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Brasileira leiloa a virgindade: isso é ‘prostituição’, ‘imoralidade’, ‘é triste’, diz líder cristão da família

 

Por Andrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

Uma brasileira decidiu trocar a sua primeira experiência sexual com um grande amor por leiloar a suavirgindade a alguém desconhecido, através de um documentário. A ação vem causando grande polêmica internacional.

  • catarina

    (Foto: http://www.facebook.com/VirginsWanted)

    Catarina, brasileira que está leiloando sua virgindade para o documentário "Virgins Wanted" do diretor australiano Justin Sisely.

Catarina, 20 anos, decidiu trancar sua faculdade de educação física para participar de um projeto de documentário "Virgins Wanted" do diretor australiano Justin Sisely, que veio recrutando virgens por mais de um ano. A oferta dos lances chegou a 35 mil dólares australianos (aproximadamente R$ 74,5 mil).

“Vejo isso como um negócio. Tenho a oportunidade de viajar, fazer parte de um filme e conseguir uma gratificação com isso”, disse Catarina, que receberá 20 mil dólares australianos (aproximadamente R$ 42,6 mil) e mais 90% do valor ofertado.

Siseley, com seu documentário, está, entretanto, sofrendo críticas e ameças de morte na Austrália, além de problemas com as leis relacionadas à prostituição.

“Isso é prostituição? Estou explorando as pessoas?” disse ele. “No filme, eu estou tentando mostrar um lado diferente do que normalmente constitui a prostituição. (…) Eu quero mostrar diferentes valores da virgindade.”

O pastor Jaime Kemp, doutor em ministério da família que orienta a juventude brasileira, disse ao The Christian Post que se entristeceu com a notícia e chamou isso de “abuso”.

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“É usar e abusar de uma menina”. “Estamos usando e abusando de uma pessoa ou de um grupo de pessoas. É triste!” disse ele ao CP.

Segundo Kemp, o projeto é uma promoção para ganhar dinheiro em cima de uma questão imoral.

“As mentes estão deturpadas. Com certeza isso vai vender. As pessoas tem curiosidade. Isso se trata de dinheiro”.

Catarina justifica sua decisão levantando outra questão da sociedade em que muitas pessoas perdem a virgindade de uma maneira “barata”.

“Muita gente encontra desconhecidos nos bares, transa na mesma noite e nem lembra mais no outro dia; outros perdem a virgindade com namorados e depois as coisas mudam. Para mim, o mais importante na vida é não prejudicar ninguém", declarou ela, que também recebe apoio de sua mãe.

Jaime Kemp responde dizendo que isso não justifica, pois “a virgindade é uma preciosidade”.

“Nada justifica uma imoralidade. Ela vai ter muita dificuldade no seu casamento no futuro, seu marido vai saber disso. Nada justifica está contra a palavra de Deus”.

“A mãe está entregando a filha para a prostituição. Ela vai ser marcada com a vida. Todos vão saber disso que ela ganhou dinheiro. A virgindade não tem preço”.

Jaime, que afirma que a igreja evangélica está atrasada neste tema, diz que ora a Deus pelos jovens brasileiros para que eles possam chegar às noites de núpcias virgens. Ele diz que procura ensiná-los usando o texto bíblico de Cantares 4, onde se fala sobre “a preciosidade da vida sexual entre o casal”.

Jaime cita números de uma pesquisa recente sobre a juventude brasileira, onde 52% dos jovens criados na igreja evangélica que tem tido alguma herança cristã, têm tido pelo menos uma relação sexual ou estão ativos sexualmente, pré-nupcialmente.

Segundo ele, essa é uma das razões pelas quais 40% dos casamentos são desfeitos no Brasil, entre os incrédulos e também os que foram criados na igreja evangélica.

Jaime diz que a igreja evangélica está acordando agora com relação a abordagem do assunto pelos líderes e pastores, em que no passado eles não falavam sobre sexo.

“Hoje há uma liberdade, honestidade em abrir esses assuntos para discutir abertamente com os jovens sobre o sexo.”

Foi por esta falta de abordagem nas igrejas que Jaime Kemp escreveu um livro sobre 20 consequências do sexo pré-nupcial.

Kemp estará neste fim de semana orientando os casais brasileiros em Santa Catarina e logo depois fará palestras para a juventudade para falar sobre tais temas sobre a sexualidade.

