Ex-muçulmana agora vive “novo caminho” na China

 

Vidente chinesa conhece Jesus em sonho e se torna evangelistaVidente conhece Jesus em sonho e se torna evangelista

A religião tradicional chinesa conhecida como ‘Shaman’, era a mais forte no noroeste do país milhares de anos atrás. Com o crescimento do islamismo em toda a China, um forma de sincretismo religioso se fortaleceu na região na década de 1950.

Apesar de se declararem islâmicos, muitos desses chineses continuavam consultando videntes. Amã era muito famosa em sua aldeia por possuir ‘poderes mágicos’. Era uma vidente shaman, que dava conselhos sobre tudo, revelando o dia certo para alguém se casar, e fazendo ‘trabalhos’ para se evitar acidentes de carro.

Em agradecimentos pelos seus serviços ela recebia muitas ofertas financeiras. Também gozava de prestígio em sua comunidade. Contudo, por causa de um grave problema de saúde, ela acabou ficando paralisada, presa a uma cama. Os médicos não conseguiam diagnosticar a doença.

Certo dia, ela teve um sonho. “Eu estava no banco detrás de um táxi e eu vi meu irmão mais velho dirigindo”, conta Amã, “só que ele estava dirigindo para a escuridão interminável. No lado direito, havia três homens que usavam roupas brancas e brilhantes, e se aproximavam de mim. Eles me disseram que era hora de fazer uma escolha. E eu vi dois homens à esquerda, de preto, me convidado para o seu lado. E eu pensei: prefiro vestes brancas! Escolhi os homens que brilham. E eles brilhavam tanto que não se podia ver seus rostos. ”

Quando acordou, percebeu que estava sendo curada. Logo começou a andar novamente e sabia que havia feito a escolha certa. “Através do meu sonho, eu sabia em meu coração que um dos homens vestindo roupas brancas era Jesus”, testemunha hoje. “Encontrei uma Bíblia e passei os dias seguintes lendo o Novo Testamento”.

Sua família, a maioria muçulmanos, diziam que ela se tornar uma seguidora de Jesus trazia vergonha a eles e à aldeia. “Eu sabia que tinha que compartilhar minha experiência com meu marido e ele também precisava de salvação”, assevera. No início ele se recusou a ouvi-la e eles  tiveram uma grande briga na noite que ela contou sobre sua experiência com Jesus.

Naquela noite, seu marido teve um sonho semelhante e acordou convencido que verdadeiramente Jesus é o único caminho. Mas a vida deles não era fácil. Foram perseguidos por seus parentes, que agrediram os filhos do casal.

Mesmo assim, Amã compartilhava o evangelho sempre que tinha oportunidade. Quando as pessoas a procuravam para obter ‘respostas espirituais’, passaram a ouvir sobre o “novo caminho” e são convidados a crer em Jesus. Muitas pessoas da sua aldeia e mesmo de aldeias vizinhas vieram ao Senhor por causa de seu testemunho.

Já existe um pequeno grupo na vila em que ela mora que se reúne para ler a Bíblia juntos semanalmente. Eles estão recebendo apoio de missionários da Portas Abertas, que compartilhou esse testemunho e pede orações, pois a polícia recentemente os proibiu de se reunir.

Muçulmanos marcham em Londres exigindo um califado

Foi a segunda manifestação pública após a derrota do EI em Aleppo

por Jarbas Aragão

Muçulmanos marcham em Londres exigindo um califado  Muçulmanos marcham em Londres exigindo um califado

Cerca de mil muçulmanos marcharam pelas ruas de Londres gritando ‘Allahu Akbar’ pela segunda vez em uma semana. Eles fizeram uma série de protestos para exigir um califado islâmico. Ficaram concentrados em frente à embaixada da Síria, onde criticaram a participação do Reino Unidos na guerra.

Dias depois, em nova manifestação pública, cerca de 400 muçulmanos britânicos viajaram para a capital, vindo de cidades do interior como Birmingham e Bradford. Os líderes que comandavam a marcha voltaram a criticar os EUA, culpando o país pela situação na Síria. Entre orações e cânticos, a multidão defendia o restabelecimento de um califado no Oriente Médio.

Havia uma enorme bandeira laranja que dizia “exércitos muçulmanos” e pedia a nomeação de um novo “khalifah rashidah” – título dos quatro primeiros califas que sucederam Maomé. Outros empunhavam bandeiras pretas adornadas com escrita árabe, semelhantes às usadas pelo Estado Islâmico, e uma da Al Qaeda.

Um cartaz dizia: “Os exércitos muçulmanos marcham para a frente. Não tenha medo, a vitória está próxima”. Outro protestava:  “Dezenas de milhares de homens, mulheres e crianças muçulmanos estão à mercê do regime sírio sedento de sangue e seus aliados”.

A segunda marcha foi organizada pela organização Hizb ut-Tahrir, que fez a convocação através da internet apenas um dia antes. Também conhecido pelas iniciais HT, eles pregam um  conflito ideológico direto com o Ocidente. Seus idealizadores acusam a Grã-Bretanha de liderar uma “campanha” contra os muçulmanos em todo o mundo.

