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Missionários cristãos fazem “chover Bíblias”

CORÉIA DO NORTE

 

Um grupo de missionários cristãos se novamente na Coréia do Sul para lançar balões de gás com Novos Testamentos, folhetos com versículos bíblicos e outras mensagens cristãs para a Coreia do Norte. Foram preparados para o lançamento 30 balões, todos carregados com o material para divulgação da fé cristã aos habitantes da Coréia do Norte, país mundialmente conhecido por sua política de perseguição a grupos religiosos não controlados pelo estado.

– O evangelho é a boa notícia que irá salvar os galhos secos na Coreia do Norte, como uma chuva de boas-vindas – exclamou um dos missionários durante uma oração feita antes do lançamento.

O trabalho de lançamento dos balões foi feito pela Seoul EUA, uma ONG coreano-americana que lança material evangélico desta maneira de 70 a 80 vezes por ano. O trabalho, que aconteceu no dia 19 de julho, foi acompanhado de perto por soldados sul-coreanos, que visitaram o local de lançamento, como de costume, mas em menor número do que no ano passado.

De acordo com o Charisma News, devido a um problema no combustível dos balões, apenas 10 dos 30 balões preparados alçaram voo, apesar do clima favorável para o lançamento. Mas apesar do imprevisto, a equipe orou antes do lançamento agradecendo por terem sido enviadas 1.000 Bíblias e 90.000 folhetos ao país vizinho.

– Estes homens e mulheres mostram uma paixão pelo lançamento de balões, pois sabem que a Palavra de Deus é enviada nesses balões por suas mãos – escreveu um membro da Missão A Voz dos Mártires, que afirmou ainda: – Embora eles não possam entrar na Coreia do Norte, estes panfletos podem.

Para garantir a eficácia do trabalho, a ONG está utilizando dispositivos de rastreamento GPS acoplados aos balões. Esses aparelhos já confirmaram a localização precisa de vários de seus lançamentos este ano e as imagens fotográficas podem ser acompanhadas em seu site.

– Há muitos anos sabemos que os lançamentos de nossos balões têm atingido as áreas que planejamos por causa da resposta irada do governo norte-coreano, mas os dispositivos de GPS nos fornecem dados precisos que nos ajudarão a aumentar ainda mais a precisão dos lançamentos futuros – explica o Presidente da ONG, o pastor Eric Foley.

Estima-se que o regime norte-coreano ainda tenha mais de 70.000 cristãos aprisionados em campos de concentração. No país, uma pessoa pode ir para a prisão por toda a vida apenas pelo “crime” de possuir uma Bíblia.

Mais de 7.900 cópias do novo testamento já foram enviadas à Coreia do Norte em 2012.

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Morre reverendo Moon, fundador da Igreja da Unificação, na Coreia do Sul

 

Sun Myung Moon estava internado com pneumonia há duas semanas

02 de setembro de 2012 | 16h 49

estadão.com.br

Texto atualizado às 17h14

GAPYEONG, COREIA DO SUL – O reverendo Sun Myung Moon, o autoproclamado messias que transformou a Igreja da Unificação em um movimento religioso mundial e fez amizade com os líderes da Coreia do Norte e presidentes dos EUA, morreu aos 92 anos neste domingo, 2.

Moon transformou a igreja em um movimento - Efe

Efe

Moon transformou a igreja em um movimento

Ele estava internado em um hospital de propriedade da igreja perto de sua casa em Gapyeong, ao nordeste de Seul, na Coreia do Sul, duas semanas depois de ter sido hospitalizado com pneumonia. Segundo o porta-voz da Igreja da Unificação, Ahn Ho-yeul, a esposa e os filhos estavam ao lado dele o tempo todo.

Moon, nascido em uma cidade que atualmente faz parte da Coreia do Norte, fundou o movimento religioso em Seul em 1954, após sobreviver à Guerra da Coreia. Ele pregou novas interpretações das lições da Bíblia.

A igreja ganhou fama e notoriedade nos anos 70 e 80 pela realização de casamentos em massa de milhares de seguidores, as vezes de diferentes países, na tentativa de construir um mundo religioso multicultural.

A igreja foi acusada de enganar seguidores por dinheiro. Pais de religiosos nos Estados Unidos e em outras partes do mundo expressaram preocupação que seus filhos teriam sofrido "lavagem cerebral" ao entrar no culto. A igreja respondeu que outras novas religiões sofreram acusações semelhantes em seus estágios iniciais.

