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Crescimento dos evangélicos não influenciou a escolha do papa, diz arcebispo do RJ

 

Por Tayguara Ribeiro | Correspondente do The Christian Post

A escolha de uma papa argentino não tem nada a ver com o crescente aumento no número de evangélicos na América Latina. A avaliação é do arcebispo da cidade do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta.

  • novo papa

    Reuters

    Novo papa

“Seria muito estranho se na eleição isso tivesse contado. Os cardeais elegeram o que é melhor para a Igreja toda, e não só para a América Latina, não só para Ásia, África. Eles não podiam pensar, não pensaram em apenas uma região no mundo, então, não tem essa questão”, disse.

O religioso irá em breve ao Vaticano sobre a vinda do papa Francisco ao Brasil, prevista para acontecer em julho, durante a Jornada Mundial da Juventude, na cidade do Rio.

Papa Francisco tem 76 anos e é o primeiro líder da Igreja Católica não europeu. A América Latina, atualmente, é a região do mundo que concentra a maior parte dos católicos do mundo, hoje estimados em cerca de 1 bilhão e 100 milhões de pessoas. O Brasil é o país com o maior número de católicos, são ao todo 126 milhões de fiéis brasileiros.

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Novo papa escolhido é Jorge Mário Bergoglio, da Argentina

 

Por Tayguara Ribeiro | Correspondente do The Christian Post

O argentino Jorge Mário Bergoglio é o novo papa. O cardeal foi escolhido nesta quarta-feira (13), como o novo líder da Igreja Católica. Ele será conhecido como papa Franscisco. É a primeira vez que comandante máximo dos católicos é latino-americano. Com 76, ele era o arcebispo de Buenos Aires.

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    Reuters

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Milheres de pessoas comemoraram quando a fumaça branca subiu na praça de São Pedro, no Vaticano, por volta das 15h do horário de Brasília, o que indicava que os cardeais reunidos no conclave já haviam escolhido o novo comandante supremo da Igreja Católica. A escolha ocorreu já no segundo dia do ritual, foram realizadas ao todo 5 votações durante o conclave.

Com 86 anos de idade, o alemão Joseph Ratzinger ficou no comando da Igreja Católica desde 2005 quando assumiu o posto deixado por João Paulo II. No dia 11 de fevereiro deste ano, o agora papa emérito Bento XVI anunciou que deixaria a liderança dos católicos por conta da idade avançada. Oficialmente, o papado dele acabou no dia 28 de fevereiro.

Do conclave participaram 115 cardeais com menos de 80 anos, incluindo a presença de cinco brasileiros: dom Raymundo Damasceno Assis, dom Odilo Scherer, dom Geraldo Majella Agnelo, dom Cláudio Hummes e dom João Braz de Aviz.

Dom Odilo, inclusive, figurou durante todo o período do conclave como um dos favoritos para ser o novo papa.

Ao todo são cerca de um bilhão e 100 milhões de católicos no mundo. O Brasil é o maior país católico do mundo, com uma estimativa de 126 milhões de fiéis.

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Pastor não é profissão, é vocação, diz Feliciano sobre empregados

 

Cinco pastores da igreja de Marco Feliciano recebem salário da Câmara

por Leiliane Roberta Lopes

Pastor não é profissão, é vocação, diz Feliciano sobre empregados

Pastor não é profissão, é vocação, diz Feliciano sobre empregados

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) está “no olho do furacão”. Diariamente, jornais e sites têm procurado investigar sua vida atual e pregressa. Hoje, a Folha de São Paulo denunciou que cinco pastores de sua igreja, Catedral do Avivamento, recebem salários da Câmara. Eles foram contratados como “assessores”, mas não cumprem expediente nem Brasília nem em Orlândia, base política do pastor-deputado.

Oficialmente, assessores nomeados precisariam cumprir 40 horas semanais de trabalho legislativo. Seus salários que chegam a R$ 7.000. Segundo a Folha, os “funcionários fantasmas” são os pastores Rafael Octávio, Joelson Tenório, André Luis de Oliveira, Roseli Octávio e Wellington de Oliveira. Marina Octávio, filha da pastora Roseli, também é funcionária do gabinete da Câmara.

Segundo informações, os pastores lideram os trabalhos das Catedrais do Avivamento no interior paulista, em Franca, Ribeirão Preto, São Joaquim da Barra e Orlândia.

O pastor Wellington entende que é normal a nomeação dos pastores, mesmo que eles não trabalhem em Brasília. “Qualquer pessoa que vai contratar o seu assessor parlamentar contrata gente próxima, amigos. Os pastores são amigos”, justifica.

Marco Feliciano tem evitado conversar com a imprensa depois dos últimos acontecimentos, mas comentou o assunto na saída da sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, que presidiu hoje pela primeira vez.

“Pastor não é profissão, é vocação, não recebem salário [na igreja] para isso. Eles trabalham pra mim, para o meu gabinete, levando os jovens para centros de recuperação, dando assistência social”, declarou. Porém quando questionado se os pastores desenvolvem trabalhos de assessoria legislativa, Feliciano não respondeu.