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Festival Promessas 2013 reúne milhares de fiéis em Brasília

Nem a chuva que caiu na capital federal afastou os religiosos da festa

por Leiliane Roberta Lopes

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Festival Promessas 2013 reúne milhares de fiéis em BrasíliaMilhares de pessoas acompanharam as apresentações do Festival Promessas (Foto: Ricardo Moreira / G1)

Neste sábado (30) milhares de evangélicos se reuniram na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para participar do Festival Promessas 2013.

O evento promovido pela Rede Globo reuniu grandes nomes da música gospel para uma apresentação que será um dos especiais de fim de ano da emissora.

Quem abriu a terceira edição do festival foi o cantor Jonas Vilar, ele animou a multidão com canções sertanejas. Jonas comentou sobre sua participação no evento dizendo que se sentiu honrado em participar. “Estar aqui no Festival Promessa é uma honra, é uma benção”.

Em seguida quem se apresentou no grande palco montado foi a cantora Bruna Karla, aos 24 anos ela já acumula duas indicações ao Grammy e um Troféu Promessas como Melhor Cantora (2011), além de ter milhões de discos vendidos.

Bruna Karla no Festival Promessas

Cantora Bruna Karla foi a segunda a se apresentar no Festival Promessas (Foto: Ricardo Moreira / G1)

Bruna ficou impressionada ao ver que os participantes do Festival Promessas não desistiram do show mesmo quando a chuva voltou a cair. “Eu fiquei com um pouquinho de medo, quando a chuva começou a cair. Mas quando eu cheguei aqui e vi muita gente chegando, com muita chuva, eu fiquei muito feliz. Fui muito bem recebida. Foi um momento muito especial da minha vida”, disse ela.

A terceira apresentação foi da banda de rock gospel Oficina G3 que mostrou alguns sucessos e ainda canções do novo disco “Histórias e Bicicletas”. O grupo de louvor Diante do Trono entrou no palco em seguida, sendo uma das atrações mais esperadas da noite, Ana Paula Valadão ministrou aos presentes e levou a multidão à adorar a Deus.

Thalles Roberto realizou um super show, agitando os brasilienses que estavam na Esplanada desde o início da manhã para poder ver o cantor mineiro de perto.

“A música boa é um veículo poderoso para levar a mensagem de Deus. Se nós fizermos uma música rotulada, de igreja, nós vamos alcançar somente as pessoas de igreja. Se nós fizermos música boa, de qualidade, a gente consegue levar a mensagem de Deus para as pessoas estão fora da igreja. É isso que eu tenho conseguido fazer”, disse Thalles.

Quem encerrou o festival foi a cantora Aline Barros, que cantou alguns sucessos de seus mais de 20 anos de carreira e ainda mostrou canções de seu mais novo disco: “Graça”.

Aline Barros encerrou as apresentações do Festival Promessas realizado neste sábado (30) (Foto: Ricardo Moreira / G1)

Aline Barros encerrou as apresentações do Festival Promessas realizado neste sábado (30) (Foto: Ricardo Moreira / G1)

“São 20 anos de história sim, mas eu já estou me preparando para mais 20. Eu tenho trabalhado muito para conseguir repartir com essa geração aquilo que eu tenho sido ministrada. Cada dia é um aprendizado novo com Deus”, afirmou a cantora.

A Globo vai transmitir o Festival Promessas no dia 15 de dezembro.

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Ciência Noticias

Escavações mostram que Arábia teve reinado cristão antes do Islã

A região de Zafar chegou a adotar o judaísmo como religião oficial até que foi tomada pelo Império Romano

por Leiliane Roberta Lopes

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Escavações mostram que Arábia teve reinado cristão antes do IslãEscavações mostram que Arábia teve reinado cristão antes do Islã

Arqueólogos da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, descobriram uma imagem que pode significar que a Arábia teve um rei que usava a cruz cristã como símbolo do seu poder.
A imagem aparece em uma parede monumental de um monarca ainda não identificado gravada pouco antes de 550 d. C, décadas antes do nascimento de Maomé.

O retrato de 1,70 metros de altura foi analisado por Paul Yule que escreveu um artigo para a revista científica “Antiquity” falando sobre o achado. Yule faz parte do Departamento de Línguas e Culturas Orientais de Heidelberg e contou com o apoio de outros arqueólogos para concluir o estudo nas ruínas de uma cidade antiga em Zafar, no Iêmen.

O homem mostrado na imagem pode ser o rei de Himyar, Zafar era a capital do reinado e ele se estendia por 2,5 milhões de quilômetros quadrados. Textos da época do Império Romano e algumas inscrições nativas chegam a falar desse reino perdido, mas há muitas partes dessa história que não foram reveladas.

De acordo com o jornal Folha de São Paulo o que se sabe sobre o reinado é que ele faz parte de uma região que era estratégica para o comércio de especiarias, perfumes e objetos de luxo do oceano Índico.

De acordo com o arqueólogo, no século 4 d. C. muitos parceiros comerciais de Himyar passaram a adotar o cristianismo como religião, mas a nobreza local resolveu decidir qual religião aceitar de forma independente.

“Na época, como agora, religião e política estavam fortemente ligadas”, disse Yule lembrando que os nobres acabaram por decidir se converterem ao judaísmo.

Os pesquisadores alemães encontraram partes históricas sobre as disputas dos povos daquela região e perceberam que Himyar teve o reino tomado por Roma em 525 d. C. o que pode ter forçado a conversão do povo ao cristianismo.

Outros pesquisadores acreditam nesta versão, incluindo o historiador Glen Bowersock, da Universidade de Princeton. Para ele “não há dúvidas sobre a instalação de um regime cristão no sudoeste da Arábia entre os anos 525 e 560″.

Zafar foi abandonada e só voltou a ser povoada depois do ano 622 quando grupos tribais se mudaram para a região, na época o islamismo já estava em ascensão.

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Mulheres mórmons tiram as roupas para protestar contra a doutrina da igreja

Elas estão insatisfeitas com a doutrina que prega que a mulher tem que estar sempre com o corpo coberto

por Leiliane Roberta Lopes

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Mulheres mórmons tiram as roupas para protestar contra a doutrina da igreja
Mulheres mórmons posam nuas para protestar contra a igreja

Mais de 30 mulheres mórmons aceitaram tirar as roupas e pousarem nuas para a fotógrafa Katrina Barker Anderson. O objetivo dessas mulheres é protestar contra a doutrina rígida da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Anderson é um jovem mórmon de 30 anos que resolveu usar a nudez para tentar promover uma mudança nos códigos comportamentais da religião.

Ela acredita que assim, sem roupas, as mulheres mórmons conseguirão mostrar que estão insatisfeitas com o “sistema” que impõem que elas estejam sempre cobertas.

Encontrar voluntárias não foi difícil para a fotógrafa americana que concedeu uma entrevista ao Daily Mail comentando o caso e dizendo que “as imagens podem ser ferramentas muito poderosas para a mudança”.

“Eu acho que todo mundo que se ofereceu tomou a possibilidade de mudança a sério. Eu certamente espero que continue assim. Acho que este projeto é absolutamente defensável artisticamente e não é uma razão para uma reprimenda da igreja mórmon”.

Além de esperar receber apoio de outras mulheres da religião, Katrina acredita que mulheres não mórmons também se interessarão pelo projeto e o apoiarão para lutar contra os códigos rígidos de comportamento feminino que a sociedade tem imposto ao longo dos séculos. Com informações Jornal Extra.