Eclética - Ad Majorem Dei Gloriam -Shema Yisrael Adonai Eloheinu Adonai Ejad, = "Ouve Israel! O Senhor é Nosso Deus e Senhor, o Senhor único." PIX: 61986080227
Autor:Ângelo Medrado
Pr. Batista, Avivado, Bacharel em Teologia, PhDr. Pedagogo Holístico docente Restaurador, Reverendo pela International Minystry of Restoration - USA - Autor dos Livros: A Maçonaria e o Cristianismo, O Cristão e a Maçonaria, A Religião do Anticristo, Vendas Alto Nível com Análise Transacional, Comportamento Gerencial.
Casado, 4 filhos, 6 netos, 2 bisnetos.
Conforme informações da igreja, ao menos 30% dos fiéis faltaram aos cultos na semana.
por Cristiano Medeiros
Nova Cracolândia afasta fiéis da Primeira Igreja Batista de São Paulo
A Primeira Igreja Batista de São Paulo está perdendo fiéis com a instalação de uma nova Cracolândia, na Praça Princesa Isabel, próximo ao templo. Na semana passada uma operação da Prefeitura dispersou os usuários de droga do antigo local, o que resultou na mudança de endereço.
José Carrasco (65) frequenta há 15 anos a igreja, e com a proximidade dos usuários decidiu se tornar um segurança voluntário. “Como eu faço parte, conheço bem quem frequenta. Então, a ideia é identificar quem é quem e fazer com que as pessoas se sintam acolhidas, se sintam seguras, ao me ver.”
Conforme informações da igreja, ao menos 30% dos fiéis faltaram aos cultos na semana anterior. Por isso, Carrasco foi um dos membros que aceitou vestir um colete e ficar com os olhos atentos na movimentação da praça.
José já trabalhou como vigilante. Ele comentou que não enfrenta problemas com a nova função. “É sossegado. Se a gente não mexe com eles (usuários), eles não mexem com a gente”.
“Os membros fazem trabalho voluntário, com reforço principalmente em horários de culto”, admitiu o pastor Reinaldo Junior (35), segundo quem, também foi pedido reforço de policiamento ao 13.º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela área.
A Igreja também pôs à disposição dos frequentadores, no domingo, uma van para levá-los ao Metrô Santa Cecília e ao Terminal Princesa Isabel. “No domingo da operação ficou bem vazio”, relatou o pastor.
Igreja desenvolve trabalho com dependentes químicos
A Primeira Igreja Batista é conhecida pelo trabalho social realizado com usuários de drogas da Cristolândia. O projeto oferece café da manhã, banho e almoço aos usuários. “Depois da operação, o fluxo na Cristolândia cresceu de 300 para 450 pessoas por dia”, diz Junior.
O projeto faz, ainda, internação voluntária em quatro comunidades terapêuticas. As cerca de 120 vagas, no entanto, já estão preenchidas. “Não é só a gente: todos os lugares estão cheios”, afirma. “Por isso que, antes de se falar em internação compulsória, como está sendo discutido, tem de saber se há vagas disponíveis. Não há.” Com informações do Estado de São Paulo e Gospel Prime
Líder evangélico disse que fez a diferença na cadeia
por Jarbas Aragão
“Na Papuda, fui tratado como se fosse Jesus, por todos!”
O pastor Caio Fabio usou as redes sociais nesta terça-feira (30) para comentar os quatro dias que passou na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal.
Preso pela Polícia Federal no dia 24, sua detenção foi tratada como boato até que “vazou” um áudio onde ele procurava explicar a situação para as pessoas ligadas ao seu ministério. Dois dias depois, outro áudio, gravado pela sua esposa, Adriana pedia que as pessoas orassem por ele e evitassem falar no assunto, mas ressaltou que Caio Fabio estava evangelizando lá dentro.
Solto com Habeas Corpus no sábado, o pastor postou um breve vídeo nas redes sociais onde afirmou que seus dias na penitenciária foram “de envio apostólico missionário”. Segundo ele, tudo ocorreu para que cumprisse o que havia pregado na semana anterior, sobre os cristãos serem “cartas vivas”. Declarou que foram “dias de milagres, de graça e de maravilhas” e que teve um sinal singelo “que tudo aquilo foi apenas missão”.
No vídeo desta terça, ele mostra imagens do momento em que foi solto e foi enfático ao declarar que houve choro dos outros detentos pela sua partida. “Eu tenho 136 pessoas de testemunha lá dentro, por que eles me trataram como se Jesus tivesse ido passar 3 noites e um dia na prisão”. O texto que acompanha o vídeo diz: “”Na Papuda, fui tratado como se fosse Jesus, por todos!”
