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Fundo do governo de Israel poderá financiar Terceiro Templo

A Fundação da Herança do Monte do Templo recebeu 550 mil dólares como orçamento para a restauração do terceiro templo, uma iniciativa que poderá ser financiada pelo próprio governo de Israel.

Terceiro templo

A fundação é uma iniciativa da ministra da Cultura de Israel, Miri Regev e do ministro para Jerusalém, Ze’ev Elkin, e tem como objetivo promover a ligação judaica com o Monte do Templo.

Será a Fundação da Herança do Monte do Templo a responsável pela “pesquisa, informação e defesa” da herança histórica e religiosa dos judeus com o local onde foram construídos o templo de Salomão e o Segundo Templo.

O Fundo de Patrimônio do Muro Ocidental, que já é financiado pelo governo e administra o Muro Oriental, mais conhecido como Muro das Lamentações, irá operar juntamente com a nova fundação uma vez que o muro nada mais é que a base do Templo de Salomão restaurando por Herodes.

 

 

Região do Templo está em disputa com palestinos

O maior problema em defender a construção do Terceiro Templo está na briga pelo domínio de Jerusalém, uma vez que os palestinos reivindicam a área onde o Muro das Lamentações está localizado.

Por este motivo, muitos deputados protestaram contra a criação dessa nova fundação, temendo a ira dos muçulmanos que possuem o controle do Monte do Templo desde 1967.

Outros deputados, porém, comemoram a decisão como é o caso do deputado Yehudah Glick, que é rabino e tem ligações com o Instituto do Templo.

“Depois de muitos e longos meses, alegro-me que nossos esforços tenham finalmente produzido frutos. Este é um bom momento e graças a Deus finalmente chegamos lá, apesar do atraso de 50 anos o governo israelense reconheceu que o Monte do Templo é um sítio nacional, é nosso”, disse ele à imprensa local.

Glick declarou que “o Monte do Templo é o fundamento da história do povo judeu e do retorno à terra desde o início do sionismo”.

Construção do Terceiro Templo

A nova Fundação não anunciou planos de construções, mas só o orçamento já indica o desejo do governo de comprar a briga – internacional por conta das defesas constantes da ONU em prol da Palestina – para conseguir construir o Terceiro Templo.

A profecia de Daniel, na interpretação de muitos, diz que a construção do Templo marcará o tempo da vinda do Messias, pois o falso messias – o Anticristo para os cristãos – tentará fazer um acordo com muitos para trazer paz a Israel.

Estudiosos acreditam que entre os acordos de paz estará a questão da soberania do Monte do Templo. No livro de Ezequiel, o profeta descreve uma visão em que Deus revela os detalhes de um templo restaurado.

Fonte: http://www.jmnoticia.com.br/2017/04/18/fundo-governo-de-israel-podera-financiar-terceiro-templo/

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UNESCO rasga Bíblia e afirma que Hebrom é “Patrimônio da Palestina”

     Cidade Velha de Hebrom e o Túmulo dos Patriarcas são reconhecidamente parte da história judaica

      UNESCO rasga Bíblia e afirma que Hebrom é “Patrimônio da Palestina”

A decisão mais recente da A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) voltou a mostrar como a ONU está dominada pela agenda islâmica.

Em outra decisão controversa, aprovada nesta sexta-feira (7), a UNESCO declarou que a Cidade Velha de Hebrom e o Túmulo dos Patriarcas, são Patrimônios Mundiais do Estado da Palestina.

Em uma eleição secreta, 12 países votaram a favor da inclusão, três foram contra e seis se abstiveram.

Obviamente, a decisão foi duramente criticada por Israel. Nem mesmo a pressão diplomática exercida pelos EUA teve resultado.

Recentemente, a embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley, fez um apelo ao secretário-geral da ONU, António Guterres e à diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, para que se opusessem à decisão.

A vice-ministra de Relações Exteriores de Israel Tzipi Hotovely classificou a votação como um “emblema de vergonha para a Unesco, que de tempos em tempos prefere ficar ao lado da mentira”. Já o ministro da Defesa israelense, Avigdor Liberman, repudiou a votação, dizendo que isso revela como a Unesco é uma “organização política, vergonhosa e antissemita”.

Por outro lado, o ministro das Relações Exteriores da Autoridade Nacional Palestina Riyad al-Maliki, comemora: “Essa votação é considerada um sucesso na batalha diplomática que Palestina luta em todas as frentes.