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Líder muçulmano rasga Bíblia em protesto contra vídeo

FILME ANTI-ISLÃ

 

     A Agência Internacional de Notícias Assírias noticiou o protesto do clérigo muçulmano Abu Islam, que rasgou e queimou uma Bíblia em frente a milhares de islâmicos, no Egito. Sua ação foi recebida com aplausos de rebeldes contrários ao cristianismo. Antes de entrar em seu carro, Abu Islam voltou-se à multidão e avisou: "Da próxima vez, vou urinar sobre ela".
     Em sua manifestação, o líder muçulmano declara, com o Alcorão (livro sagrado do Islã) em suas mãos: "Esse é o livro de verdade e de paz. O lugar certo para as palavras deste livro é sobre nossas cabeças, porque é a verdadeira inspiração". Segurando a Bíblia Sagrada, ele continua: "Este é o livro que aquele ‘cão’ Terry Jones acredita, assim como aqueles cristãos egípcios que vivem na América com ele. Hoje eu só posso destruí-lo."
     Ele então, começa a rasgar a Bíblia e jogar pedaços das folhas sobre a multidão, em meio a gritos de "Ala é grande" e "Judeus, o exército de Maomé está vindo." Um homem de azul, ao lado de Abu Islam queima a Bíblia, elevando-a para todos verem.
     O Dr. Mustafa Maraghy, professor de direito Islâmico na Universidade do Cairo, apresentou uma queixa contra o clérigo à Procuradoria Geral. A denúncia citou o verdadeiro nome do clérigo, que é Ahmed Abdullah e afirma que ele é o dono do canal de TV Nação Islâmica. O pedido do acadêmico é punição por desacato da religião, perturbação da segurança e a paz pública.
     Maraghy, que é o presidente da Coalizão dos Cristãos Coptas, disse que rasgar e queimar um exemplar da Bíblia, sagrada para os cristãos do mundo todo, é um "ato vil e bárbaro". Ele acrescentou que não é permitido difamar religiões no Egito. "Os mesmos sentimentos que temos por causa do filme que insultou o profeta Maomé, sentimos por este ato criminoso", afirmou.
     Prometeu ainda que a Coalizão Copta não irá ignorar tais atitudes, mas vai processar as pessoas responsáveis pelos atos ofensivos. A União da Juventude Copta apelou ao presidente do Egito, Moahamed Morsi, por uma intervenção imediata, a fim de conter quaisquer esforços para aumentar ainda mais a divisão e a violência entre muçulmanos e cristãos.
     A Coalizão, que tem entre seus membros muçulmanos e coptas, emitiu um comunicado oficial condenando o filme "A Inocência dos Muçulmanos" (tradução livre), considerado ofensivo ao Islã. Magdy Saber, porta-voz da União da Juventude condenou o ato de Abu Islam. Ele exigiu que as autoridades tomem as medidas necessárias para evitar uma guerra santa entre os egípcios. "Se nós condenamos os cineastas que fizeram esse filme sobre Maomé e que não moram no Egito", disse ele, " também devemos condenar este ato vergonhoso aqui no Egito, ressaltando a necessidade de punir Abu Islam por suas ações irresponsáveis."
     Em entrevista ao jornal local Mohit, Abu Islam negou ter queimado a Bíblia, dizendo: "Eu rasguei-a e atirei-a para os manifestantes pisarem nela com seus sapatos." Ele acrescentou: "Da próxima vez eu vou fazer o meu neto urinar sobre ela. Como diz o ditado, olho por olho e dente por dente. A culpa é de quem começou tudo".
Ao ser lembrado de que os produtores do filme não representam todos os coptas e nem o povo americano e, portanto, seu livro sagrado não deveria ser insultado como resposta, Abu Islam foi enfático: "Se alguém fez algo ruim, todo mundo leva a culpa. Será que todos os muçulmanos são responsáveis pela dor que Osama bin Laden causou? Deixe-os provar o mesmo que mundo islâmico teve de engolir".
     "Até agora não ouvimos nenhuma condenação de qualquer organização muçulmana sobre o caso, como a nossa igreja fez sobre o filme anti-Islã,"disse o ativista copta Mark Ebeid. Ore pela paz no Egito ; para que os cristãos saibam lidar com esses conflitos com a mesma sabedoria e amor que Jesus nos ensinou e assim, a situação não piore ainda mais.

Data: 20/9/2012 08:33:51
Fonte: Portas Abertas

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PRESA COM DROGA DENTRO DA BÍBLIA

 

Mulher tentava entrar com serras e drogas dentro de um presídio

     Uma Bíblia foi usada por uma mulher de 35 anos para transportar serras e drogas para dentro do Presídio Osvaldo Florentino Lopes (Ferrugem), em Sinop, cidade localizada a 503 quilômetros de Cuiabá.
     Os agentes suspeitaram da mulher e resolveram revistá-la, encontrando quatro serras dentro do Livro Sagrado que ela levava. Foi a própria acusada que acabou revelando que também levava consigo algumas porções de entorpecente em suas partes íntimas.
     “Ela [suspeita] contou que a droga e as serras seriam levadas para um reeducando do presídio”, disse um policial. No depoimento a suspeita confessou que um detento lhe ofereceu R$ 250 para que ela trouxesse drogas.
     Conduzida até a Delegacia da Polícia Civil, a mulher prestou depoimento e de acordo com a PM deve responder pelo crime de tráfico de drogas.

Data: 20/9/2012 08:35:24
Fonte: gospelprime