Categorias
Cultos

Sete suspeitos de ritual satânico com crianças têm prisão decretada

Ritual de magia negra
  Ritual de magia negra

Sete suspeitos de participação em um ritual satânico que resultou na morte de pelo menos duas crianças no interior de um templo em Morugava, em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, tiveram a prisão preventiva decretada.

Os nomes dos suspeitos foram divulgados pela Polícia Civil de Novo Hamburgo nesta segunda-feira. Quatro deles, inclusive o líder do templo satânico, já estão presos.

Os presos são: Silvio Fernandes Rodrigues, apontado como o bruxo que fez o ritual; Jair da Silva, que teria encomendado o ritual oferecendo R$ 25 mil; Andrei Jorge da Silva, filho de Jair, e Márcio Miranda Brustolin,

Segundo a polícia, são considerados foragidos o argentino Jorge Adrian Alves, que teria roubado as crianças; Anderson da Silva, outro filho de Jair, e Paulo Ademir Norbert da Silva.

Conforme a investigação, o ritual para conseguir a prosperidade no ramo imobiliário, encomendado pelos sócios, envolve sacrifício. O delegado Moacir Fermino disse ainda que tudo leva a crer que as duas crianças mortas no ritual sejam argentinas. Em entrevista coletiva, o delegado disse que Jorge Adrian tem amigos no Rio Grande do Sul e teria raptado as crianças argentinas, que seriam irmãs, em troca de um caminhão roubado.

O crime ocorreu em setembro do ano passado. Os corpos das crianças foram achados esquartejados no bairro Lomba Grande. Algumas partes estavam faltando e só foram localizadas dias depois. Os membros deles estavam em sacos de plástico em caixas de papelão abandonadas em um ponto deserto do bairro.

A polícia do Rio Grande do Sul já entrou em contato com a Interpol e com a Polícia Federal para conseguir ajuda na identificação das duas crianças. Foram realizados exames de DNA, mas não conseguiram a identificação.

No templo, a polícia apreendeu vários materiais que estão ligados ao esquartejamento das crianças.Os corpos teriam sido esquartejados no local.

Fonte: Fátima News

Categorias
católicos

Padre Reginaldo Manzotti é acusado de engravidar jovem de 21 anos

Padre Reginaldo Manzotti
   Padre Reginaldo Manzotti

O padre Reginaldo Manzotti está sendo acusado de ter engravidado uma jovem de 21 anos identificada como Adriele Fernandes.

Segundo informações, Adriele que mora na cidade de Porteirinha em Minas Geras, contou que teria se encontrado diversas vezes com o sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana.

“Tem sido difícil pra mim. Já entrei em contato com ele (Reginaldo), mas diz que não me conhece, que nada aconteceu, mas, eu vou provar. Assim que a criança nascer, vou entrar na justiça e exigir exame de DNA e isso vai esclarecer tudo. Não quero prejudicar ele. Gosto muito dele e o que ele faz com as pessoas, mas, um filho é coisa séria”, disse a jovem ao site Mais Visitas.

Ao ser questionada sobre a certeza de que o padre Reginaldo seria o pai, a jovem afirma que nunca saiu com nenhum outro homem além do padre cantor.

O caso, ganhou ainda mais repercussão logo após o jornalista Leo Dias, publicar a acusação em sua coluna no jornal O Dia.

Segundo Leo, ao tomar conhecimento dessas acusações, a assessoria do padre, teria emitido uma nota oficial, onde esclarece que essa “notícia é falsa”. A assessoria ainda garante que o “padre não conhece a jovem “e que ele exerce o seu sacerdócio “de forma primorosa e fiel”.

O padre Reginaldo Manzotti, tem 48 anos de idade, sendo ordenado a Padre no ano 1995, além de atuar como cantor católico, ele é também conhecido como “O Padre que reúne multidões”. Só no facebook, ele tem mais de seis milhões de seguidores. Com informações de Portal Padom e O Dia e Folha Gospel.

Categorias
Noticias

Regime de Evo Morales criminalizará a evangelização na Bolívia

Novo Código Penal legalizou o aborto e impôs censura à imprensa

          Regime de Evo Morales criminalizará a evangelização Bolívia

Lideranças evangélicas e católicas da Bolívia estão denunciando a tentativa do presidente Evo Morales criminalizar a evangelização. O “Novo Código do Sistema Criminal” boliviano, proposto em dezembro e que deve ser aprovado em breve, trouxe uma série de mudanças na legislação, visando se conformar à visão bolivariana de sociedade.

Bispos católicos e pastores de diferentes igrejas evangélicas chamam atenção o artigo 88, que prevê com prisão de sete (7) a doze (12). O problema é que seu 12º parágrafo caracteriza como crime “o recrutamento de pessoas para participação em organizações religiosas ou de culto”.

Nesta segunda-feira (8), centenas de evangélicos fizeram manifestações na capital La Paz. Além dos líderes religiosos, também protestam os advogados e os jornalistas. Eles denunciam que o Novo Código do Sistema Criminal acaba com a liberdade de imprensa nos artigos 309, 310 e 311, que tratam de “injúria e difamação”. Na prática, eles preveem prisão para quem fizer denúncias contra o governo e os políticos bolivianos.

O argumento central do governo boliviano é que a liberdade de expressão (seja ela religiosa ou na imprensa) é uma “concessão de Estado”. Esse é um pensamento típico das ditaduras, que aproxima mais ainda a Bolívia da Venezuela, que compartilha do mesmo ideal “bolivariano” – que nada mais é uma forma latino-americana de comunismo.

Um grupo de representantes da associação Igrejas Evangélicas Unidas revelou fez um ato em frente ao Palácio do Governo e à Assembleia Legislativa, que deverá aprovar as mudanças propostas por Evo Morales. Eles divulgaram uma declaração onde exigem “a revogação total do Novo Código do Sistema Criminal”.

Susana Inch, assessora jurídica da Conferência Episcopal Boliviana (CEB), disse que “Há uma forte preocupação na Igreja Católica e em todas as instâncias religiosas por causa do conjunto de leis que estão gerando ambiguidades, onde os direitos fundamentais das pessoas podem ser afetados… resultando em uma perseguição injustificada”.

Campanha de oração

Segundo os pastores, o artigo 88 dá margem a interpretações de que qualquer atividade de evangelização seja criminalizada. Também dizem que isso inviabiliza o trabalho com pessoas que recebem nos centros de recuperação de alcoolismo e dependência de drogas dirigido por religiosos.

As propostas da nova lei contradizem o artigo 4 da Constituição da Bolívia, que prevê a liberdade de culto. No entendimento dos líderes religiosos, toda manifestação fora dos templos estaria sujeita à censura, o que impediria, por exemplo, retiros de igrejas, procissões ou caminhadas do tipo “Marcha para Jesus”.

Chamam a atenção também para as “restrições à realização de atividades em grupo”, contempladas na nova legislação, que poderia resultar na intromissão do governo nas atividades das igrejas, como cultos.

O pastor Miguel Machaca Monroy, presidente das Igrejas Evangélicas de La Paz, acredita que a formulação desta lei os impedirá de pregar e evangelizar nas ruas. Por isso, eles estão fazendo uma campanha de oração e jejum em favor do país.

A liderança da Assembleia de Deus da Bolívia emitiu um pronunciamento, dizendo que o país se encontra em uma “situação de emergência, que pelo visto é gravíssima”. Os pastores também são contrários ao artigo 157, que legaliza do aborto. Com informações de La Razón e Los Tiempos