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Conclave: Falso Bispo era hacker

traduzido automaticamente do espanhol para o português

A preparação bispo conclave do Vaticano era um hacker

A preparação bispo conclave do Vaticano era um hacker

O falso bispo Ralph Napierski (esquerda) cumprimenta o cardeal Sergio Sebiastiana esta manhã. / Pinto Vincenzo (AFP)

04 de marco de 2013 , em Roma

Um bispo falsa conseguiu esgueirar-se na segunda-feira no Vaticano com os cardeais que participaram da primeira reunião preparatória do conclave para eleger o sucessor de Bento XVI, como publicado pelo jornal "La Stampa" em seu site.
Napierski ganhou entrada, embora que seu manto foi mais curto do que o habitual, sua cadeia de crucifixo (que era de plástico) também era diferente, e seu cinto foi uma réplica episcopal conseguido com um lenço. Apesar de tudo isso, o intruso conseguiu permanecer vários minutos com os cardeais na praça que fica antes da Sala Paulo VI, onde o esperavam para entrar na primeira congregação geral antes do início do conclave, cumprimentando vários deles. Depois de vários minutos, o bispo falso foi descoberto e expulso pela Guarda Suíça, em meio às risadas e comentários bem-humorado de jornalistas que estavam lá. Napierski O impostor é Ralph, um hacker australiano apresentou como bispo da Igreja Católica e até mesmo documentos falsificados que credenciam . Napierski, contrária aos ensinamentos da Igreja Católica, a organização também criou Corpus Dei, que diz que o líder, e através de cujo site, como também feito através de seu próprio blog, dedicado a paródia e rituais Vaticano doutrina.

Fontes: Agências

Editado por: Protestante Digital 2013

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Bono se compara a Jesus em discurso

 

“Eu sou uma forma insuportável e arrogante de Jesus”, disse o vocalista da banda U2

Por Giana Guterres | Correspondente do The Christian Post

Bono Vox, da banda U2, fez um discurso contra a pobreza durante evento realizado nos Estados Unidos. Em suas declarações, o astro de rock irlandês fez uma comparação entre Jesus e ele mesmo. Conhecido por defender causas sociais, o cantor já recebeu diversos prêmios.

  • Bono Vox

    (Foto: Reuters/ Stefano Rellandini)

    Bono Vox, vocalista da banda U2

 

“Eu sou uma forma insuportável e arrogante de Jesus”, disse Bono ao se comparar a Jesus. Em seu discurso, ele disse acreditar que a pobreza extrema em todo mundo poderá acabar até o ano de 2030, com o apoio de recursos tecnológicos. As declarações do músico foram feitas durante o congresso TED – Tecnologia, Entretenimento e Design. O evento acontece no sul da Califórnia.

A apresentação de Bono Vox teve duração de 18 minutos. Segundo informou o G1, o vocalista disse que com o apoio da tecnologia e dos avanços médicos, mais enfermos com AIDS recebem atendimento e as mortes causadas por malária têm diminuído. Ele ainda discursou que a taxa de pobreza continua alta, porém, se seguir no mesmo ritmo deve ser vencida nas próximas duas décadas.

Bono Vox é o nome artístico de Paul David Hewson, 52 anos. Ele é o vocalista principal da banda de rock irlandesa U2. Compositor da maioria das músicas, suas letras são marcadas por temas religiosos – onde várias canções trazem citações bíblicas -, sociais e políticos. Em 2010, durante uma turnê a banda surpreendeu ao tocar “Amazing Grace”, um dos hinos cristãos mais famosos.

O artista é conhecido por defender causas humanitárias e já foi um dos nomeados para o prêmio Nobel da Paz. Bono foi um dos primeiros agraciados com o Prêmio TED, no ano de 2005. O dinheiro do prêmio, 100 mil dólares, foi gasto com doações na luta contra a pobreza extrema.

Com início há 28 anos, a conferência TED reúne diversas personalidades, como cientistas, políticos, empresários e músicos. O objetivo é que os convidados especiais de cada edição falem por 18 minutos o seu propósito na vida.

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Irmãs acusam pastor evangélico de abuso sexual

SEXTA-FEIRA, 1 DE MARÇO DE 2013

 

GCN NEWS

Duas irmãs de 12 e 15 anos, moradoras do Jardim Higienópolis, acusam um pastor de abuso sexual. O caso foi denunciado na tarde desta segunda-feira na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Franca. Segundo as menores, o pastor se chamaria José Elias e seria o responsável pela Igreja Evangélica Paz no Vale, no Jardim Redentor. Os ataques teriam começado há nove meses. A primeira a sofrer os abusos seria a menina de 12 anos. “A primeira vez que ele fez isso, a gente estava na casa dele com um grupo de jovens. Ele começou as orações e me pediu para ir para o quarto. Lá, ele fez essas coisas comigo. Disse que estava me libertando e pediu para não falar para ninguém porque se não Deus iria se voltar contra mim”, conta a menor. (Ouça na íntegra este relato. Clique aqui).

Os supostos abusos só foram descobertos porque na última sexta-feira o pastor teria resolvido atacar a irmã mais velha, de 15 anos. “Ele foi almoçar em casa. Depois, quando eu e a minha mulher estávamos saindo para o trabalho, perguntou se podia ficar mais um pouco para benzer a casa. Eu deixei. Não imaginei que ele fosse fazer o que fez”, disse o pai das meninas.

Segundo o relato da garota de 15 anos, assim que seus pais saíram, José Elias a teria levado até um quarto, onde teria praticado os abusos. “Ela conta que ele acariciou seus seios, passou a mão e introduziu o dedo em sua vagina e no seu ânus”, disse a delegada Graciela Ambrósio, responsável pelas investigações.

Com medo e vergonha, a irmã mais velha se recusou a voltar à igreja, o que despertou a desconfiança de seu pai. “Eu estranhei e comecei a perguntar. No começo ela disse que não era nada. Como insisti, hoje [ontem] na hora do almoço, ela chorou muito e me contou o que aconteceu”, disse o pai.

Ele resolveu também questionar sua filha mais nova, que, para seu desespero, disse que vinha sofrendo abusos há nove meses. “Perdi o chão. Fiquei louco. Minha vontade era matá-lo, mas pensei na minha família e vim denunciar.”

A delegada Graciela Ambrósio disse que os relatos das vítimas são muito contundentes. “Elas narram praticamente as mesmas coisas.

Segundo a delegada, para convencer as vítimas a consentirem o abuso, José Elias dizia que as jovens precisavam ser purificadas. “Ele as convencia de que elas precisavam passar pelo processo de libertação do espírito da sensualidade e de demônios. Então, dizia estar com o Espírito Santo e ungia as partes íntimas delas. Aproveitava para passar a mão nos seios e introduzir seus dedos na vagina e no ânus”, disse Graciela. A delegada informou que as vítimas disseram que não houve relação sexual com penetração.

Segundo a delegada, os ataques aconteciam na residência das vítimas e na casa do pastor. “Ele era tido pela família como alguém de confiança, por isso os pais permitiam que as meninas fossem à casa dele e que ele as visitasse em casa.”

INVESTIGAÇÕES

A delegada acredita que o número de possíveis vítimas do pastor possa ser muito maior. “Pelo que já colhemos de depoimentos, pelo menos, mais duas meninas teriam sido abusadas. Inclusive, há testemunha que presenciou os fatos. Também já tivemos notícias de outras meninas com as quais ele agia da mesma forma. Estamos investigando e vamos ouvir todos os envolvidos.”

Ontem mesmo a delegada já tinha iniciado as investigações e ouvido uma testemunha. No final da tarde de ontem, ela apresentaria à Justiça o pedido de prisão preventiva do acusado. “Esse é um caso sério, preocupante. Temos que agir.”

Graciela informou ainda que o pastor deve responder por dois crimes: estupro (para as vítimas menores de 13 anos) e posse sexual mediante fraude (para as maiores de 13 anos).

O pastor, segundo as vítimas, teria cerca de 50 anos, seria casado e teria uma filha de 17 anos. Sua mulher e esta filha viveriam em Itaú de Minas (MG), onde existiria outra filial da igreja. José Elias se dividia entre a unidade de Franca e a mineira. Ele teria aberto a igreja no Redentor há cerca de um ano. O templo era frequentado por cerca de 100 fiéis, a grande maioria jovens. Ontem a reportagem esteve no local, que está fechado. Não há sequer uma indicação de que no prédio funcionaria uma igreja. Vizinhos disseram que os cultos ocorriam sempre depois das 19 horas e que a última movimentação foi no domingo.

A reportagem também tentou entrar em contato com José Elias por meio de um número celular informado por fiéis, mas ninguém atendeu ao telefone.

Ouça: Mãe chora ao saber que filhas foram estupradas: ‘A gente confiava nele’

Dai que quando um irmão evangélico quer conversar sobre padres pedófilos, eu digo logo: A única diferença é que quando isto acontece na igreja católica se pode processar a ICAR por uma fortuna, o que gera grande publicidade, enquanto que por aqui não se tem para onde correr… Chato de ouvir, não é? Mas é a mais pura verdade.

Dica do Jefferson Carvalho

Genizah

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