Nelson Mandela em 2000. Autor: LSE – Flickr
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12 de dezembro de 2013
Pr. Batista, Avivado, Bacharel em Teologia, PhDr. Pedagogo Holístico docente Restaurador, Reverendo pela International Minystry of Restoration - USA - Autor dos Livros: A Maçonaria e o Cristianismo, O Cristão e a Maçonaria, A Religião do Anticristo, Vendas Alto Nível com Análise Transacional, Comportamento Gerencial.
Casado, 4 filhos, 6 netos, 2 bisnetos.
Nelson Mandela em 2000. Autor: LSE – Flickr
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12 de dezembro de 2013
Teddy Parker Jr, Ed Montgomery e Isaac Hunter puseram termo à sua vida.
por Jarbas Aragão- GOSPELPRIME

O que leva uma pessoa a cometer suicídio? Segundo psicólogos, pensamentos são algo bastante comum. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças Mentais dos EUA, afirmam que 3,7% por cento da população acima dos 18 anos, pensou seriamente em suicídio no ano passado.
Embora alguns suicídios sejam resultado de um impulso, a maioria é planejada. Ainda segundo dados do Centro, metade das pessoas que fizeram um plano o levaram adiante.
Nos últimos 30 dias, três suicídios de pastores conhecidos chocou a igreja dos Estados Unidos. Em 10 de novembro, Teddy Parker Jr., 42, pastor da Igreja Batista Bibb Mount Zion, na Geórgia se matou com um tiro na cabeça.
Sua esposa o encontrou caído na entrada da garagem de sua casa num domingo. Ele já havia pregado naquela manhã e a teria de pregar novamente naquele dia. Nenhum bilhete ou explicação foi deixado.
Na semana passada, o pastor Ed Montgomery, que estava de luto pela perda da esposa atirou em si mesmo na frente de sua mãe e filho. Ele e sua falecida esposa, a profetisa Jackie Montgomery, lideravam a igreja Assembleia Internacional do Evangelho Pleno, no Estado de Illinois.
Dia 10 de dezembro, suicidou-se Isaac Hunter, o ex-pastor da igreja Summit em Orlando, Florida. Até o momento, não foi divulgado como ele se matou. O caso chamou atenção da mídia secular porque o pai de Isaac, o pastor Joel Hunter tem sido chamado de “mentor espiritual” do presidente Barack Obama, com quem tem se encontrado com frequência para orações na Casa Branca.
Existem muitas estatísticas sobre como os pastores enfrentam problemas como depressão, esgotamento físico e mental. Nenhuma delas é animadora. Segundo o Instituto Schaeffer, 70% dos pastores lutam constantemente com a depressão, e 71% estão “esgotados”. Além disso, 72% dos pastores dizem que só estudam a Bíblia quando precisam preparar sermões, 80% acredita que o ministério pastoral afeta negativamente as suas famílias, e 70% dizem não ter um “amigo próximo”.
O Instituto Schaeffer também estima que 80% dos estudantes de seminário (incluindo os recém-formados) irão abandonar o ministério dentro de cinco anos. Não há dados consistentes sobre quantos cometem suicídio, mas está claro que os pastores não estão imunes a isso.
Psicólogos apontam várias razões pelas quais as pessoas cometem suicídio, de depressão a psicose, quase sempre em meio às situações estressantes da vida. A colunista da revista Charisma, Jennifer LeClaire, que escreveu vários livros sobre batalha espiritual, comentou o caso dos três pastores.
Ela conclama as igrejas a orarem mais por seus líderes e, ao mesmo tempo que se mantém alertas sobre sintomas de depressão nos pastores, os membros deveriam estar cientes que o diabo tem preparado muitos ataques às igrejas nesse período em que os sinais da vinda de Jesus parecem estar se intensificando. Com informações Charisma News.

Líder de uma igreja pentecostal em Akwa Ibom, o bispo David Amoussou foi o mentor de um golpe meticuloso, onde pessoas eram contratadas para fingir passarem pela cura de alguma enfermidade que era resolvida por um milagre instantâneo promovido pelo pastor.
A verdade veio à tona, quando membros dissidentes da proposta de Amoussou decidiram se afastar e revelar toda a farsa, apontando que dinheiro de fiéis eram desviados para a reprodução dos milagres instantâneas. O anúncio abalou a comunidade cristã local, que agora está completamente descrente em relação ao pastor.
Para piorar a situação, quando o pastor tentava amenizar todo o constrangimento, mais controvérsias surgiram, deixando o caso ainda mais estranho. Uma outra denúncia grave surgiu de um suposto sequestro.
Ao relatar que teve seu escritório e sua casa invadidos por Amoussou, o jornalista Ndifreke Benson declarou que o pastor raptou sua esposa, com o objetivo de destruir sua família.
Para resolver toda a situação, Benson aponta que buscou auxílio de uma associação cristã local e de outros líderes cristãos, com a meta de recuperar sua esposa, que teria sido ludibriada pelo pastor e estaria disposta até a casar com ele.
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Na contramão do caso, a polícia teria deixado o caso de lado ao saber que Benson era um homem perigoso, e se aproveitava das acusações de fraude em torno de Amoussou, para se fazer de vítima.
Ao dar seu testemunho sobre a situação, a Sra. Esther Ndifreke Benson afirmou que não está mais casada com Ndifreke, e que além de cometer atos de infidelidade, era um homem violento, e ela pôde encontrar uma nova vida ao lado de Amoussou.
Para evitar novos desentendimentos, Amoussou tem se mantido sob sigilo e não se pronunciou sobre nenhum dos casos, para preservar sua congregação.