Categorias
Noticias

IRÃ : Pastor iraniano é preso pelas autoridades locais

     Behnam Irani é um pastor iraniano que foi condenado por "agir contra a Ordem" e preso pelas autoridades do Irã.
     Jason DeMars da agência Present Truth Ministries disse a Assist News Service (ANS, sigla em inglês) que isso significa o pastor organizava reuniões domésticas e outras atividades cristãs.
     Jason declarou a ANS: "Soube que em torno de 11h no Irã, o pastor foi convocado para uma reunião com o serviço de segurança e, posteriormente, foi preso."
     O pastor Behnam é casado e pai de dois filhos.
      Cristãos presos
     No caso de Behrouz Sadegh-Khandjani, que está preso em Shiraz, Jason afirma que o julgamento será em 05 de fevereiro.
     A mãe de Behrouz é originalmente do Congo e está incapaz de ter acesso aos serviços básicos no país, pois sua identificação foi levada pela polícia secreta.
     Jason também confirma a permanência de Youcef Nadarkhani na prisão de Lakan, na província no norte do Irã.
     "Seu status não mudou”, declara. “Ele continua sob pena de morte por apostasia. Ele espera que o Supremo Tribunal Federal derrube ou confirme a sentença.

Data: 29/1/2011
Fonte: Portas Abertas

Categorias
Noticias

Record mostra beijo gay sem querer no Jornal da Record

 

A Record exibiu, sem querer, um beijo gay durante transmissão ao vivo do “Jornal da Record” na noite de terça-feira, 25.

A emissora fazia uma reportagem direto da Praça da República, em São Paulo, mostrando as comemorações do aniversário da cidade. Enquanto exibia a imagem do local, dois homens começaram a se beijar durante a transmissão.

O beijo foi exibido durante 4 segundos enquanto a câmera fazia uma panorâmica do local.

Data: 28/1/2011 08:37:54
Fonte: Adiberj

Categorias
Noticias

Alunos transexuais e travestis podem escolher nome que vão usar na USP

 

Decreto visa diminuir preconceito e prevê adoção de nome social em órgãos públicos

Do R7

Elza Fiúza/ABr

Elza Fiúza/ABr

Travesti participa de ato contra a homofobia
em frente ao Congresso Nacional, em Brasília

Publicidade

A USP (Universidade de São Paulo) aprovou uma regra que permite que alunos transexuais e travestis possam escolher o nome que querem usar nos registros da instituição.

Na prática, isso vai permitir que eles adotem nomes femininos ao invés dos masculinos, com o qual não se identificam, ou vice-versa (no caso de transexual nascido no sexo feminino).

A mudança cumpre um decreto do Estado de São Paulo, assinado em 17 de março de 2010 pelo ex-governador José Serra.

A legislação, de número 55.588/10, diz que todos os órgãos de administração estadual direta ou indireta devem tratar os funcionários "trans" (travestis e transexuais) pelo nome social, ou seja, o nome pelo qual ele se identifica.

Inicialmente, o registro vai valer para os diplomas fornecidos pela USP. No futuro, a ideia é que o uso do nome social seja permitido também em sala de aula, nas listas de chamada e no vestibular.

Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), afirma que medidas como essa ajudam a diminuir o número de faltas e o abandono escolar dessa parcela da população.

– Um dos grandes problemas nas escolas é o desrespeito com a identidade do aluno, mais até do que o desrespeito à opção sexual. Normalmente os gays são vítimas de piada e chacota no ambiente escolar. Os “trans” [sofrem] mais ainda, e vários acabam abandonando os estudos. A maioria acaba vendo na prostituição a única alternativa de trabalho.

A nova regra segue o exemplo de colégios, hospitais, secretarias e outros órgãos do governo paulista. Normas similares, de uso do nome social por transexuais e travestis (os chamados "trans"), já valem para escolas de 14 Estados – Pará, Goiás, Paraná, Alagoas, Piauí, Santa Catarina e Pernambuco, entre outros. Maranhão foi o último a aderir. 

Os "trans" que trabalham em órgãos federais também têm o direito garantido de usar o nome social  – uma portaria do Ministério do Planejamento regulamentou a decisão.

Ódio contra gays

Em 2010, a USP (considerada a melhor do Brasil por rankings internacionais) viveu polêmicas ligadas a homofobia e ódio contra gays. Um jornal produzido por estudantes continha piadas que incitavam outros universitários ajogar fezes em homossexuais.

Em outubro, um casal gay foi agredido durante uma festa organizada por alunos da USP. Henrique Peres, uma das vítimas, foi alvo de socos e chutes vindos de três agressores.