O pastor ressaltou ainda que foi tratado “como um anjo do Senhor por todos: os internos e a administração”. Explicou que recebeu muito “carinho e reverência” e ouviu que cerca de 90% dos que estão na papuda tem o hábito de assistir suas ministrações e programas da Vem e Vê, sua TV online.
O líder evangélico disse que fez a diferença na Papuda, enchendo o lugar de luz e que “está impregnado para todo lado, como a semente do Reino que vai entrando em todos os lugares”. Finalizou agradecendo a Deus “por tudo isso”.
Entenda o caso
O líder do Caminho da Graça responde na justiça pelo envolvimento no chamado “dossiê Cayman”, uma série de documentos falsos que vieram à tona em 1998, nas vésperas da eleição presidencial. Ele continha dados sobre uma empresa e de contas que supostamente eram controladas por Fernando Henrique Cardoso, candidato à reeleição.
O conjunto de papéis também mostrava depósitos de US$ 368 milhões nessas contas, dinheiro arrecado por meio de propina recebida pela privatização de empresas do setor de telecomunicações.
A participação de Caio teria sido uma intermediação, junto a Lula, o principal concorrente de Fernando Henrique. O pastor sempre negou ser culpado, dizendo ter sido envolvido por terceiros. Acabou condenado em 2011, mas recorreu. Este ano, por falta de acompanhamento do seu advogado, acabou levado para a prisão. Com informações do Gospel Prime
Durante enterros de mártires, coptas bradavam: “Com nosso sangue e alma, defenderemos a cruz!”
por Jarbas Aragão
“Temos orgulho em morrer por Jesus”, afirmam cristãos egípcios
Os cristãos do Egito, na maioria coptas, estão sofrendo grande pressão após o assassinado de 29 fiéis, incluindo várias crianças. Ameaçados de extermínio pelos jihadistas do Estado Islâmico e abandonados pelo governo, eles dizem que irão resistir até o fim.
“Temos orgulho de morrer sem negar a nossa fé [em Jesus]”, disse o bispo Makarios, o principal líder copta de Minya, no fim de semana.
No sábado, homens armados forçaram os cristãos que estavam em dois ônibus e uma caminhonete a caminho de um mosteiro a pararem. Retirados dos veículos, ouviram que se não renunciassem sua fé e se convertessem ao islã, morreriam.
A notícia que nenhum capitulou, nem mesmo entre as crianças, e por isso foram martirizados, enviou uma forte mensagem a todos os cristãos do país.
“Com nosso sangue e alma, defenderemos a cruz!”, bradava um grupo diante da Igreja da Sagrada Família, na aldeia de Dayr Jarnous. “Queremos justiça ou morrer como eles”, ecoaram outros. Ouviu-se ainda uma frase que mostra oposição direta ao credo islâmico: “Não há Deus senão Jeová, e o Messias é Deus!”.
Também chama atenção os relatos dos sobreviventes, que contam como as crianças tentaram se esconder sob os assentos de ônibus para escapar dos primeiros tiros.
Um menino pequeno, com cerca de 6 anos, disse que sua mãe o empurrou para debaixo de seu assento e o cobriu com um saco, explica a rede CBC. Uma jovem que se recupera no hospital disse que os agressores roubaram todas as joias e dinheiro que conseguiram antes de abrir fogo, matando os homens primeiro e depois algumas das mulheres.
Conquista jihadista
Desde o final do ano passado, quando anunciaram ao mundo que estavam chegando no Egito para conquistar, soldados do Estado Islâmico já mataram mais de 100 cristãos em uma série de ataques separados, incluindo atentados a igrejas e assassinatos premeditados.
O governo egípcio deu uma resposta tímida à onda de violência, decretando estado de emergência após as explosões durante a Páscoa. No final de semana realizou uma série de ataques aéreos contra supostas bases do Estado Islâmico na vizinha Líbia, mas sem eficácia comprovada.
Os coptas reclamam que o governo não está fazendo o suficiente para protegê-los de radicais e punir os responsáveis. Entre as muitas famílias que fugiram da Península do Sinai, ao Norte, a queixa é que não tiveram qualquer ajuda governamental para que possam recomeçar.
O caso mais conhecido é o de Nabil Saber. Ele saiu da aldeia de Al-Arish com a família e tentou se estabelecer em Port Said em fevereiro. Sem emprego nem apoio do governo, decidiu voltar para sua antiga casa e acabou morto pelos jihadistas.
Diferentes líderes mundiais condenaram o massacre de cristãos pelo Estado Islâmico, desde o Papa até o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas nenhuma ajuda financeira foi oferecida aos refugiados da Península do Sinai nem às famílias das vítimas.