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Fiel “entrega” bispo durante culto: “Cheirou muito pó comigo”

Testemunho duvidoso menciona farras em motéis e consumo de drogas

por Jarbas Aragão -gospelprime –

 

Fiel “entrega” bispo durante culto: “Cheirou muito pó comigo”
Fiel “entrega” bispo: “Cheirou muito pó comigo”

O bispo Rogério Formigoni, da Igreja Universal, voltou a ser assunto na internet do Brasil. Nesta terça (29) um vídeo com um testemunho “duvidoso” tornou-se viral na internet. Um antigo amigo dele, que se converteu, foi chamado para contar o que os dois faziam na juventude.

A cena teve milhares de acessos e recebeu muitos comentários nas redes sociais. Convidado pelo bispo durante um culto em São Paulo, o empresário que se apresentou como Luciano Farinha enumerou, com riqueza de detalhes, o que os dois faziam com outros amigos na cidade de Lucélia, no interior paulista.

“Usou muita droga comigo… Você, hoje bispo, Rogério Formigão”, lembra Luciano. “Cheirou muito pó, fumou pedra, maconha, chá de cogumelo, lança… farra nos motéis do meu tio. Chegamos a comprar um quilo de cocaína pura”, relata.

Formigoni ria e concordava. O bispo de 40 anos é conhecido por seu trabalho na recuperação de viciados. Escreveu o livro “A última pedra — Vícios têm cura”. O bispo já contou publicamente sobre o período que foi usuário de drogas e que chegou a se envolver com o tráfico antes de se unir à igreja.

No início deste mês outro vídeo seu foi muito comentado na web brasileira, onde ele oferece no púlpito drogas a um ex-viciado.

O material acabou indo parar nas mãos do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), pois é crime portar drogas e o vídeo pode ser uma prova contra o bispo.

O problema de testemunhos como o do bispo é a ênfase dada à situação. Embora o trabalho de Formigoni seja conhecido do público evangélico, as pessoas geralmente não entendem o que ocorre com uma pessoa que muda de vida após conhecer o evangelho.

O que podia ser para a edificação de muitos acabou se tornando motivo de chacota. Especialmente por que em nenhum momento se dá ênfase no arrependimento e a coisa toda parece apenas uma lembrança engraçada da juventude.

Assista:

 

 

 

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Fiel “entrega” bispo durante culto: “Cheirou muito pó comigo”

Testemunho duvidoso menciona farras em motéis e consumo de drogas

por Jarbas Aragão

 

Fiel “entrega” bispo durante culto: “Cheirou muito pó comigo”Fiel “entrega” bispo: “Cheirou muito pó comigo”

O bispo Rogério Formigoni, da Igreja Universal, voltou a ser assunto na internet do Brasil. Nesta terça (29) um vídeo com um testemunho “duvidoso” tornou-se viral na internet. Um antigo amigo dele, que se converteu, foi chamado para contar o que os dois faziam na juventude.

A cena teve milhares de acessos e recebeu muitos comentários nas redes sociais. Convidado pelo bispo durante um culto em São Paulo, o empresário que se apresentou como Luciano Farinha enumerou, com riqueza de detalhes, o que os dois faziam com outros amigos na cidade de Lucélia, no interior paulista.

“Usou muita droga comigo… Você, hoje bispo, Rogério Formigão”, lembra Luciano. “Cheirou muito pó, fumou pedra, maconha, chá de cogumelo, lança… farra nos motéis do meu tio. Chegamos a comprar um quilo de cocaína pura”, relata.

Formigoni ria e concordava. O bispo de 40 anos é conhecido por seu trabalho na recuperação de viciados. Escreveu o livro “A última pedra — Vícios têm cura”. O bispo já contou publicamente sobre o período que foi usuário de drogas e que chegou a se envolver com o tráfico antes de se unir à igreja.

No início deste mês outro vídeo seu foi muito comentado na web brasileira, onde ele oferece no púlpito drogas a um ex-viciado.

O material acabou indo parar nas mãos do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), pois é crime portar drogas e o vídeo pode ser uma prova contra o bispo.

O problema de testemunhos como o do bispo é a ênfase dada à situação. Embora o trabalho de Formigoni seja conhecido do público evangélico, as pessoas geralmente não entendem o que ocorre com uma pessoa que muda de vida após conhecer o evangelho.

O que podia ser para a edificação de muitos acabou se tornando motivo de chacota. Especialmente por que em nenhum momento se dá ênfase no arrependimento e a coisa toda parece apenas uma lembrança engraçada da juventude.

Assista:httpv://www.youtube.com/watch?v=gSPust79K9Y

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Evangélico, procurador da Lava-Jato pede assinaturas para projeto de lei contra corrupção

Publicado por Tiago Chagas -gnoticias.com.br- em 29 de julho de 2015
Evangélico, procurador da Lava-Jato pede assinaturas para projeto de lei contra corrupçãoO procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava-Jato, publicou um vídeo pedindo assinaturas para uma proposta criada pelo Ministério Público Federal (MPF) que, entre outras medidas, transforma a corrupção em crime hediondo.Dallagnol, que é membro da Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba (PR), esteve no Rio de Janeiro para o lançamento da campanha, que visa coletar 1,5 milhão de assinaturas para que a proposta possa ser apresentada como projeto de lei no Congresso, semelhantemente à iniciativa que gerou a lei da Ficha Limpa.

No auditório do Seminário Batista do Sul do Brasil, na Tijuca, Dallagnol afirmou que acredita que o sucesso alcançado até agora pela Operação Lava-Jato é uma resposta divina ao clamor dos cristãos por um país mais honesto e justo.

“Dentro da minha cosmovisão cristã, eu acredito que existe uma janela de oportunidade que Deus está dando para mudanças […] É isso aí. Deus está respondendo”, disse Dallagnol, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.

Ao longo de seu discurso, o procurador comparou sua tarefa, ao lado dos investigadores, à incumbência de Neemias, que no Antigo Testamento comandou a reconstrução dos muros da cidade: “Neemias agiu. Se nós queremos mudar o sistema, precisamos orar, agir e apoiar medidas contra a corrupção. O cristão é aquele que acredita em mudanças quando ninguém mais acredita. Nós acreditamos porque vivemos na expectativa do poder de Deus”, prosseguiu.

10 medidas

No vídeo que promove a proposta do MPF contra os crimes na esfera pública, o procurador Dallagnol pede ajuda para “construir um país mais justo”, pois “a corrupção sangra” o Brasil.

“Escândalos de corrupção envolvendo diferentes governos e partidos nos enchem de indignação”, diz, acrescentando que é “muito difícil” lutar contra esse tipo de crime por causa da legislação vigente.

Dallagnol diz que a mudança na legislação pode fazer com que corruptos “permaneçam por mais tempo na cadeia e devolvam o dinheiro desviado da saúde, segurança e educação”.

Assista ao vídeo:https://www.youtube.com/watch?v=4K6–jduP6  clique aqui

Para participar da coleta de assinaturas, acesse combate a corrupcao. mpf.mp.br/10-medidas, leia e assine o formulário. Se preferir coletar assinaturas com amigos, vizinhos e familiares, baixe aqui o modelo e imprima.