Mais recentemente, a igreja adotou um perfil mais discreto e se concentrou em negócios, construindo um império que inclui o jornal Washington Times, o hotel New Yorker em Manhattan, a Universidade Bridgeport em Connecticut, assim como

hotéis e montadoras de automóveis na Coreia do Norte.

A igreja também possui um resort para práticas de esqui, um time de futebol profissional e outros negócios na Coreia do Sul, incluindo uma empresa de distribuição de frutos do mar que fornece sushis para os restaurantes japoneses nos Estados Unidos.

Com agências de notícias

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Murió a los 92 años el fundador de la “secta Moon”

Corea del Sur

 

Murió a los 92 años el fundador de la “secta Moon”

La llamada “Iglesia de la Unificación" con unos tres millones de seguidores en 200 países lo consideran "el único Mesías de la historia humana".

02 DE SEPTIEMBRE DE 2012, COREA DEL SUR

Sun Myung Moon, el autoproclamado mesías surcoreano que fundó la controvertida "Iglesia de la Unificación" y la convirtió en un imperio multimillonario, falleció este lunes por la madrugada en Corea del Sur a los 92 años. Moon había sido hospitalizado el mes pasado por una neumonía.
El reverendo Moon había sido trasladado la semana pasada del hospital St Mary de Seúl, adonde había sido ingresado a mediados de agosto en terapia intensiva, a un centro médico perteneciente a la secta en el este de la capital coreana.
"Estaba agotado los últimos meses ya que, a pesar de su edad, viajó todos los meses a Estados Unidos", explicó a la AFP un portavoz de la Iglesia de la Unificación confirmando la noticia de su fallecimiento, anunciada por la agencia surcoreana Yonhap.
El reverendo tenía 14 hijos y muchos de ellos trabajan activamente en su imperio. Hyung Jin Moon, el menor de ellos, lo sucedió en 2008 con 28 años de edad al frente del movimiento.
MOVIMIENTO RELIGIOSO NEOCRISTIANO Y ANTICOMUNISTA
Moon, surcoreano, nació en una familia de agricultores de lo que hoy es Corea del Norte. Nació el 6 de enero de 1920 en lo que hoy es la provincia norcoreana de Pyongan del Norte, y se refugió en Corea del Sur al término de la guerra en la península (1950-1953).
Rechazado por las iglesias protestantes coreanas, Moon fundó en Corea del Sur su propia iglesia, la "Iglesia de la Unificación", un polémico movimiento religioso neocristiano y anticomunista, en 1954. Es una de las comunidades religiosas más controvertidas del mundo y muchos países la consideran como una secta.
En 1971 Moon emigró a Estados Unidos, donde en la década de 1980 fue condenado a 18 meses de prisión por evasión de impuestos y conspiración.
La organización reivindica tres millones de seguidores en unos 200 países que lo llaman "el Verdadero Padre" y lo consideran como "el único Mesías de la historia humana".
Sus enseñanzas están basadas en la Biblia pero con nuevas interpretaciones que fueron condenadas como heréticas por las grandes organizaciones cristianas. Entre sus rituales destacan los multitudinarios matrimonios que le llevaron incluso en alguna ocasión a entrar en el Libro Guinness de los Récord.
Unas bodas que distan mucho de lo habitual y que en la mayoría de casos los novios no se conocen personalmente. En la noche de bodas, en vez de sexo, deben flagelarse como parte de la ceremonia de preparación -de castigo lo llama la Iglesia de la Unificación-, para expiar los pecados cometidos.
La boda abre un periodo de "limpieza espiritual" en la que el matrimonio no puede consumarse, principalmente porque los esposos están separados bajo el mandato de trabajar para Moon esparciendo sus ideas por todo el mundo.
UN MACROIMPERIO
Moon fue tan criticado por sus detractores como venerado por sus seguidores. Sus críticos aseguraban que, más allá de sus actividades religiosas, el líder hizo uso de un agudo sentido comercial para convertirse en multimillonario gracias a la sumisión de tantas personas.
La secta afirma tiene un vasto imperio económico abarca desde el sector de la construcción a la educación, la alimentación, la ingeniería o la prensa, posee entre otros el Washington Times.
En 1991 Moon se reunió con el entonces líder norcoreano Kim Il-Sung en Pyongyang. Desarrolló negocios en Corea del Norte a través de una firma asociada a la secta, Pyeonghwa (Peace) Motors, que desde 1999 se dedica a la construcción de automóviles en el norte de la península.

Fuentes: Agencias

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