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Acusações contra Dilma no Petrolão podem gerar impeachment, diz jurista Ives Gandra

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas – gmais.com – em 31 de outubro de 2014

Acusações contra Dilma no Petrolão podem gerar impeachment, diz jurista Ives GandraAs denúncias feitas contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Lula, do mesmo partido, pelo doleiro Alberto Youssef em depoimento à Polícia Federal durante as investigações do escândalo de desvio de fundos da Petrobrás podem gerar um processo de impeachment.A notícia foi veiculada pela revista Veja numa edição antecipada às vésperas da eleição presidencial, ocorrida no último domingo, 26 de outubro. No exemplar que causou alvoroço entre os eleitores, a revista reproduz trecho do depoimento de Youssef – principal responsável por movimentar o esquema de corrupção enviando os recursos em dólares para contas no exterior -, que afirma que os dois líderes petistas tinham conhecimento do esquema.

No trecho do depoimento, Alberto Youssef é questionado pelo delegado sobre quem seriam as pessoas com conhecimento do esquema de corrupção, e o doleiro resume:

-O Planalto sabia de tudo!

– Mas quem no Planalto? – perguntou o delegado.

– Lula e Dilma – respondeu o doleiro.

Imediatamente após a divulgação da notícia, diversos internautas começaram a clamar por mais investigações e falar em impeachment da presidente, que poderia ser implicada por improbidade administrativa segundo o artigo 85 da Constituição Federal.

O jurista Ives Gandra da Silva Martins concedeu uma entrevista à rádio Jovem Pan e endossou o pensamento no caso de haverem provas contra Dilma Rousseff: “A denúncia é muito grave e chega a ser provável que nós vamos ter pelo menos a abertura de um processo de impeachment. O fato é gravíssimo. Foi utilizada a maior empresa do Brasil para gerar recursos ao partido dos presidentes da República”, frisou.

“Quem pede delação premiada não pode mentir”, explicou Ives. “Se fosse apenas uma mera alegação, essa alegação viria a prejudicá-lo, não beneficiá-lo, porque ele teria que responder pelo crime de difamação”, acrescentou o jurista.

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Brasileiros infiéis acreditam que Deus perdoa casos extraconjugais

Pesquisa mostra que para usuários de site de infidelidade o perdão de Deus é menos importante que o perdão do cônjuge

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Brasileiros infiéis acreditam que Deus perdoa casos extraconjugais

O site Victoria Milan, voltado para casados que desejam ter relações extraconjugais, realizou uma pesquisa com brasileiros infiéis para saber qual a relação deles com a religião.

O resultado da pesquisa, feita com 3.544 pessoas, mostra que 82% deles são cristãos e que a maioria acredita que Deus perdoaria a traição se tiver “uma boa causa” para ser infiel.

Foram 76% dos entrevistados que disseram sim para a pergunta: “Acredita que Deus perdoa casos extraconjugais, caso ocorram por uma boa razão/causa?”. Somente 24% disse que não.
Outra pergunta respondida pelos usuários do site questionava se um envolvimento maior com a religião faria com que a pessoa deixasse de trair, 88% disse que não, 12% que sim.

Mas apesar dessa confissão, apenas 9% dos entrevistados disseram que o cristianismo é a religião de pessoas infiéis, 45% disseram que não e 46% assinalou que os cristãos não são mais infiéis que os demais religiosos.

“A nossa pesquisa nos mostra que o cristianismo não é visto como sendo uma religião promíscua, pelo menos não mais do que outra religião qualquer, embora os cristãos priorizem o impacto da infidelidade no seu cônjuge em detrimento daquele que é causado na sua fé”, disse Sigurd Vedal, fundador do site.

Os usuários também se mostraram mais preocupados com o perdão do cônjuge (54%) do que com o perdão de Deus (46%). “Eles acreditam veemente que Deus perdoaria sua infidelidade, enquanto a vontade do parceiro não parece igualmente benevolente”, opinou o criador do Victoria Milan. Com informações O Tempo

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Esposa de pastor é presa em Cuba por lutar pela liberdade religiosa

Ao lado do esposo ela assinou um documento que fala sobre as violações da liberdade religiosa cometida pelo governo cubano

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Esposa de pastor é presa em Cuba por lutar pela liberdade religiosa
Esposa de pastor é presa em Cuba por lutar pela liberdade religiosa

A esposa de um pastor batista foi presa em Cuba no dia 16 de outubro na cidade de Remédios, província de Villa Clara. O marido de Yoaxis Marcheco Suarez, Mario Felix Lleonart Barroso, é luta pela liberdade religiosa no país.

Ao ser presa a mulher foi pressionada pelas autoridades a assinar uma advertência oficial ou “ata de advertência”, um documento que de acordo com o ministério Portas Abertas pode ser usado para justificar a prisão usando acusações criminais.

Yoaxis não aceitou assinar o documento e foi intimada a parar de ter contato com elementos “contrarrevolucionários”. Seu esposo, interrogado pelos serviços de segurança cubano no dia 8 de outubro, também não aceitou assinar a ata.

O pastor Mario Felix Lleonart Barroso, a missionária Yoaxis Marcheco Suarez e o apóstolo Omar Gude Perez são autores de um documento publicado no ano passado falando sobre a liberdade religiosa em Cuba.

A declaração dos cristãos afirma que o governo cubano não respeita a liberdade de religião. O documento foi apresentado em Washington DC, nos Estados Unidos, com o título de “Trinta questões para o governo cubano”, falando sobre a recusa do governo de reconhecer oficialmente muitos grupos religiosos.

Os três cristãos fazem parte de uma organização religiosa legalmente reconhecida por Cuba, mas luta pelos outros religiosos, cristãos ou não, que são considerados ilegais pelo governo.

A ida dos religiosos para os Estados Unidos teve parceria com a organização Christian Solidarity Worldwide (CSW) que há alguns meses divulgou um relatório mostrando o aumento das violações de liberdade religiosa no país.