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Pastor morre enquanto finalizava madrugada de oração no monte

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“Me resolvo com Deus”, diz Porchat sobre críticas ao especial de Natal da Netflix

Um abaixo assinado com mais de 1 milhão de assinaturas pede a retirada do vídeo da plataforma de streaming Netflix

Gregório Duvivier e Fábio Porchat. (Foto: Reprodução / Netflix)

Diante da polêmica envolvendo o “Especial de Natal” do Porta dos Fundos com a Netflix, o ator Fábio Porchat usou o Twitter para ironizar a revolta que o filme causou nos cristãos brasileiros.

“Gente, pode deixar que eu me resolvo com Deus, tá de boas, não precisa se preocupar não. Agora pode voltar a se indignar com a desigualdade que destrói nosso país. Mas tem que se indignar com o mesmo fervor, tá?”, tuitou.

O filme criticado fala de discípulos bêbados que não participam da última ceia por estarem de ressaca, outro fala de um triângulo amoroso entre José, Maria e Deus e outro onde Jesus, ao ser tentado no deserto, volta para casa namorando satanás.

Muitos pessoas estão reclamando da produção e cancelando suas assinaturas da Netflix. Além disso, um abaixo assinado na internet coletou mais de um milhão de assinaturas pedindo o impedimento do filme na plataforma.

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Feministas queimam livro cristão durante evento literário

  
Exemplar do livro Psicoterapia Pastoral, dos autores cristãos Juan Manuel Rodríguez e Misael Ramírez.Exemplar do livro Psicoterapia Pastoral, dos autores cristãos Juan Manuel Rodríguez e Misael Ramírez.

Durante a Feira Internacional do Livro de Guadalajara, no México, um grupo de feministas queimou livros sobre a conversão de pessoas LGBT. O episódio aconteceu na última sexta-feira (6).

As cópias destruídas eram do livro Psicoterapia Pastoral, dos autores cristãos Juan Manuel Rodríguez e Misael Ramírez.

Segundo o jornal El Universal, as manifestantes alegaram que a literatura é contra a diversidade de gênero. Antes da fogueira, cerca de 200 mulheres entraram na área internacional da feira de livros e apresentaram uma performance sobre estupro.

Juan Manuel Rodríguez disse ao portal Evangélico Digital que tomará medidas legais contra a feira, visto que a segurança permitiu a entrada do grupo e não agiu para deter ninguém.

– Mais de cem meninas chegaram exatamente em frente ao nosso estande com empurrões, com gritos – contou.

Já Aarón Lara, presidente da Iniciativa Cidadã Para a Vida e a Família, destacou o fato de que a imprensa mexicana não condenou a queima de livros, reportando a manifestação feminista como se fosse algo positivo.

– É um ato de intolerância e abuso que nenhuma mídia ou autoridade censurou e muito menos decretou prisões. Existe uma impunidade absoluta que põe em risco todos os que defendem a vida e a família – avaliou.

Mais conhecida como FIL, a Feira Internacional do Livro de Guadalajara é o evento anual mais importante do gênero no mundo de língua espanhola. O evento literário é o segundo maior do mundo, perdendo apenas para a Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha.

Fonte: Pleno News