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Evangélicos perseguem seguidores de religiões afro?

Site renomado diz que intolerância religiosa cresce no Brasil

por Jarbas Aragão

  • gospelprime
Evangélicos perseguem seguidores de religiões afro?Evangélicos perseguem seguidores de religiões afro?

A Index on Censorship [Índice da Censura] é um site dedicado à luta pela liberdade de expressão que acompanha movimentos de censura em todo o mundo. Além disso, a organização internacional publica uma revista sobre o assunto e coordena uma premiação anual para quem se destaca nessa luta. Na maioria das vezes, os contemplados são jornalistas.

Surpreendentemente, a edição de junho colocou o Brasil na capa. Mas nenhuma relação com a Copa. Trata-se de uma “denúncia” do aumento da perseguição religiosa em território brasileiro. Os perseguidores, no caso, são os evangélicos.

O foco maior é a decisão do Google de não acatar um pedido para remover 16 vídeos do YouTube postados por uma igreja com testemunhos de ex-adeptos de religiões afro-brasileiras.

A queixa apresentada pela Associação Nacional de Mídia Afro exigia que o Ministério Público representasse contra o Google no Brasil. Primeiramente, o Google se recusou, argumentando que o material divulgado “era uma manifestação da liberdade religiosa do povo brasileiro” e que os vídeos “não violam a política da empresa”.

Com a recusa, a questão foi levada ao tribunal federal no Rio de Janeiro. Quando o juiz Eugênio Rosa de Araújo negou o pedido, argumentou que eram isso “feriria a liberdade de expressão”. Porém, disse acreditar que “manifestações religiosas afro-brasileiros não se constituem religião”.

A partir daí o foco da mídia recaiu sobre o juiz e não mais sobre a ação. Posteriormente, o juiz voltou atrásreconhecendo umbanda e candomblé como religiões, mas não aceitou a retirada dos vídeos.

Segundo o Index on Censorship, isso acabou encobrindo a verdadeira questão a ser debatida no país: a intolerância religiosa. Ainda mais quando ocorreram protestos por parte de organizações afro-brasileiras em pelo menos sete cidades.

“Estamos organizando um protesto, em Brasília, com várias entidades do país para a mobilização e denúncias em órgãos como a Ordem dos Advogados do Brasil, o Conselho Nacional de Justiça, a Comissão de Direitos Humanos do Congresso e a Organização dos Estados Americanos”, afirmou na época Marcos Rezende, coordenador nacional do Coletivo de Entidades Negras.

A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa e a Associação Nacional de Mídia Afro estão agindo politicamente para que material contrário às práticas religiosas afro-brasileira não possam mais ser divulgados. Sua alegação é que isso viola a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o artigo 129 da Constituição Federal, e do Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288/2010). Para eles, o governo deve proteger as comunidades religiosas afro-brasileiras de conteúdo que promova “ódio e desprezo à religião com raízes africanas”.

No Congresso, foi criada por deputados petistas a Frente Parlamentar em Defesa das Comunidades de Terreiro. Seu objetivo declarado é defender as religiões africanas da perseguição, numa “resposta” à Bancada Evangélica.

Não é a primeira vez que representantes do atual governo acusam os evangélicos de intolerância. A ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, afirmou ano passado: “Alguns setores, especialmente evangélicos pentecostais, gostariam que essas manifestações africanas desaparecessem totalmente da sociedade brasileira, o que certamente não ocorrerá”.

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CHEGA AO FIM DO CASAMENTO DE KAKÁ

Segundo a revista Caras chegou ao fim o casamento do jogador Kaká e Caroline Celico. O ex- membro da Igreja Renascer em Cristo está separado há dois meses. Kaká e Carol se casaram em dezembro de 2005, em São Paulo, após três anos de namoro. Na época ele tinha 23 anos e Carol 18.

De acordo com a revista a decisão de por fim ao casamento de oito anos partiu de Caroline, que já se mudou para São Paulo com os dois filhos do casal, Lucca, de quase seis anos, e Isabella, de três. Já Kaká está passando uns dias em Fernando de Noronha, Pernambuco, com o irmão, Diogo.

Não houve traição. Procurada, a assessoria de imprensa do jogador disse que não comenta a vida pessoal do craque.

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Mendigo surpreende e evangeliza passageiros de ônibus ao pedir abraço em ação evangelística

he Christian Post > Cristianismo|Qua, 4 Jun. 2014 11:13 AM EST

Ministério prega a Palavra de uma maneira impactante em ônibus de Goiânia

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

Com o uso da dramaturgia ao ar livre, o projeto Operação Evangelismo, concebido pelo produtor Nonay Foralskelse e desenvolvido pela Ministração Criativa, encontrou uma forma impactante de falar de Deus reunindo jovens para pregar o Evangelho dentro de ônibus, surpreendendo os passageiros.

  • mendigo
    (Foto: Divulgação)
    Mendigo faz evangelismo em ônibus de Goiânia e supreende a todos.
A proposta do projeto é apresentar um mendigo como protagonista da cena, caracterizado com roupas sujas e semblante deprimido, que chama a atenção do público em um terminal de ônibus de Goiânia (GO) ao exibir um cartaz com a frase “Hoje eu não quero nenhum centavo, apenas seu abraço”.

Para dar continuidade à apresentação, o ator vestido de mendigo sobe no ônibus, e revela que não quer tomar nenhum caminho errado, que se sente abandonado e pede um abraço. Enquanto vários ficam indiferentes, surge alguém que cede ao gesto de afeto, para a surpresa de todos, conforme o vídeo neste link dentro do portal YouTube.

De acordo com a assessoria do projeto, a ideia é conscientizar as pessoas de um pecado que ainda está oculto na cabeça de muitos. “Pensamos em uma forma de mostrar o pecado das pessoas que antes só ouviam falar pecado, mas não tinha alguma ilustração sobre ele”, relatam, conforme veiculado pela redação do site JovemX.com.

Além de Goiânia, a cidade de Feira de Santana também receberá a ação. A ideia é promover a iniciativa por todo o Brasil, com o auxílio das redes sociais, onde os jovens poderão se juntar para colocar o sermão inusitado em prática com a colaboração e as instruções da equipe de Nonay.

“As ideias são direcionadas por Deus, pois não queremos fazer nada por emoção ou agito. Oramos e pedimos uma direção d’Ele para que façamos um evangelismo impactante”, destaca o ministério ao ressaltar a inspiração divina como guia maior para o projeto.

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Tendo as redes sociais como instrumento, o grupo Ministração Criativa tem recebido forte aceitação tanto no Facebook quanto no YouTube. Em sua Fan Page, já são mais de 7 mil seguidores, enquanto seu canal de vídeos no YouTube já tem mais de 2 mil inscritos. Já o vídeo com a ação nos ônibus quase 400 mil visualizações.