Apesar da campanha de Israel, que espalha mentiras, distorções e fatos falsificados sobre os direitos dos palestinos, o mundo aprovou nosso direito de registrar Hebron e a Mesquita de Ibrahim [nome islâmico do local onde Abraão está enterrado] sob a soberania da Palestina e como Patrimônios Mundiais”.

Considerada sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos, em Hebron fica a construção conhecida como Túmulo dos Patriarcas, onde segundo a tradição estão sepultados Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó e Lea.

Para as autoridades israelenses, a decisão da UNESCO de classificar a cidade como propriedade “islâmica”, equivale a rasgar a Bíblia, negando os cerca de 4.000 anos de presença judaica na região.

Conforme o Livro de Gênesis, ali viveu e foi sepultado Abraão, o pai dos judeus. O próprio termo “hebreu” é uma derivação de Hebrom.

Desde 2011, quando a Palestina foi reconhecida como estado-membro pela Unesco, este é o terceiro Patrimônio Mundial entregue a eles. Os outros foram a Basílica da Natividade e a Terra das Oliveiras e Vinhedos, em Belém.

Em maio o Brasil votou junto com os países muçulmanos na resolução da ONU que negava a soberania de Israel sobre Jerusalém.

A tentativa islâmica de reescrever a história e usar os povos palestinos para gradativamente retirar de Israel o domínio de sua terra é uma estratégia que vem sendo posta em prática há décadas. Com informações de Daily Mail e BBC e Gospel Prime

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Israel

Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”

Destruição de Israel é a “prioridade do mundo islâmico”, afirmam líderes religiosos

       Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”

Depois da chamada “Revolução de 1979”, que transformou o país numa ditadura islâmica, o Irã sempre defende a destruição de Israel com base na exortação do Alcorão: “Matai-os [os infiéis] onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram”.

Uma das maneiras de manter vivo esse discurso é a promoção anual do Dia de Al Quds, palavra árabe que significa “A Santa”, a maneira como os muçulmanos chamam Jerusalém.

Como todo ano, a parada realizada na capital Teerã, coincidiu com o encerramento do Ramadã, mês mais sagrado do ano para os islâmicos. Além dos tradicionais cantos de guerra, pedindo “Morte a Israel”, foi declarado que destruir o Estado judeu é “a principal prioridade do mundo muçulmano”.

Diversas bandeiras israelenses e americanas foram queimadas em sinal de protesto. Também havia muitas bandeiras da Palestina e palavras de ordem pedindo “Palestina Livre”.

Os líderes iranianos que participaram dos comícios também pediram a união entre grupos pró-palestinos contra o governo israelense, anunciou a Agência de Notícias Tasnim, do Irã.
 As milhares de pessoas que foram às ruas viram desfiles da Guarda Revolucionária do Irã, que fez a exibição de três mísseis balísticos de superfície a superfície, incluindo o Zolfaghar, usado recentemente para bombardear a Síria, a mais de 600 quilômetros e distância.

Outro míssil presente foi o Ghadr, capaz de atingir um raio de 2.000 quilômetros, que poderia alcançar as bases do EUA na região e chegar até Israel.

Durante seu discurso, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que Israel apoia “terroristas na região”. Já o parlamentar Ali Larijani, chamou Israel de “mãe do terrorismo” e que em todo o século 20, “não houve nenhum evento mais ameaçador do que estabelecer o regime sionista”.

Chamou atenção a inauguração de um enorme cronômetro na Praça Palestina de Teerã. Em modo de contagem regressiva, o display digital indica que Israel deixará de existir em 8.411 dias. Ele parece refletir a promessa do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que até 2040 o Estado de Israel seria destruído.

Dia de Al Quds no Brasil

Embora com menor expressão, nos últimos dias ocorreram marchas em celebração ao Dia de Al Quds também em Londres, Berlim e Toronto, onde a maioria dos participantes era muçulmano, mas também havia pessoas ligadas a movimentos de esquerda, contrários a Israel.

No Brasil não ocorreram manifestações públicas, mas o Partido dos Trabalhadores promoveu uma audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), para marcar a data.

A reunião, presidida pela vice-presidente da CDHM, deputada Erika Kokay (PT-DF), contou com a presença do embaixador do Irã, além de entidades “defensoras da causa palestina”. Com informações de Gospel Prime e Times of Israel