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Pastor travesti gera polêmica ao ser entrevistado no The Noite

Ele falou que a Igreja Cristã Metropolitana o aceitou como homossexual e o escolheu como pastor mesmo ele sendo drag queen

por Leiliane Roberta Lopes

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Pastor travesti gera polêmica ao ser entrevistado no The Noite
Pastor travesti gera polêmica ao ser entrevistado no The Noite

Evangélicos que assistiam ao programa “The Noite”, no SBT, na última segunda-feira (2) ficaram indignados com as declarações dadas pelo pastor Marcos Lord, que é travesti.

Vestido de mulher Marcos, se apresentou como Luandha Perón e relatou que as igrejas evangélicas por onde ele passou não aceitaram sua homossexualidade até que ele se encontrou na Igreja Comunidade Metropolitana (ICM), onde hoje atua como pastor.

“Conheci [a igreja] em 2008, quando eu estava afastado por ter assumido homossexual. Comecei na Restauração, Batista, Deus é Amor até chegar na Assembleia. Hoje atuo como pastor na Comunidade”, disse ele ao apresentador Danilo Gentili.

Antes mesmo de se tornar pastor ele já se vestia de mulher e mesmo assim a denominação o escolheu para ser pastor. “Eu não escolhi ser pastor e a igreja me elegeu para isso. Eu já era drag queen e eu nunca imaginava [que seria eleito]. A igreja abraçou a plenitude da minha personalidade. Na igreja, normalmente, estou de pastor Marcos Lord. Mas já preguei de Luandha”, afirmou.

Quem assistia ao programa não aceitou a postura de Marcos e nem a unção que lhe deram. “Não é pastor. Palavra [Bíblia] fala sobre falsos profetas”, escreveu um internauta.

Pelo Twitter outro internauta questionou a unção. “Pastor travesti? Esse é o fim do mundo uma blasfêmia contra o Espírito Santo”.

Os telespectadores também comentaram sobre a ICM que é uma igreja inclusiva, isto é que aceita homossexuais sem pregar o que a Bíblia diz sobre tais relações. Para os internautas, pregar apenas uma parte da Palavra de Deus é blasfêmia.

“Igreja Gay ?! Sério Isso ?! To achando deboche com o nome de Deus! #TheNoite”, escreveu uma mulher. “Pastor Travesti esse é o fim do mundo uma blasfêmia contra o Espírito Santo…. #TheNoite”, disse outra internauta.

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Pastor de Neymar usará o WhatsApp para alimentar a fé do jogador

Esse ano nenhum líder religioso poderá acompanhar seus fiéis durante a concentração da Copa

por Leiliane Roberta Lopes

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Pastor de Neymar usará o WhatsApp para alimentar a fé do jogador
Pastor de Neymar usará o WhatsApp para alimentar a fé do jogador

Líderes religiosos não poderão entrar na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), onde a seleção brasileira está concentrada se preparando para os jogos da Copa do Mundo.
Para poder falar com Neymar, o pastor Newton Lobato, da Igreja Batista Peniel de São Vicente, vai usar a tecnologia, mais precisamente o Whatsapp.

Essa será a forma que o pastor evangélico vai ficar em contato com o atleta que é membro da igreja antes mesmo de se tornar um dos principais jogadores brasileiros.

“Ele me deu liberdade para cada semana entrar em contato. Às vezes, ligo. Outras vezes mando um WhatsApp. É até melhor mandar uma mensagem bíblica por WhatsApp. Eu escolho um trecho da Bíblia e mando. Depois a gente conversa e dou força e uma palavra de apoio para o momento que ele está vivendo”, disse o pastor ao UOL Esporte.

Como está morando na Espanha, Neymar parou de frequentar o templo no litoral paulista. Na última quinta-feira (29) o jogador do Barcelona, acompanhado de sua mãe, participou do culto, mas não viu o pastor Lobato que estava em outra cidade.

Apesar da distância entre os países, Neymar não deixou de ser acompanhado pelo líder religioso que também acompanha os pais do jogador.

Nas últimas três copas o pastor Anselmo Alves conseguiu entrar nas concentrações para enviar mensagens e orar com os jogadores evangélicos como zagueiro Lúcio e Kaká. Este ano Alves até esteve rondando a Granja Comary, mas não pode entrar no QG da seleção.

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Ciência Noticias

Dilma Rousseff defende aborto no SUS

A presidente falou sobre o tema ao jornal O Globo reacendendo o debate sobre a interrupção da gravidez

por Leiliane Roberta Lopes

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Dilma Rousseff defende aborto no SUS
Dilma Rousseff defende aborto no SUS

De acordo com o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, uma mulher morre a cada dois dias e meio no Brasil vítima de complicações do aborto.

A presidente Dilma Rousseff foi questionada sobre este tema pelo jornal O Globo e se posicionou dizendo ser favorável a interrupção da gravidez alegando motivos “médicos e legais”.

Dilma falou sobre o assunto pela primeira vez desde quando se tornou presidente do Brasil, afirmando que todas as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) devem realizar este procedimento dentro da lei vigente no país.

“Para realizar a interrupção legal da gestação, o estabelecimento deve seguir as normas técnicas de atenção humanizada ao abortamento do Ministério da Saúde e a legislação vigente. O gestor de saúde municipal ou estadual é o responsável por garantir e organizar o atendimento profissional para realizar o procedimento”, disse a presidente.

A lei 12.845, de 1º de agosto de 2013, assegura o atendimento “imediato e obrigatório” a mulheres vítimas de violência sexual. Esse atendimento deve oferecer à vítima tratamento para evitar uma gravidez. Por prever a “profilaxia da gravidez” o texto gerou polêmica, principalmente diante de deputados evangélicos e católicos que entenderam o termo como uma tentativa de legalizar o aborto fora dos termos já previstos pela lei brasileira.

Recentemente outra polêmica foi gerada em torno do tema, o Ministério da Saúde divulgou no Diário Oficial da União uma nova tabela de valores para procedimentos mudando o nome da atividade de “curetagem” para “interrupção da gestação ou antecipação do parto”.

Diante da polêmica gerada a Portaria 415 precisou ser cancelada e o Ministério da Saúde alegou “questões técnicas” ao revogá-la.

O governo Dilma publicou um relatório no mês de maio com indicadores sobre as mortes de mulheres em razão de abortos. O documento foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) baseado nos dados fornecidos pelo Ministério da Saúde. “O aborto, que nos anos 90 era a principal causa de morte materna, figura hoje na quinta posição, respondendo por 5% dos casos”, disse a presidente através da Secretaria de Imprensa da Presidência.