Oficialmente, o grupo afirmava que o protesto era para demonstrar apoio a Aleppo. Palavras de ordem incluíam “EUA, você pagará!”. Nos últimos três meses os jihadistas do Estado Islâmico sofreram granes derrotas na Síria e no Iraque, tendo em Aleppo um de seus últimos redutos.

Os muçulmanos do Reino Unido fizeram um apelo aos demais seguidores do Islã na Europa: “Irmãos e irmãs, juntem-se a nós para levantarem a voz da verdade. Levantem sua voz pelos seus irmãos e irmãs na Síria”.

Segundo o jornal Express UK, o HT defende que os muçulmanos ocidentais lutem por uma “revolução islâmica” em seus países. “Os valores liberais – secularismo, direitos humanos e pluralismo – são rejeitados por não serem islâmicos e diferem da doutrina islamista”, alega o material de divulgação do HT.

A polícia acompanhou a marcha a distância. Em determinados momentos, tentaram controlar os mais exaltados. Ninguém foi preso.

Protesto muçulmano em Londres.

Enclaves islâmicos

Em nome da tolerância e do multiculturalismo, as autoridades britânicas não se manifestaram oficialmente sobre o ocorrido. As manifestações no centro de Londres ocorrem duas semanas após o Daily Mail revelar o crescimento de enclaves islâmicos no Reino Unido, berço do movimento missionário cristão moderno.

Em algumas partes da ilha, comunidades de muçulmanos vivem isolados do restante da sociedade. Raramente saem de seus bairros e possuem seus próprios conjuntos habitacionais, escolas e canais de televisão. Há, inclusive,  “patrulhas da virtude”, comuns em países do Oriente Médio. Elas obrigam as mulheres a cobrirem a cabeça e censuram qualquer tipo de manifestações que não siga a sharia, lei religiosa baseada no Alcorão.

Esses islâmicos acreditam, por exemplo, que a maioria dos britânicos compartilhar de sua fé, pois a Grã-Bretanha é um país muçulmano onde 75% da população segue o Islã.

O levantamento indica que esses enclaves muçulmanos estão concentrados em áreas ao norte, como Bradford, Dewsbury e Blackburn. Oficialmente, o governo estuda maneiras de aumentar a ‘integração’ dessas pessoas com o restante do país.

Dados do último Censo, de 2011, indicavam que o número de muçulmanos no Reino Unido era menos de cinco por cento, enquanto os cristãos seriam quase 60%. Porém, as taxas de natalidade e afluxo de imigrantes, indicam que até 2050 o cristianismo será uma religião minoritária não só na Grã-Bretanha, mas também na França.

Assista:

Jihadistas treinam filhas de 7 e 9 anos para serem crianças-bomba

Vídeo divulgado na internet mostra meninas gritando ‘Allahu Akbar’ antes de atentado

por Jarbas Aragão

Jihadistas treinam filhas de 7 e 9 anos para serem crianças-bombaJihadistas treinam filhas para serem crianças-bomba

Na última sexta-feira (16), uma menina de 7 anos entrou na delegacia de polícia do bairro de Midane em Damasco, capital da Síria. Pedindo para usar o banheiro, ela foi acompanhada por um policial.

Minutos depois, o cinto de explosivos que ela tinha preso ao corpo foi acionado à distância. Além da menina, morreram 3 policiais. A imprensa não divulgou o nome dela, nem detalhes do atentado.

Nesta terça (21) um vídeo foi publicado pelos pais da menina, mostrando que ela fora treinada e sabia que morreria para “satisfazer Alá”. Essa foi a primeira vez que uma criança foi utilizada para um atentado com cinto de explosivos em Damasco.

O vídeo, divulgado pela imprensa europeia, mostra como foram os próprios pais da pequena Islam que treinaram ela e a irmã Fatima (9 anos) para serem crianças-bomba. O nome do casal jihadista não foi divulgado.

A mãe, que veste uma burca preta, abraça as crianças várias vezes, enquanto se despede das meninas, que vestem casacos e tocas de lã. O pai, que filma tudo, faz um discurso sobre a necessidade dos sírios se livrarem do presidente Assad. Ao fundo, uma bandeira preta, com dizeres em árabe, símbolo do califado.

Ele pergunta a elas se somente homens adultos deveriam tomar parte na jihad. As meninas dizem que ninguém é jovem demais para a guerra santa e clamam ‘Allahu Akbar’ antes de saírem da sala. Na sequência, o homem aparece frente a câmera. Diz então o nome das crianças: Islam e Fatima. Pergunta à mais nova o que ela “vai fazer hoje”, a resposta surpreendente é que ela iria realizar um atentado suicida.

Segundo a imprensa síria, o homem é membro do grupo terrorista Jabhat Fateh al-Sham, anteriormente conhecido como Al-Nahsa.

Ainda no vídeo, ele questiona: “Você não vai ter medo porque está indo para o paraíso, certo?”. A menina da esquerda responde simplesmente: “Sim”. Então o pai ora para que Alá aceite o sacrifício que elas estão fazendo.

Não há informações se a mais velha cometeu outro ataque.

Especialistas acreditam que o vídeo foi divulgado agora como uma maneira de estimular grupos rebeldes a retomarem a luta armada após a grande derrota para o exército sírio em Aleppo.  Para o resto do mundo é mais um testemunho do fanatismo islâmico que parece se multiplicar a cada dia no mudo todo.

Assista: