Eclética - Ad Majorem Dei Gloriam -Shema Yisrael Adonai Eloheinu Adonai Ejad, = "Ouve Israel! O Senhor é Nosso Deus e Senhor, o Senhor único." PIX: 61986080227
Firmar-se no Novo Testamento significa viver sob os mandamentos de Jesus, que elevam a moralidade da letra para o espírito (a intenção do coração).
O Alicerce: O Grande Mandamento
1. Amor Vertical: Amar a Deus sobre todas as coisas (coração, alma e mente).
2. Amor Horizontal: Amar ao próximo como a si mesmo.
3. A Nova Medida: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (\bm{João} \bm{13:34}).
A Conduta Prática (O Sermão do Monte e Ensinos)
• Perdão: Perdoar sem limites (70×7) e reconciliar-se antes de adorar.
• Pureza: A obediência começa no pensamento (evitar a ira e a cobiça).
• Inimigos: Orar por quem nos persegue e fazer o bem aos que nos odeiam.
• Humildade: O maior no Reino é aquele que serve aos outros.
• Prioridade: Buscar primeiro o Reino de Deus; as necessidades materiais são cuidadas pelo Pai.
• Sinceridade: Praticar a caridade, a oração e o jejum em segredo, sem hipocrisia.
Resumo Final: Firmamos nossa vida em Jesus porque Ele é o fim da condenação e o início da nossa liberdade. Seguir Seus mandamentos não é um meio para “comprar” o céu, mas a resposta natural de um coração que foi transformado pelo Seu amor.
A narrativa bíblica de Adão e Eva é a base do Criacionismo abraâmico, mas quando expandimos o olhar para a ciência e outras correntes filosóficas, surgem explicações que variam entre o fato biológico e o simbolismo profundo.
1. A Explicação Científica (Evolução)
Diferente da criação de um casal único, a ciência utiliza o modelo da Antropogênese:
• Evolução das Espécies: O Homo sapiens surgiu através de um processo de milhões de anos, evoluindo de ancestrais comuns com os primatas.
• Origem Populacional: A humanidade não começou com dois indivíduos, mas com grupos de hominídeos na África que se dispersaram pelo globo.
• Genética: Conceitos como a “Eva Mitocondrial” indicam ancestrais comuns biológicos, mas eles viveram em épocas diferentes e em meio a outros seres humanos.
2. Mitologias e Culturas Diversas
Cada civilização criou sua própria explicação para o “primeiro sopro” de vida:
• Grega: Prometeu moldou os homens do barro, e Pandora foi a primeira mulher.
• Nórdica: Os deuses criaram Askr e Embla (o primeiro casal) a partir de troncos de árvores encontrados em uma praia.
• Iorubá: O orixá Obatalá moldou os corpos humanos do barro, enquanto a divindade suprema soprava a vida.
• Indígenas: Muitas tradições, como a Guarani, narram a humanidade surgindo diretamente da terra ou de elementos naturais por ação de divindades como Nhanderu.
3. A Visão Maçônica (Simbolismo e Razão)
A Maçonaria interpreta o Gênesis de forma filosófica e alegórica, focando no progresso do indivíduo:
• O Homem Bruto: Adão representa a humanidade em seu estado natural e inculto (a “pedra bruta”) que precisa ser lapidada pelo conhecimento e pela moral.
• A Queda como Despertar: Em certas leituras, o ato de comer o fruto do conhecimento simboliza o nascimento da razão e do livre-arbítrio, essenciais para a evolução do homem na busca pela verdade.
• O Grande Arquiteto: A criação é vista como uma obra de engenharia divina, mas o método (seja evolução ou design) é deixado à interpretação da ciência e da fé de cada membro.
4. A Visão da Nova Era (Evolução da Consciência)
O movimento New Age mistura espiritualidade com teorias alternativas e metafísicas:
• Mergulho na Matéria: Adão e Eva são arquétipos que representam o momento em que a consciência pura se fragmentou para experimentar a vida no mundo físico e dual (bem/mal).
• Intervenção Externa: Algumas vertentes sugerem que a humanidade foi “projetada” por inteligências superiores ou seres de outros sistemas estelares, sendo o Éden um ambiente controlado de desenvolvimento.
• Retorno à Unidade: Para a Nova Era, a história humana não é sobre o pecado, mas sobre um ciclo de esquecimento e redescoberta da nossa própria natureza divina.
Essas visões mostram que, enquanto a ciência busca o como surgimos, as correntes filosóficas e espirituais buscam entender o porquê e o que essa origem representa para o nosso comportamento hoje.
Ele abrange “todo aquele que nele crê” João 3:16, alcançando todas as nações, tribos e línguas. Ninguém fica de fora do convite.
2. Comprimento: É eterno
Ele nos amou “antes da fundação do mundo” Efésios 1:4 e o seu amor “dura para sempre” Salmo 136. Não tem data de início nem de validade.
3. Altura: Ele nos eleva
O amor de Deus nos tira da condição de criaturas caídas e nos coloca em “lugares celestiais” como filhos e herdeiros Efésios 2:6.
4. Profundidade: Ele alcança o abismo
Não há lugar tão baixo ou pecado tão profundo onde a graça de Deus não possa chegar para resgatar o ser humano Salmo 139:8.
A Natureza do Amor Ágape
Diferente do amor Eros (paixão) ou Philia (amizade), o Novo Testamento descreve o amor de Deus como Ágape.
• Incondicional: Não depende do mérito do objeto amado. Romanos 5:8 diz que “Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”.
• Sacrificial: A medida do amor é o custo. O amor de Deus não é apenas sentimento, mas ação que culminou na entrega do Seu Filho Unigênito João 3:16.
O Amor como Essência
Em 1 João 4:8, a Bíblia não diz apenas que Deus “tem” amor, mas que “Deus é amor”.
Isso significa que todas as outras qualidades de Deus, como Sua justiça, santidade e soberania, operam em harmonia com Seu amor. O amor é o motor da criação e da redenção.
A Inseparabilidade
Uma dimensão prática desse amor é a sua persistência. Em Romanos 8:38-39, temos a garantia de que nenhuma força, seja morte, vida, anjos, principados, presente ou futuro, pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus.
Resumo para reflexão:
O amor de Deus é grande o suficiente para cobrir o mundo inteiro, mas pessoal o suficiente para conhecer cada fio de cabelo da nossa cabeça. Ele é a ponte que une a santidade absoluta de Deus à fragilidade humana.