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Programa da Globo abre espaço para pichadores satanistas

Cenário de entrevista exibiu o número da besta

por Jarbas Aragão

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Programa da Globo abre espaço para pichadores satanistas
Programa da Globo abre espaço para pichadores satanistas

Repercutiu nas redes sociais a entrevista do quadro “Qual é?”, parte do programa Altas Horas. Apresentado por Serginho Groisman, o bate-papo com 5 pichadores durou cerca de sete minutos e mostrou a opinião de pessoas envolvidas com o grafite ou pichação que consideram isso uma forma válida de expressão.

Entre as centenas de comentários sobre o quadro (a maioria crítica) algumas ressaltavam que havia uma espécie de “mensagem subliminar” no cenário. Atrás do entrevistador, em uma parede completamente preta, podia ser visto claramente um pentagrama e o número 666, símbolos do satanismo. À esquerda, também era possível ver uma cruz invertida, outro sinal característico do movimento.

A explicação mais provável para isso é que os símbolos presentes na parede foram pichados por um dos entrevistados. Rafael, também conhecido por “pixobomb” faz parte de uma espécie de gangue de pixadores que atende pelo nome de Opus 666. Esse nome é o título de um livro do conhecido autor Anthony LeVey, considerado o “pai” do movimento satanista moderno.

A gangue de Rafael é conhecida por pichar igrejas e prédios sempre com a mesma mensagem, o pentagrama e o numeral 666, chamado na Bíblia de “marca da besta”. Mas não se trata de uma escolha aleatória. Entrevistas com Rafael publicadas em diferentes sites mostram que ele e seu grupo seidentificam claramente como seguidores de Satanás.

Pixobomb

Embora a maioria das pessoas pareça ter reprovada a matéria, que injustificadamente tenta apresentar os pichadores como defensores de uma causa rebelde, cabe o questionamento se, de fato, existia a necessidade de se dar tanto destaque na câmera a esses símbolos.

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Divina sem ser vulgar: moda evangélica ganha destaque na mídia

Blogueiras ensinam mulheres cristãs a usarem a moda sem ferir os preceitos da religião

por Leiliane Roberta Lopes

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Divina sem ser vulgar: moda evangélica ganha destaque na mídia
Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia

Os blogs de moda fazem sucesso no mundo todo e no Brasil esse ramo é cada vez mais frequente entre evangélicas. Jovens que gostam de moda, mas que não deixam de seguir os preceitos da religião.

O jornal O Dia citou em uma reportagem sobre moda evangélica dois desses blogs que fazem muito sucesso. Um deles é o blog “Passarela Estreita” escrito por Mari Raugust que fala sobre moda e beleza, com dicas voltadas para mulheres cristãs.

“Que Deus ponha em nossos corações a vontade de sermos fiéis a Ele e que possamos dar bom testemunho através do nosso vestir”, escreveu Mari que tem uma área no blog só para relacionar moda e beleza com a Palavra de Deus.

Outra blogueira evangélica que tem feito sucesso na internet é Maanuh Scotá que tem mais de 270 mil visualizações por mês em seu blog, o “Blog da Maanuh”.

A dica que a blogueira para suas leitoras é se sentir bem, independente das regras da denominação. “A pessoa tem que se sentir bem. Se a Igreja proíbe o que você gosta de usar, vá para outra”, aconselha.

A cantora Liz Lanne, que abandonou a música para se tornar empresária do ramo de moda, deu ao jornal algumas dicas para que a mulher evangélica se vista bem, sem ser vulgar: “Não é colocar tudo justo, transparente e curto. Fica demais. A Igreja só quer que a gente esteja decentemente vestida”.

Como dona da loja 7Liz, que fica no bairro Recreio, zona Oeste do Rio de Janeiro, Liz Lanne, irmã da cantora Eyshila, diz que hoje a imagem da mulher evangélica está mais moderna e que não é mais vergonhoso se assumir como cristã. “Não tem que ser feia só porque é crente. Temos o direito de sermos lindas e de usar as melhores roupas”, completa.

A cantora Pamela, que sempre posta foto nas redes sociais saindo da 7Liz diz que gosta de moda, mas que toma cuidado ao se vestir, já que é exemplo de milhares de jovens evangélicas.

“Não uso roupas curtas e provocantes. As meninas da Igreja se inspiram em mim”, diz ela que se prepara para lançar o CD “Tempo de Sorrir” pela Som Livre.

Assim como Pamela há muitas evangélicas que investem muito dinheiro em moda, tanto é que este segmento é um dos mais rentáveis dentro do mercado gospel que anualmente movimenta R$ 15 bilhões. De acordo com o jornal O Dia, há clientes que gastam até R$ 6 mil por mês com roupas e sapatos.

Além dos blogs citados há outros endereços virtuais para quem quer aprender a se vestir bem dentro dos preceitos da religião, entre eles o “Evangélicas Top” e “Crente Chic”.

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Egípcio quer processar Israel por causa das pragas de Moisés

“Nossos antepassados não mereciam pagar pelo erro do Faraó”, afirma

por Jarbas Aragão

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Um ativista egípcio causou grande polêmica ao assinar sua coluna no jornal Al-Yawm Al-Sabi. O escritor Ahmad al-Gamal vai contra séculos de tradição dos muçulmanos e não nega a veracidade dos registros bíblicos sobre a libertação dos judeus com grande sinais feitos por Deus.

Pelo contrário, ele pede que sua nação processe o Estado de Israel, pedindo compensação pelas consequências das 10 pragas bíblicas. “Queremos ser compensados pelas pragas que foram infligidas sobre nós como resultado das maldições que antepassados dos judeus lançaram sobre os nossos antepassados. Eles não mereciam pagar pelo erro do governante do Egito na época, o Faraó”, afirmou ele.

Piada para alguns, o assunto gerou controvérsia entre aqueles que levaram o argumento a sério. O Egito passa por uma grave crise econômica e política, enquanto o vizinho Israel tem a democracia mais sólida do Oriente Médio e desfruta de estabilidade econômica há anos.

“O que está escrito na Torá prova que foi o faraó quem oprimiu os filhos de Israel, não o povo egípcio. [Mas] eles infligiram sobre nós a praga de gafanhotos, que não deixou nada para trás, a praga que impediu que as águas do Nilo pudessem ser bebida por um longo tempo, a praga da escuridão que manteve o país nas trevas”, justifica.

Também acredita que o material que os judeus saquearam o país quando saíram do Egito “Nós queremos uma compensação também por todo aquele ouro, prata, cobre, pedras preciosas, tecidos, couros e madeira, peles de animais e outros materiais que os judeus usavam em seus rituais”, numa referência ao que seria posteriormente usado para a construção do Tabernáculo no deserto.

O fato de al-Gamal, sendo muçulmano, citar o Velho Testamento irritou muitos religiosos radicais. Contudo, ele insiste que o governo use “todas as medidas da lei” para exigir compensação. Se necessário, sugere, inclusive em fóruns internacionais.

Entre os damos a seres cobertos por esse processo, estariam os danos à “psique egípcia”, não apenas causada por judeus, mas também acredita que foi infligida no país pela Turquia, que invadiu o Egito durante o Império Otomano, a França durante a invasão de Napoleão e por fim a Grã-Bretanha, que ocupou a nação durante 72 anos.   Com informações WND