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Fundador do PT e ex-vice de Marta, Hélio Bicudo declara voto em Serra no 2º turno

16/10/2010 – 18h12

Do UOL Eleições
Em São Paulo

  • Eu voto Serra no segundo turno porque não há escolha, diz Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT

    "Eu voto Serra no segundo turno porque não há escolha", diz Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT

Um dos fundadores do PT e vice de Marta Suplicy (PT) na prefeitura de São Paulo (2001-2004), o jurista Hélio Bicudo declarou voto no tucano José Serra no segundo turno das disputa à Presidência da República. Na primeira rodada de votação, Bicudo havia apoiado Marina Silva, do PV, em detrimento da presidenciável petista Dilma Rousseff.

"Eu voto Serra no segundo turno porque não há escolha. O Serra é um homem competente, é um homem sério, eu nunca soube absolutamente nada contra o passado do Serra", afirma o jurista, em um vídeo que começou a circular na internet neste sábado (16).

Tido como um militante histórico pelos direitos humanos no país, o jurista justificou seu voto alegando que o "continuísmo" do PT no poder "não é democrático". "A alternância de poder é uma característica da democracia", disse.

"Se nós deixarmos que a candidata Dilma vença, essas eleições, nós vamos ter aqui no Brasil um sistema mexicano", disse, em referência ao PRI (Partido Revolucionário Institucional), que ficou no poder no México por 70 anos, até ser derrotado nas eleições de 2000.

Em setembro deste ano, Bicudo e outros juristas lançaram o "Manifesto em Defesa da Democracia", durante um ato na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, na capital paulista. "É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita", afirma o documento, crítico à administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Correria deixa 10 mortos em templo na Índia

 

Incidente ocorreu em local sagrado onde até 45 mil fiéis estavam reunidos

17 de outubro de 2010 | 5h 20

Dez pessoas morreram neste domingo, 17, e 16 ficaram feridas em um corre-corre que se formou junto a um templo hindu no estado de Bihar (norte da Índia), informaram fonte policiais.

O fato aconteceu a cerca de 200 quilômetros da capital estadual, Patna, em um templo dedicado à deusa hindu Durga na localidade de Tildiha, onde entre 30.000 e 45.000 fiéis tinham se reunido para rezar e oferecer cabras sacrificadas à divindade, segundo explicaram fontes policiais às agências Ians e PTI.

De acordo com um oficial de Tildiha, "a correria se originou depois que se estenderam rumores que uma parte do templo tinha desabado".

Os feridos foram levados para hospitais próximos, enquanto o Governo anunciou uma compensação de 100.000 rupias (cerca de US$ 2.270) para cada uma das famílias dos mortos.

Os fiéis tinham se reunido para celebrar o festival hindu do Navratri, que dura dez dias e nove noites durante os quais o devotos se entregam com fervor a render culto às diferentes formas da deusa Devi – entre elas a deusa Durga, representante do inacessível – com oferendas e festas.

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Irmão de diretor da Eletrobras negocia projetos de energia

17/10/2010 – 05h06

DE SÃO PAULO

O irmão do diretor de Engenharia e Planejamento da Eletrobras, Valter Cardeal –homem forte de Dilma Rousseff (PT) no setor elétrico–, atua como consultor de empresas interessadas em investir em energia eólica, área que terá R$ 9,7 bilhões em investimentos do PAC 2. A informação é da reportagem de Silvio Navarro e Fernanda Odilla publicada na edição deste domingo da Folha e disponível na íntegra para assinantes do jornal e do UOL

Edgar Luiz Cardeal é dono da DGE Desenvolvimento e Gestão de Empreendimentos, criada em 2007 para elaborar projetos no setor.

O responsável pela gestão do Proinfa, programa de incentivo ao uso de energias alternativas –como a eólica– é o irmão do empresário.

Valter Cardeal é braço-direito de Dilma no setor elétrico há 20 anos. Quando a presidenciável do PT foi secretária de Minas e Energia do RS, ele era diretor da CEEE, empresa estadual de energia.

Ele também preside o Conselho de Administração da Eletrosul, que gerencia a política energética no Sul –onde atua a empresa do irmão–.