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Papa Francisco pode abrir documentos secretos sobre o Holocausto

Os arquivos estão sendo digitalizados e podem mostrar a relação entre o Papa Pio XII com o nazismo

por Leiliane Roberta Lopes

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Papa Francisco pode abrir documentos secretos sobre o HolocaustoPapa Francisco pode abrir documentos secretos sobre o Holocausto

Antes de visitar Israel, viagem marcada para maio, o Papa Francisco deve anunciar que autorizou a abertura dos arquivos secretos sobre o Holocausto.

O novo líder diz que a Igreja Católica “não deve temer a verdade”, e a revelação desses documentos poderá mostrar as relações entre o Papa Pio XII (1939-1958) e o nazismo.

Segundo o jornal espanhol El País os documentos com acusações feitas ao papa Pio XII já estão sendo digitalizados. As acusações dizem que o líder católico da época resolveu ficar em silêncio diante da matança de judeus para não se indispor com Hitler.

Quando Jorge Mario Bergoglio ainda era arcebispo em Buenos Aires ele escreveu um livro com o rabino Skorka e precisou responder a pergunta sobre este tema e disse que se nesses arquivos forem encontrados algo que comprometa a Igreja, será necessário reconhecer o erro e pedir desculpas.

“Que se conheça tudo, e se nos equivocamos teremos que dizer: ‘Erramos’”, disse. Depois que assumiu o cargo de papa, em março passado, Francisco defendeu o Concílio Vaticano II que diz que “o povo do Israel continua sendo o depositário das promessas”.

Mas algumas fontes do Vaticano garantem que a figura do papa Pio XII não era tão terrível quanto se imagina. Em 2009 a Igreja chegou a proclamá-lo como “venerável”, a primeira etapa antes da beatificação fazendo com que a comunidade judaica se manifestasse contra.

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Fiéis católicos não seguem os preceitos da Igreja

A pesquisa foi realizada em todos os países do mundo por meio de uma enquete elaborada pelo Vaticano

por Leiliane Roberta Lopes

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Fiéis católicos não seguem os preceitos da IgrejaFiéis católicos não seguem os preceitos da Igreja

Pesquisas divulgadas pelas conferências de bispos da Alemanha e Suíça mostraram que muitos fiéis católicos não seguem os preceitos da religião.

A posição dos fiéis é completamente diferente da Igreja Católica nos assuntos ligados a divórcio, sexo e homossexualidade.

A pesquisa realizada na Suíça mostra que para 90% dos fiéis entrevistados a Igreja deveria aceitar e dar direito ao sacramento para divorciados e pessoas que se casaram mais de uma vez.

Quando o assunto é o uso de camisinhas e outros métodos anticoncepcionais também há divergências entre a Igreja e seus fiéis, a maioria dos católicos suíços afirma que a instituição deveria “parar de atribuir valores absolutos a certas normas e diretivas”.

Sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, 60% é a favor não só da união civil, como também da benção religiosa.

Na Alemanha os resultados não foram diferentes, todas as normas ligadas à moralidade sexual não são aceitas pelos fiéis, que as consideram “irreais”.

O estudo feito pelos bispos mostra que as ideias da Igreja sobre casamento, divórcio, homossexualidade e métodos anticoncepcionais “são virtualmente nunca aceitas, ou expressamente rejeitadas na vasta maioria dos casos.”

Para chegar à essa conclusão os conselhos entregaram aos fiéis batizados um questionário com 38 perguntas elaborado pelo Vaticano.

A pesquisa foi amplamente divulgada pela imprensa internacional no ano passado quando se acreditava que diante das respostas a Igreja mudaria sua posição sobre tais questões, o que já foi desmentido pela Santa Sé.

O questionário também foi entregue aos fiéis brasileiros, mas até agora a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não divulgou o resultado. Com informações G1.

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Homem corta cabeça de bebê e toma sangue em ritual religioso

Julgamento gera novo debate na Índia sobre “liberdade religiosa”

por Jarbas Aragão

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Homem corta cabeça de bebê e toma sangue em ritual religiosoHomem corta cabeça de bebê e toma sangue em ritual religioso

A justiça indiana condenou à morte Lakshmi Kanta Sarkar, um homem que foi encontrado praticando um ritual religioso macabro. Ele estava em um cemitério tomando o sangue depois de decapitar um bebê, enquanto a cabeça decepada da criança foi pendurada em uma árvore.

Em sua defesa ele alegou que estava “praticando sua religião”.

O caso ocorreu na vila Kalakuri, em Bankura, Estado de Bengala Oriental, na Índia. As imagens do ritual foram divulgadas por uma TV indiana. O processo se arrastava nos tribunais havia dois anos. Sarkar foi condenado após 17 pessoas testemunharem contra ele na corte de Bankura. Segundo relatos, o homem era bem conhecido na vila onde morava por comandar uma clínica ilegal de abortos juntamente com sua mãe.

A população local precisou ser contida pela polícia enquanto tentava invadir o local de sua prisão e linchar o assassino. No dia de sua prisão ele foi espancado por moradores da vila, enquanto gritavam que ele era um “feiticeiro”, afirmou a polícia.

A condenação reabriu o sempre espinhoso assunto da liberdade religiosa na Índia, um dos países mais populosos do mundo. Para os seguidores do Tantra, o controvertido ramo religioso a que Sarkar pertence, defendem que o sacrifício com sangue é necessário para “cumprir necessidades religiosas”. A prática remonta ao grupo que existe a mais de dois mil anos.

Nos últimos anos, grupos cristãos vêm sendo os mais perseguidos por causa das leis anti-conversão decretadas pelo governo.

Há um caso recente de um cristão decapitado na Índia por rejeitar a conversão ao hinduísmo e de um hindu que tentou impedir uma cruzada evangélica ateando fogo ao corpo.

Por outro lado, casos de “sacrifício de sangue” em nome da religião vem sendo mostrados pela mídia na Índia com uma frequência assustadora.

No ano passado, um homem matou seu filho de oito meses de idade, como forma de sacrifício à deusa hindu Kali no estado de Uttar Pradesh. Em outra área da Índia, uma criança de sete anos foi assassinada para que seu fígado pudesse ser oferecido como um sacrifício aos deuses em troca de uma colheita fértil. Os assassinos não foram condenados.  Com informações Daily Mail.