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Papa e patriarca ortodoxo se encontram em Jerusalém

A missa ecumênica aconteceu na Basílica do Santo Sepulcro

por Leiliane Roberta Lopes

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Papa e patriarca ortodoxo se encontram em Jerusalém
Papa e patriarca ortodoxo se encontram em Jerusalém

O papa Francisco e o patriarca ortodoxo de Constantinopla, Bartolomeu, estiveram reunidos neste domingo (25) na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, onde celebraram um culto ecumênico.

Durante o encontro eles assinaram uma declaração comum que pede pelo progresso na aproximação entre as duas igrejas que estão separadas a quase dez séculos.

A declaração tem dez pontos e Francisco e Bartolomeu assinaram, entre outras coisas, respeitar “as legítimas diferenças, pelo bem de toda a Humanidade”. Eles também se comprometeram a trabalhar para “todas as partes, independentemente de suas convicções religiosas, favoreçam a reconciliação dos povos”.

O líder da Igreja Católica lembrou o encontro entre o papa Paulo VI e o patriarca Atenágoras há 50 anos, quando eles se reuniram em Jerusalém em um encontro histórico entre líderes católicos.

“Peregrinamos seguindo as pegadas de nossos predecessores, o Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras, que, com audácia e docilidade ao Espírito Santo, tornaram possível, há 50 anos, na Cidade Santa de Jerusalém, o encontro histórico entre o Bispo de Roma e o Patriarca de Constantinopla”, disse.

Representantes de outras denominações cristãs também estiveram presentes nessa celebração, incluindo greco-ortodoxos, armênios ortodoxos e franciscanos. Essa foi a primeira vez que esses religiosos oraram juntos publicamente na Basílica do Santo Sepulcro, que fica onde Jesus foi sepultado e ressuscitou.

Por conta de sua importância para o cristianismo, o papa argentino mencionou o lugar sagrado durante uma de suas declarações, destacando a importância de estar ao lado do patriarca de Constantinopla. “Nessa basílica, para a qual todo cristão olha com profunda veneração, chega a seu ápice a peregrinação que estou fazendo junto com meu amado irmão em Cristo, Sua Santidade Bartolomeu”, disse o papa. Com informações G1.

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Juíz volta atrás e agora considera candomblé e umbanda como religiões

O processo se refere a um pedido de retirada de vídeos evangélicos do Youtube que ligam essas religiões à espíritos malignos

por Leiliane Roberta Lopes

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Juiz volta atrás e agora considera candomblé e umbanda como religiões
Juiz volta atrás e considera candomblé e umbanda religiões

No início da noite da última terça-feira (20) o juiz da 17ª Vara de Fazenda Federal do Rio de Janeiro, Eugênio Rosa de Araújo, anunciou que reviu os fundamentos da sentença em que havia declarado que umbanda e candomblé não era religiões.

A decisão do juiz gerou protestos no Rio de Janeiro e chegou a gerar a abertura de uma investigação contra ele a pedido do Ministério Público Federal (MPF).

Eugênio Rosa precisou reaver a decisão e declarou que sim, as práticas são consideradas como religiões e não apenas cultos. Na primeira decisão, que julgava o pedido da retirada de vídeos evangélicos do Youtube, o magistrado anotou que poder não ter um livro-base e nem hierarquia, as crenças citadas não poderiam ser consideradas como religiões.

Ao refazer a sentença, Eugênio Rosa afirmou que estava promovendo uma “adequação argumentativa para registrar a percepção deste Juízo de se tratarem os cultos afro-brasileiros de religiões” e reconheceu que as “liturgias, deidade e texto base são elementos que podem se cristalizar, de forma nem sempre homogênea”.

Mesmo considerando o candomblé e a umbanda como religiões, o juiz manteve a decisão de que os 15 vídeos contestados pelos MPF não devem ser retirados do ar. Os vídeos mostram ex-membros destas religiões falando sobre a conversão ao cristianismo e ligando as práticas religiosas da umbanda e candomblé à espíritos malignos. O MPF acredita que tais vídeos promovem a intolerância religiosa e fere direitos constitucionais.

Em nota o magistrado explica que é contra a retirada dos vídeos por conta da liberdade de expressão e de reunião, portanto o pedido segue indeferido, ou seja, negado. Os vídeos, alguns postados pela Igreja Universal, continuarão sendo compartilhados nas redes. Com informações O Globo.

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STF absolve Marco Feliciano do crime de estelionato

O pastor firmou contrato com o evento, mas acabou não comparecendo.

por Michael Caceres

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STF absolve Marco Feliciano do crime de estelionato

O deputado federal, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), foi absolvido na ação penal movida contra ele na qual era acusado de estelionato. Feliciano estava sendo acusado de ter recebido 13,3 mil para participar de dois eventos no Rio Grande do Sul, mas acabou não comparecendo. A Procuradoria-Geral da República (PGR) já havia dado parecer favorável à absolvição do líder evangélico.

Em 2012, quatro anos depois do ocorrido, a juíza que cuida do caso condenou Marco Feliciano a pagar R$ 13 mil a Liane como devolução do cachê. O deputado realizou o pagamento, mas o caso não foi encerrado.

O deputado afirma ter resolvido tudo com Liane na época. “Nós conversamos com ela e perguntamos se poderíamos remarcar. A resposta foi que estava tudo ok. Aí, quando fomos remarcar, descobrimos que ela tinha entrado na Justiça cobrando uma fortuna da gente”, justifica.

O relator do processo, Ministro Ricardo Lewandowski, afirmou que não tinha como condenador o congressista. “Todos nós, professores, ficamos impossibilitados eventualmente de comparecer a compromissos agendados. É uma temeridade dar prosseguimento à ação penal desta natureza”, afirmou o ministro.

Os ministros entenderam que não havia um crime que se enquadrasse na situação, portanto, a ação deveria ser na área civil e não criminal. Com informações G1.