Categorias
Artigos Noticias

Jorginho, novo técnico do Flamengo, afirma que ser evangélico não irá influenciar no seu trabalho

 

PorTayguara Ribeiro | Correspondente do The Christian Post

Abertamente evangélico, o novo técnico do Flamengo, Jorginho, afirmou que a religião não irá interferir no trabalho dele no clube. O questionamento sobre a fé do treinador ocorreu porque quando dirigiu o América-RJ, Jorginho utilizou a religião como “base” em seu trabalho e chegou a pedir que os dirigentes do time não fizessem menção ao diabo, que é o símbolo do clube carioca.

  • Jorginho é o novo técnico do Flamengo

    Divulgação

    Jorginho é o novo técnico do Flamengo

“Gostaria de deixar muito claro a questão profissional. Religião é uma coisa extra. O tempo passou, a gente amadurece…É uma coisa que não interfere em nada, nós vamos trabalhar para o Flamengo. Um trabalho sério, de mapeamento de todos os jogadores. Temos muito conhecimento do grupo, mas é diferente quando você trabalha com ele”, disse o novo treinador flamenguista.

Jorginho chegou a pregar os ensinamentos evangélicos entre alguns jogadores que treinou nos times nos quais foi técnico.

O técnico foi jogador do Flamengo entre 1984 e 1989 e esteve no grupo tetracampeão do mundo de futebol em 1994, na Copa dos EUA. Como treinador ele comandou o Goiás, Figueirense, Kashima Antlers e foi o auxiliar de Dunga na seleção brasileira durante a Copa do Mundo de 2010.

Ele chega no Flamengo em meio a uma crise. O time rubro-negro demitiu Dorival Junior depois de não conseguir vaga na final do primeiro turno do Campeonato Carioca. Jorginho fica na Gávea até o fim de 2014 e ressalta que a passagem pela seleção brasileira, quando conviveu com grande pressão da imprensa e da torcida, o credencia a comandar o Flamengo, clube com o maior número de torcedores no Brasil.

Categorias
Artigos Noticias

‘Matar judeus é adoração’, diz campanha em ônibus em São Francisco, EUA

 

PorSarah Curty | Correspondente do The Christian Post

Uma campanha anti-islamismo causou indignação em São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos. As imagens são veiculadas em 800 ônibus da cidade e contêm fotos de Osama Bin Laden e outros nomes ligados ao terrorismo e frases que os terroristas costumam usar. “Matar judeus é uma adoração que nos aproxima de Alá”, diz uma das imagens.

  • jihad

    (Foto: Reprodução/AFDI)

    Cartazes com discuso anti-islamismo circulam pela cidade de São Francisco. Na imagem, o texto, que se refere aos homossexuais, diz: ‘Se há duas dessas pessoas entre vocês, que fazem o mal, aquele ato vergonhoso, o que você tem que fazer? Torturá-los, puni-los, bater neles e torturá-los mentalmente. Essa é a jihad dela. Qual é a sua?’.Essa é a sua jihad. Qual é a sua?

 

As propagandas, pagas pela Iniciativa Americana de Defesa da Liberdade, entraram em circulação na semana passada e suscitaram o debate e discussões entre o que é liberdade de expressão e o que disseminação de ódio.

“O objetivo da nossa campanha é mostrar a realidade daJihad, a raiz do terrorismo usando exatamente as mesmas palavras e textos que eles usam”, explicou Pamela Geller, membro da Iniciativa.

De acordo com o site da emissora de TV CBS, o promotor da cidade George Gascon condenou a campanha dizendo que os anúncios são ofensivos e “com nenhum propósito além de denegrir as comunidades árabes e muçulmanas”.

“São Francisco é uma cidade que celebra a diversidade e discursos de ódio e discriminação com as comunidades árabe e muçulmana não serão tolerados”, afirmou o prefeito Ed Lee.

Geller disse que as propagandas foram uma resposta a uma campanha realizada no início do ano pelo Conselho Americano de Relações Americanas-Islâmicas, que tentou dissociar a palavra “jihad” à violência.

Curta-nos no Facebook

“Quando alguém ataca nossa religião é como se estivesse nos atacando”, disse o muçulmano Oakland Imam Salah el Seeiadi, em resposta aos anúncios.

Geller se defendeu dizendo que “simplesmente usa pessoas conhecidas e suas próprias palavras em seus anúncios”. “Como isso pode generalizar todos os muçulmanos? Eu não entendo”, completou.

O presidente da Câmara de Supervisores de São Francisco, David Chiu, afirmou que os membros da Iniciativa são “famosos extremistas” e que irá denunciar os anúncios.

No site da Iniciativa, as opiniões contrárias à campanha são chamadas de “irracionais” e os líderes da cidade de “traidores”. Os ativistas angariam fundos para financiar as propagandas, que irão circular, pelo menos, até o final do mês.

Categorias
Artigos Noticias Vídeos

Marco Feliciano renunciou – veja o vídeo e compartilhe

Página Inicial » Política

18/03/2013 – 14:34 – Atualizado em 18/03/2013 – 14:37

Vídeo irônico mostra “guerra espiritual” entre ativistas e pastor.

por Jarbas Aragão

Marco Feliciano renunciou

Marco Feliciano renunciou

Depois de várias denúncias contra o deputado pastor Marco Feliciano, protestos em frente a igrejas onde ele pregaria, matérias de grandes jornais e revistas, exigências e abaixo-assinados pedindo sua renúncia surtiram efeito.

Um vídeo anunciando que ele renunciou foi postado pelo atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Embora a maioria das manifestações se apresentavam com um caráter apenas “ético e político”, parece que o outro lado dessa questão não teve muito espaço na mídia.

No vídeo de pouco mais de oito minutos, publicado pelo pastor em sua conta no Twitter, há uma colagem de imagens e matérias de TV mostrando quem seriam as pessoas que estão por trás dos pedidos de cassação e os motivos para isso.

Obviamente, são ativistas ligados à militância de movimentos LGBT, muitas delas identificadas pelo nome. Pessoas como Toni Reis, Fabio Jesus, Jean Wyllys e outros desafetos são mostrados em cenas que, segundo o material, revelam o aspecto espiritual do confronto. Existem várias manifestações das crenças dos ativistas e a ênfase de que há um confronto que vai “além do que os olhos podem ver”.

Além disso, são exibidas manchetes de casos de violência entre homossexuais, tentando lembrar que muitas vezes eles são vitimas de seus próprios parceiros. Assim como tem feito o pastor Silas Malafaia, Feliciano tenta mostrar de como é feito o financiamento público na produção e distribuição de material defendendo e incentivando as relações homossexuais e o aborto. O material foi compartilhado centenas de vezes nas redes sociais por evangélicos nos últimos dois dias.

A “renúncia” em questão não é da presidência da Comissão, mas o que Feliciano acredita ser muito importante, sua renuncia a ter “privacidade… noites de sono tranquilo… momentos com a família”.

Curiosamente, o vídeo surge logo após o pastor Malafaia defender Marco Feliciano novamente em seu programa de TV no sábado (16) e tentar mostrar que grande parte desse movimento é orquestrado pela esquerda brasileira (leia-se PT) que com isso, tira atenção da mídia para o fato de dois deputados petistas condenados no caso do mensalão terem assumido cargos na Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante da Câmara.

Assista: