde ele estava. O irmão não aceitou a versão e entrou na residência. Ao olhar para o liquidificador, encontrou um dente. De acordo com o jornal The National, após o DNA, confirmou-se que pertencia ao morto.

A mulher, então, foi presa e confessou o crime. Segundo a autora do assassinato, ela fez isso em um momento de “insanidade”, pois o estava sustentando há anos. Ainda na confissão, ela disse que o arroz foi distribuído para pessoas que trabalhavam perto da casa dela.

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Israel

Mosaico encontrado em Israel retrata conquista de Canaã

Estrutura revela representações detalhadas de várias histórias bíblicas

Os espias no mosaico na sinagoga de HuqoqOs espias no mosaico na sinagoga de Huqoq. (Foto: Jim Haberman)

Arqueólogos que escavam as ruínas de uma sinagoga construída no século V em Israel se depararam com um gigantesco mosaico. Os desenhos encontrados na sinagoga de Huqoq, próxima ao Mar da Galileia, chamam atenção pelos detalhes na representação de relatos bíblicos, sobretudo da conquista de Canaã, a terra prometida.

A equipe da arqueóloga Jodi Magness, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), trabalha no local desde 2012. A cada escavação, novos desenhos são revelados. A maioria são cenas bíblicas, como a arca de Noé, a divisão do Mar Vermelho, o envio dos espias, e Sansão.

Outras são enigmáticas, como a de um jovem levando um animal em uma corda, que seria uma referência à Isaías 11: 6, pois a inscrição diz: “uma criança pequena os guiará”.

Também há imagens históricas, como a da chegada de Alexandre, o Grande, uma raridade na iconografia judaica. “A arte judaica antiga é frequentemente considerada anímica, ou carente de imagens. Mas esses mosaicos coloridos e cheios de cenas figuradas atestam uma rica cultura visual”, explica a arqueóloga ao National Geographic.

Torre de Babel no mosaico da sinagoga de Huqoq. (Foto: Jim Haberman)

As figuras descobertas este ano mostram o profeta Jonas engolido por um peixe e a construção da Torre de Babel. A dra. Magness disse que são reproduções muito diversificadas, a mais importante desse tipo já encontrada em uma sinagoga antiga.

Por exemplo, há diferentes espécies de peixe e um golfinho na que mostra a história de Jonas. Os trabalhadores da torre de Babel possuem diferentes tons de pele e vestimentas, representando a variedade cultural da humanidade. Além disso, eles usam uma série de polias e cordas, que refletiam em detalhe as técnicas de construção romana, comum no século V.

Jonas e a baleia no mosaico da sinagoga de HuqoqJonas e o grande peixe no mosaico da sinagoga de Huqoq. (Foto: Jim Haberman)

Para os arqueólogos os mosaicos quebram a concepção que na região de Huqoq todas as aldeias judaicas estavam sob o domínio cristão de Roma. “Os mosaicos que decoram o piso da sinagoga Huqoq revolucionam nossa compreensão do judaísmo neste período”, afirma Magness.

A prática de decorar a sinagoga com mosaicos tinha como objetivo ensinar seus frequentadores sobre as passagens da Bíblia, já que a grande maioria da população não sabia ler. “Judeus e cristãos reivindicavam a mesma herança, ambos têm suas raízes em Israel”, lembra Magness.

Não é raro que as sinagogas desse período contenham arte bíblica. “O que é incomum é a riqueza e diversidade das cenas em uma sinagoga de uma aldeia tão pequena”, ressaltou ela, destacando que no próximo ano sua equipe voltará a escavar o local.

Escavação na sinagoga de Huqoq. (Foto: Jim Haberman)
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Cultos

Pastor convoca vigília antes de show de banda “adoradora do Diabo”

Apresentações da Ghost são marcadas pela invocação do Diabo

Banda Ghost em apresentação no BrasilBanda Ghost em apresentação no Brasil.

Os shows da banda sueca Ghost sempre foram marcados pelas invocações ao diabo. Mas um pastor de Midland, no Texas (EUA), decidiu reagir quando soube que eles fariam uma apresentação na cidade nesta segunda-feira (19).

Larry Long convocou os membros de sua igreja para uma vigília em frente à casa de shows Wagner Noël Performing Arts Center, onde o Ghost se apresenta. “O que essas pessoas [que contrataram o show] estão pensando? Eles se importam com o que a maioria de nossa comunidade possa pensar sobre algo assim?”, questionou o líder religioso no programa de rádio “The Morning Show with Craig Anderson”.

Embora saiba que existe liberdade religiosa nos Estados Unidos, o pastor Long afirmou que o conteúdo das músicas da banda o incomodou.

“Acho que nossa comunidade deveria ficar alarmada. Isso não é saudável. Nós, cristãos, acreditamos que o diabo é real, então quando você tem uma banda que adora o diabo –e eu tenho certeza que a banda acredita que o diabo é real– duvido que eles estejam fazendo isso somente como parte de sua música.”

Algumas horas antes da apresentação, um grupo liderado pelo pastor fez um clamor, onde pedia que Deus repreendesse a manifestação do maligno no local.

Recentemente, o vocalista do Ghost, Tobias Forge – que sobre ao palco vestido de sacerdote empunhando cruzes de cabeça para baixo – falou sobre as músicas do seu novo álbum: “Ele é vagamente temático em torno do conceito de morte e destruição. Falamos dos tempos medievais, a Peste Negra… A maioria das pessoas sabia muito pouco, então tudo era Deus ou o Diabo – e sobre a fé deles sendo questionada: por que estamos sendo atingidos por este grande flagelo? Deve ser por causa de não temermos a Deus o suficiente e toda essa besteira supersticiosa”.