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Bianca Toledo divulga foto de Felipe Heiderich com maquiagem e bíblia satânica

Pastora faz insinuações sobre o testemunho de Felipe Heiderich

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 Bianca Toledo mostra ex com maquiagem e bíblia satânica
 O fim do casamento da pastora e cantora Bianca Toledo com o pastor Felipe Heiderich continua repercutindo fortemente nas redes sociais. Após as graves denúncias que fez contra o ex e a prisão dele, agora ela apresenta imagens que comprometem o testemunho dele.

Bianca havia dito em vídeo que Felipe era homossexual e tinha praticado pedofilia contra o filho dela, de apenas 5 anos. Quando Felipe saiu do presídio de Bangu, onde ficou cerca de uma semana, prometeu provar sua inocência.

O caso foi noticiado amplamente pela mídia e comentado por personalidades religiosas e políticas do país. Muitas pessoas acusaram a pastora de não ter provas contra o ex, que continua jurando inocência e está em prisão domiciliar. Ela publicou nas últimas horas imagens de objetos que afirma serem do pastor. Entre eles, uma foto dele usando maquiagem e uma bíblia satânica.

O texto escrito por ela para acompanhar a postagem dizia: “Objetos encontrados em minha casa, no escritório do acusado, durante sua internação em hospital psiquiátrico após tentativa de suicídio”.

Deixando implícito que Heiderich tem envolvimento com o satanismo, disparou: “Eu não tenho medo da mentira. O pai dele teme o meu Deus”.

Post de BIanca Toledo

Também pediu desculpa às pessoas que acreditavam que o casamento deles era um exemplo. “Aceito e compartilho da indignação de cada um daqueles que acreditavam que eu tinha o casamento perfeito. Eu também achava. Ele me fez achar isso. Mesmo hoje, olhando de fora, vendo que estávamos longe do que Felipe pregava sempre aos casais”. Por um motivo não revelado, acabou apagando o post. Mas vários sites como MSN e Famosidades tiraram print da publicação.

Rebatendo críticas

A cantora foi acusada por muitas pessoas de ter criado uma situação que resultou na prisão de Felipe após uma briga de casal. Também recebeu muitas mensagens que a criticavam pela exposição demasiada do filho.

Isso inclui o relato do abuso e as várias fotos que aparece ao seu lado em selfies no Instagram e no Facebook., com informações gospelprime.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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O poder do beijo – o ósculo santo

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O ósculo santo (em latim: osculum pacis), chamado também de beijo da paz, foi uma forma de saudação usada por Jesus Cristo e seus discípulos, pela ação de beijar a face mutuamente, não somente em regiões onde esse era um costume habitual, mas também entre os cristãos de Roma.[1] Embora algumas denominações ensinem que ósculo santo era um toque terno e rápido dos lábios cerrados, praticado entre o sexo oposto na fé em Cristo, pelo que se observa atualmente entre a população do Oriente, o ósculo santo consistia em um beijo na face, embora alguns livros apócrifos dizem ser um beijo nos lábios, de curta duração. (selinho),

O apóstolo Paulo não descreveu os detalhes desta saudação, de modo que desse a entender o modo como era procedida com exatidão. Se somente entre pessoas do mesmo sexo ou não. Se na face ou toque de lábios. Ele, entretanto, recomendou aos fiéis da cidade de Corinto, Roma e aos de Tessalônica que saudassem uns aos outros com ósculo santo.

O apóstolo Pedro também recomenda a prática em sua epístola aos estrangeiros dispersos no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia (segundo I Pedro) conforme podemos notar nos seguintes trechos bíblicos:
O beijo no mundo bíblico era uma saudação comum. Para os primeiros cristãos, todavia, se tornou um sinal do amor fraterno. É por isso que se acrescentou o adjetivo “santo”. Pedro chama de “beijo da caridade” (1Pedro 5,14).
Tertuliano, um dos padres da Igreja, o definia “osculum pacis” e as Constituições Apostólicas o chamava de “beijo do Senhor”.
Justino, outro Padre da Igreja e mártir, diz que era normal entre os cristãos dar-se um beijo fraterno antes da Santa Ceia. Alguns acreditam que o presidente da celebração beijava o seu vizinho e este o seu próximo e assim por diante; o mesmo se fazia entre as mulheres. Desta prática deriva o “abraço da paz” que os católicos realizam antes da comunhão, no rito da missa.Citações bíblicas que mencionam essa saudação• Lucas 7,45: Não me deste ósculo, mas esta (mulher pecadora), desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés.
Romanos 16,16: Saudai-vos uns aos outros com santo ósculo. As igrejas de Cristo vos saúdam.
1 Coríntios 16,20: (…) Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.
2 Coríntios 13,12: Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.
1 Tessalonicense 5,26: Saudai a todos os irmãos com ósculo santo.
1 Pedro 5,14: Saudai-vos uns aos outros com ósculo de amor. Paz seja com todos vós que estais em Cristo.

Em seu novo livro, ‘The Science of Kiss’, a cientista e jornalista Sheril Kirshenbaum explica por que o beijo faz todo sentido do ponto de vista biológico e por que os seres humanos gostam tanto de beijar

Aretha Yarak

Burt Lancaster e Deborah Kerr em 'A Um Passo da Eternidade': sentidos aguçados

Burt Lancaster e Deborah Kerr em ‘A Um Passo da Eternidade’: sentidos aguçados (Reprodução)

“O beijo ativa todos os nossos sentidos – como o olfato, o paladar e o tato – para que forneçam pistas sobre a compatibilidade e o potencial a longo prazo do parceiro”

“Embora o beijo possa transmitir bactérias e vírus, é algo relativamente seguro. Existe um número muito maior de germes que podem ser transmitidos por um aperto de mão”

“Ninguém nunca me beijou como você”, diz a esposa infeliz vivida por Deborah Kerr ao amante interpretado por Burt Lancaster, na célebre cena de A Um Passo da Eternidade. O arrebatamento ganha contornos dramáticos no filme de Fred Zinnemann.

Já na vida real, é o resultado genuíno de uma complexa cadeia de reações biológicas cujo propósito, justamente, é nortear a decisão de investir ou não num relacionamento. “O beijo ativa todos os nossos sentidos para que forneçam pistas sobre a compatibilidade e o potencial a longo prazo do parceiro”, diz ao site de VEJA a pesquisadora Sheril Kirshenbaum e explica a origem e a evolução do beijo e por que faz bem à saúde

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A capa do livro 'The Science of Kiss', de Sheril Kirshenbaum

A capa do livro ‘The Science of Kiss’, de Sheril Kirshenbaum

Qual a origem do beijo? O registro mais antigo do beijo vem da Índia. São textos em sânscrito de 3.500 atrás. No entanto, considerando tantos comportamentos similares no reino animal, especialmente entre primatas, pode-se supor que os humanos, de alguma maneira, sempre se beijaram.

Por que beijamos? O beijo ativa todos os nossos sentidos – como o olfato, o paladar e o tato – para que forneçam pistas sobre a compatibilidade e o potencial a longo prazo do parceiro.

Nosso corpo e cérebro nos ajudam a decidir se devemos investir no relacionamento. Ao mesmo tempo, as terminações nervosas existentes nos lábios fazem da experiência algo extremamente agradável. E é função dos hormônios e dos neurotransmissores promoverem o vínculo e a proximidade entre as duas pessoas.

O beijo é uma evolução biológica? Como fica a influência cultural? O ato de beijar é um exemplo maravilhoso de comportamento que combina inclinações naturais e aprendizado. Nós temos um instinto biológico muito forte que nos impulsiona a beijar outra pessoa, mas isso é também um comportamento aprendido e moldado pela cultura e pela própria experiência pessoal. Em regiões onde não existe a tradição de beijar, da maneira como a entendemos hoje, há comportamentos que podem ser considerados similares, tais como lamber, esfregar e até mesmo assoprar, sempre com o mesmo propósito.

Quais são os mecanismos químicos e biológicos envolvidos no ato de beijar? Quando o beijo “combina”, nossas bochechas ficam avermelhadas, nossa pulsação acelera, a respiração fica irregular e as pupilas dilatam  – o que pode explicar por que fechamos os olhos. Beijar libera ainda o “hormônio do amor”, a ocitocina, que trabalha para manter a conexão entre duas pessoas.

Portanto, beijar pode ajudar a manter o amor em relacionamentos longos. Também é associado ao beijo o aumento de dopamina, neurotransmissor responsável pelo desejo. Enquanto isso, a serotonina causa pensamentos obsessivos sobre o parceiro. Esse é o mesmo neurotransmissor envolvido em pessoas com TOC. Isso é apenas o começo. É interessante observar como esses hormônios e neurotransmissores são responsáveis por vários dos sintomas que nós associamos à paixão.

Como o cérebro reage ao beijo? Um beijo bom envia uma cascata de sinais para o cérebro, que nos fazem sentir bem, reforçando o comportamento, o que nos faz ter vontade de continuar o que estamos fazendo.

Beijar vicia? A dopamina é um neurotransmissor que atinge seu pico durante o beijo. É um tipo de droga natural, associada à recompensa, que nos faz sentir uma onda de euforia e desejo. Ela estimula os mesmo centros de prazer no cérebro que as drogas, nos fazendo querer mais e mais, como um vício.

Beijar é perigoso? Embora o beijo possa transmitir bactérias e vírus, é algo relativamente seguro. Existe um número muito maior de germes que podem ser transmitidos por um aperto de mão.

Qual o maior engano sobre o beijo? Provavelmente o ditado que diz que “um beijo é apenas um beijo”. Na verdade, há muito mais coisas envolvidas.

O que faz um beijo ser memorável? De acordo com John Bohannon, psicólogo da Universidade de Butler, o primeiro beijo pode deixar uma memória muito viva.

Ele descobriu que a maioria das pessoas consegue se lembrar detalhadamente da experiência. Isso pode ter alguma relação com os altos níveis de excitação dos nossos sentidos para reunir informações importantes sobre a atividade e a outra pessoa. É um momento muito poderoso e nos ajuda a decidir o que fazer em seguida.

Quais as diferenças biológicas de um beijo romântico e de um social? Os dois tipos de beijo transmitem uma sensação de confiança. Estamos deixando outra pessoa invadir nosso “espaço pessoal”. Entretanto, um beijo social evoluiu historicamente como um tipo de saudação, provavelmente por causa do jeito como nossos ancestrais usavam o nariz para agradecer ou demonstrar reconhecimento. Isso, em certo ponto, provavelmente passou a ser acompanhado de um selinho.

Sheril Kirshenbaum

A pesquisadora Sheril Kirshenbaum

Qual a diferença na maneira que homens e mulheres encaram o beijo? Existe uma grande diferença entre os gêneros em relação à atitude e às preferências do beijo.

Mulheres tendem a descrever o beijo como uma maneira de medir o relacionamento e de descobrir os sinais que o beijo pode dar sobre o futuro. Homens com frequência descrevem o beijo como um meio de alcançar um determinado fim, esperando por mais contato físico. Felizmente, beijar é prazeroso para ambos os sexos.

Quais os benefícios do beijo para a saúde? Uma vez que o beijo é um meio tão significativo para criar vínculos entre as pessoas, ele é benéfico para a mente e também para o corpo. Vínculos fortes estão ligados a melhores relacionamentos, uma melhor sensação de bem estar, atitudes mais otimistas, baixa pressão sanguínea e menos estresse.

Por que algumas culturas não adotaram o beijo na boca? Li alguns relatos de viajantes do século XIX sobre culturas que tradicionalmente não beijavam do modo como fazemos. Um beijo na boca deve ter parecido bem estranho a estas populações. Entretanto, se ampliarmos a definição de beijo, como Charles Darwin fez, incluindo gestos como assopros no rosto e lambidas, reparamos que há uma similaridade de comportamentos e uma biologia envolvida aparentemente universal. Com informações de: Veja

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Estudos

Porque precisamos de igrejas menores

“E os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa. 1 Coríntios 7:31”

por Theophilo de Oliveira

  • mega-igrejas

    As duas últimas décadas vimos o aumento da Igreja Protestante no Brasil. Com o aumento de crentes, aumentaram também as igrejas, e com elas seu tamanho e arrecadação. Mais crentes, mais dizimo. Maior o dizimo, maior o prédio. O problema reside em achar que sucesso é prédio grande.

Assim como na época de Jesus, homens amam coisas grandes, suntuosas e cheias de aparência. Não somos diferentes. Amamos Igrejas grandes, cheias de enfeites e conforto. Nos justificamos dizendo: “Deus precisa do melhor”, que quer realmente dizer é: “Nós precisamos do melhor”.  Sob esse pretexto focamos em objetos quando poderíamos estar usando em pessoas. Gastamos recursos, tempo e esforço em construções quando Jesus nos conclama em Matheus 22:39:

“E o segundo[mandamento], semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”

Nossos gastos demonstram quais coisas são importantes para nós como igreja. Quanto maior a igreja, maior gastos temos com sua manutenção. Gastamos muito com instrumentos de ultima geração, projetores, bancos, mesas com isso ou aquilo. Esses gastos normalmente são muito menores com o que fazemos em asilos, orfanatos, prisões e com moradores de rua. Focamos sempre naquilo que nos deixam mais confortáveis dentro de nossos prédios. O Senhor já avisava ao povo de Israel sobre isso. Em Jeremias 7:4-6 lemos:

“Não vos fieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este.

Mas, se deveras melhorardes os vossos caminhos e as vossas obras; se deveras praticardes o juízo entre um homem e o seu próximo;
Se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para vosso próprio mal,”

Apesar de todos os avisos na Bíblia, continuamos a focar nas aparências das coisas:

“Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” 1 João 2:16

Esses versículos nos dizem que não apenas pecamos contra o Senhor nesses quesitos mas vinculamos estes mesmos pecados ao chamado “sucesso” no ministério. Acomodamos muitas pessoas em nossas igrejas e chamamos isso de sucesso. Nos esquecemos que quanto mais Jesus ficava famoso em Israel mais suas palavras eram duras aos que queriam realmente segui-lo.

Sem confrontação não há um real crescimento de uma Igreja, apenas inchaço. Vemos igrejas cheias de jovens na modinha mas vazias de um real compromisso com o Senhor diário. Porque? Porque quanto mais inchada de crentes uma Igreja menos confrontada ela é. Jesus nunca disse que todos se converteriam:

“Eu digo a vocês: Ele lhes fará justiça e depressa. Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra?”

Lucas 18:8

Nesse sentido, sabemos através desta e de outras passagens que não seremos recebidos de braços abertos pelo Mundo. Mesmo assim, baseamos nossas conquistas como o Mundo faz. Contamos quantas pessoas frequentam nossos cultos, ligando sucesso a números e ignoramos toda a Bíblia.

Alguns Pastores até podem se iludir mas é perceptível a superficialidade de frequentadores de Igreja. Não estamos lidando com um momento positivo na história da Igreja Brasileira, estamos cheios de pessoas em nossas Igrejas mas vazio de discípulos.

Isso nos leva a mais um aspecto: a falta de relação. Igrejas grandes primam pela atenção, não relação. Igrejas menores tendem a fortalecer relacionamentos duradouros que podem contribuir a uma vida de obediência em comunhão mais real. Igrejas grandes se escondem nos números mas sabem que são sempre poucos envolvidos. Poucos se conhecem ou conseguem manter um ambiente intimo e consistente de obediência. Há sempre o argumento: “Sempre há alguém para fazer por mim”, e quando há momentos de obediência não podem ser aproveitados pelos gastos excessivos em outras coisas: “Temos que manter a Igreja, irmãos! Nós também pagamos água e luz!”. Embora devamos compreender que gastos básicos são necessários não devem ultrapassar nossas prioridades.

Contrariar a ideia de promover o reino apenas porque temos que trocar o teclado Yamaha todo ano  deve ser realmente repensado. É claro que contas altas ou gastos podem haver tanto em Igrejas grande ou pequenas. O ponto em questão é que devemos refletir onde colocamos nosso coração: em coisas ou em almas? Portanto, deve-se notar que igrejas frutíferas contribuem para o básico no reino: Relacionamentos próximos, um principio para obediência fora de prédios.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.