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Três seguidores do reverendo Moon ateiam fogo em si mesmos

 

 

Três seguidores do reverendo Moon ateiam fogo em si mesmos
Três seguidores do reverendo Moon ateiam fogo em si mesmos

Faltando poucos dias para o primeiro aniversário da morte de Sun Myung Moon, o Reverendo Moon, três membros da seita atearam fogo em seus próprios corpos e estão em estado grave.

O atentado aconteceu nesta quinta-feira (21) na sede da Igreja da Unificação, localizada a leste de Seul, na Coreia do Sul. Segundo a agência de notícias Yonhap, duas mulheres e um homem atearam fogo em si mesmos dentro da igreja e foram levados para o hospital.

Os feridos estão em estado grave e apresentam queimaduras graves em todo o corpo.

No próximo dia 3 completa um ano que o líder religioso morreu. O reverendo Moon tinha 92 anos e era conhecido mundialmente por se apresentar como o cumpridor do plano de Deus, já que Jesus Cristo não teria conseguido completá-lo.

Sun Myung Moon nasceu na Coreia do Norte e em 1954 criou a Igreja da Unificação, afirmando que recebera uma visita de Jesus lhe incumbido de terminar a obra por ele inacabada. Foi nessa visão que ele recebeu o dom para ser “o segundo messias’. A seita diz ter mais de três milhões de adeptos em 200 países.

Com informações UOL.

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Ex-mórmon revela segredos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Um professor e evangelista disse que depois de 30 anos na Igreja Mórmon, ela chegou a uma conclusão – A Bíblia é mais acurada do que o Livro do Mórmon, e Deus é maior do que o homem transcendente adorado pelos “Santos dos Últimos Dias” (SUD).

  • igreja mormon
    (Foto: Zondervan Publishers, http://www.unveilinggracethebook.com/index/)
    Em seu novo livro, “Revelando Graça,” a ex-mórmon Lynn K. Wilder conta a história dentro do mormonismo, e porque Jesus Cristo é melhor do que Joseph Smith.

“Eu comecei a sentir como alguém puxando as cortinas em OZ”, disse Lynn K. Wilder, professor associado de educação especial na Universidade Florida Gulf Coastao The Christian Post na segunda-feira.

Lynn, ex-professor titular da Universidade Brigham Young, é autor de Unveiling Grace: The Story of How we Found Our Way Out of The Mórmon Church (Revelando a Graça: A História de Como nós Encontramos a Saída para a Igreja Mórmon). Ela contrastou as igrejas mórmon e cristãs, desvendando os segredos da SUD – poligamia, racismo, e uma desconfiança fundamental da Palavra e Poder de Deus.

Missionários mórmons bateram em sua porta, falaram sobre os “últimos dias”, e deram boas vindas aos Wilders à comunidade bem unida. “Eles te trazem para dentro, eles te amam, eles começam a suplantar a minha família biológica”, explicou Wilder. Entrar para a igreja lhe deu um status maior para ela e seu marido na Faculdade e comunidades da igreja. Em 1999, Brigham Young University, lhe ofereceu um trabalho.

Depois de se mudar para Utah, contudo, a professora contou novas descobertas – as escrituras mórmon ainda pregam racismo e poligamia, apesar das negações públicas por parte da igreja. “A Bíblia não ensina que a marca de Caim foi uma pele escura”, ela explicou, “mas o Livro dos Mórmons sim”. Ela notou que a marca de Caim está em outras escrituras mórmon também, além do livro do Mórmon.

Não foi até seu filho Micah deixar a Igreja Mórmon, contudo, que Wilder considerou questionar suas doutrinas, disse ela. Recusando-se apresentá-lo ao templo da SUD para excomunhão, ela e seu marido o mandaram embora, e ele os encorajou a ler o Novo Testamento.

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“Os Mórmons acreditam que a Bíblia é muitas vezes mal traduzida e corrupta”, testemunhou a ex-professora da BYU. Sua escritura fala de uma “grande apostasia”, após a morte dos apóstolos, de modo que não havia verdadeira igreja até que Joseph Smith fundou o mormonismo em 1830.
Mas quando Wilder leu o Novo Testamento, ela ficou hipnotizada. “Eu fiquei consumida com esse Deus do amor, o Deus da graça,”disse ela, notando que os Mórmons acreditam em salvação baseada em obras. De acordo com a igreja SUD, suas ações te levam ao céu, explicou ela, enquanto que “no Cristianismo, Cristo fez todo o trabalho na cruz”.

A igreja mórmon também ensina que Jesus falhou em manter Sua igreja unida, observou a professora. Ela citou a História da Igreja de Joseph Smith, onde o fundador mórmon escreveu: “Eu tenho mais a gabar-me do que qualquer outro homem teve. Eu sou o único homem que tem sido capaz de manter toda a igreja unida desde os dias de Adão… Nem Paulo, João, Pedro, nem Jesus fizeram isso.”

Wilder disse que ela acreditava que Deus era forte o bastante para manter Sua igreja unida e para preservar a mensagem na Bíblia. No mormonismo, contudo, Deus não é onisciente e onipotente, “Ele é um homem, basicamente, que continua a progredir e que eu posso estar no mesmo caminho”, disse ela.

A ex-professora da BYU explicou que, de acordo com a doutrina SUD, os melhores mórmons irão proceder para se tornar deus como o criador. As mulheres podem alcançar somente se elas foram casadas, e somente apóstatas – aquelas que rejeitam a igreja SUD – irão para o inferno com Satanás e seus servos. Mesmo Hitler e os assassinos, pelo contrário, irão atingir o nível mais baixo nos céus, disse ela.

A ex-mórmon se lembrou que, quando ela se voltou para jesus, ela começou a ver sinais do Deus bíblico pessoal (o deus mórmon não é pessoal, alegou ela) tocando muitos aspectos de sua vida. Seu livro diz a história das imagens de Cristo que sobreviveu edifício em chamas, e o sermão de Billy Graham marcado em sua memória.

Wilder testemunhou que um comprador apareceu em sua casa no dia seguinte em que ela e seu marido decidiram sair da igreja mórmon, e um reitor da faculdade lhe ofereceu um trabalho pela qual ela nunca aplicou. “Cristianismo é maravilhoso por causa de Deus”, disse ela. “Ele criou para todos de nós uma nova família, uma nova vida, e a confiança mais surpreendente nEle por causa do que nós O vimos fazer.”

Além de ensinar, ela e seu marido lideram um ministério dedicado para “ajudar os mórmons a entender um Deus maior, acreditar na Bíblia, e dar um Jesus diferente uma chance”. Ela disse que eles pretendem alcançar milhares de mórmons que deixaram a igreja SUD – muitas vezes para reverter em ateísmo ou agnosticismo.

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“Periguete” de novela da Globo vai se tornar cantora gospel

O casal Valdirene e Carlito formará uma dupla de cantores e farão sucesso com canções religiosas.

por Leiliane Roberta Lopes

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“Periguete” de novela da Globo vai se tornar cantora gospel
“Periguete” de novela da Globo vai se tornar cantora gospel

A personagem Valdirene (Tatá Werneck) de “Amor à Vida” vai finalmente se tornar evangélica e, pela sinopse apresentada pelo autor Walcyr Carrasco, irá se tornar cantora gospel fazendo uma dupla com o personagem Carlito (Anderson Di Rizzi).

No episódio marcado para ir ao ar em 6 de setembro, Valdirene e sua mãe, Márcia (Elizabeth Savalla), vão reencontrar Maristela (Vera Mancini) que há meses atrás deu uma Bíblia de presente para a jovem.

Maristela vai questionar se a jovem já começou a ler o Livro Sagrado e ela vai responder que não teve tempo. “Comecei, parei. É que tava muito ocupada tentando agarrar um milionário”.

Em resposta Maristela vai dizer: “Acredite em Cristo e não te faltarão riquezas”. Mesmo fazendo sátira com a afirmação, a jovem vai entender o conselho e buscar mudar os rumos de sua vida.

Antes desse encontro Valdirene terá uma grande decepção. No dia de seu casamento com Ignácio (Carlos Machado) ela decide relevar que está grávida e é surpreendida com a informação de que o noivo é estéril. Por conta disto o casamento é anulado e Valdirene vai acabar aceitando se casar com Carlito.

A forma como a conversão acontecerá, assim como as atitudes que a personagem passará a ter depois de se tornar evangélica é o que tem preocupado já que a última personagem convertida representada nas novelas da Globo gerou muito polêmica. No caso de Valdirene a desconfiança é ainda maior, visto que a personagem é humorística.