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Padre é esfaqueado no tórax durante missa na Catedral de Piracicaba, SP

 

Monsenhor Jamil Nassif, vigário-geral da Diocese, foi operado e passa bem.
Aos guardas, rapaz de 24 anos disse que atingiu padre por ‘ordem de Deus’.

Leandro CardosoDo G1 Piracicaba e Região

 

Padre é esfaqueado na Catedral de Santo Antônio, em Piracicaba (Foto: Leandro Cardoso/G1)Área onde padre foi esfaqueado na Catedral de Santo Antônio, em Piracicaba (Foto: Leandro Cardoso/G1)

O monsenhor Jamil Nassif Abib, de 72 anos, vigário-geral da Diocese de Piracicaba (SP), foi esfaqueado na noite deste domingo (19) enquanto celebrava missa na Catedral de Santo Antônio, onde é pároco. Ele foi atingido no tórax e socorrido na Santa Casa de Piracicaba. Segundo a assessoria de imprensa da Diocese, o padre está consciente e com quadro de saúde estável. O monsenhor também se feriu na cabeça e no braço ao cair após o golpe. O padre foi submetido a uma cirugia por volta das 22h30 deste domingo para a colocação de um dreno no local do ferimento, já que houve rompimento de vasos sanguíneos. Ele deve permanecer internado em observação por um período de cinco a sete dias.

A Guarda Municipal prendeu Luiz Fernando Gonçalves, de 24 anos, pelo atentado. Segundo fiéis que acompanhavam a missa, o rapaz entrou pela porta lateral da igreja, ficou por ao menos cinco minutos observando os quadros na parede e, sem motivo aparente, correu pela capela e esfaqueou o padre, que no momento estava na parte de baixo do altar conduzindo o sermão. "O rapaz gritou ‘padre, padre’, tirou a faca do bolso e disparou o golpe", disse o publicitário Ariovaldo Romano, que ajudou a conter o agressor.

Padre é esfaqueado na Catedral de Santo Antônio, em Piracicaba (Foto: Câmara de Vereadores/Divulgação)

Monsenhor Jamil Nassif, de 72 anos
(Foto: Câmara de Vereadores)

Gonçalves foi preso em flagrante e levado para o Plantão Policial de Piracicaba, de onde será transferido para o CDP (Centro de Detenção Provisória) da cidade. Ele deve responder por tentativa de homicídio. Aos guardas municipais, o rapaz disse que esfaqueou o padre "por ordem de Deus". De acordo com informações preliminares, Gonçalves mora no bairro Pauliceia, em Piracicaba, e trabalha eventualmente como guardador de carros na região central do município. O rapaz não aparentava embriaguez ou estar sob o efeito de drogas no momento em que foi preso.

O aposentado Camilo Nelson Pimpinato, que atua como ministro na Catedral, estava no altar no momento do atentado. Ele relatou que houve correria na igreja, que estava lotada para a missa. "Muitos saíram correndo com medo de que o rapaz estivesse armado e atirasse contra os fiéis. Outros ficaram assustados e passaram mal."

A faca usada no crime tem 20 centímetros de lâmina, que se desprendeu do cabo de plástico após o golpe. O monsenhor Jamil Nassif Abib foi atingido no lado esquerdo do tórax, na altura da costela. Não houve comprometimento de órgãos vitais, de acordo com a assessoria de imprensa da Diocese de Piracicaba. O monsenhor nasceu em 4 de março de 1940 no município de  Canitar (SP). Foi ordenado padre em janeiro de 1966 e é pároco da Catedral de Santo Antônio desde fevereiro de 2006.

Padre é esfaqueado na Catedral de Santo Antônio, em Piracicaba (Foto: Leandro Cardoso/G1)  Guarda Municipal exibe a faca que foi utilizada para ferir o tórax do monsenhor (Foto: Leandro Cardoso/G1)

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Dezenas de cristãos são crucificados no Egito

 

Ação expõe o crescimento do poder da Irmandade Muçulmana e ameaça a Israel

A subida ao poder da Irmandade Muçulmana no Egito, após a chamada “Primavera Árabe” tem gerado muita especulação sobre os rumos desse inimigo histórico de Israel. O presidenteMohammed Morsi prometeu tratar igualmente aos membros de todas as religiões.

Mas órgãos de mídia do Oriente Médio confirmam que durante os recentes ataques, membros da Irmandade Muçulmana “crucificaram os opositores do presidente Morsi em árvores em frente ao palácio presidencial, enquanto outros foram espancados”.

Raymond Ibrahim, do Projeto de Investigação sobre o Terrorismo, disse que as crucificações são feitas pelo que a mídia árabe chama de “partidários”, “apoiadores” e “seguidores” da Irmandade Muçulmana, mas não necessariamente do governo atual.

As vítimas são todas as pessoas que, de alguma forma, contrariam o novo governo, isso inclui muitos cristãos egípcios, esclarece Ibrahim.  A brutalidade é reservada para os cristãos, mas as crucificações são por causa de doutrina islâmica e são ensinadas pelo Alcorão, garante o especialista. Os detalhes das sobre as crucificações não foram divulgados, nem o número total de pessoas, embora sejam dezenas.

Clare Lopez, do Centro para Política de Segurança Americana, lembra que, para o Islã, a crucificação é um hadd [punição], estipulada pela Sura 5:33 do Alcorão, e, portanto, uma parte obrigatória da Shariah. “Essa tem sido uma punição tradicional dentro do Islã…  A Irmandade Muçulmana não tem a opção de não incluir a crucificação em seu código legal. É algo obrigatório para se cumprir a sharia. E claro, para chocar também, pode ter certeza”, esclarece Lopez.

Lopez dá um aviso aos cristãos do Egito, em especial a minoria copta. “Eles devem sair do Egito o mais rápido possível… para os que não conseguirem sair, esperem ver as coisas ficarem semelhantes ao que enfrentarem os judeus na Alemanha nos anos 1930″.

Pamela Geller , analista de Questões do Oriente Médio e Islamismo, concorda plenamente e também cita o Alcorão. “Os cristãos estão com sérios problemas, porque o Alcorão na Sura 9:29 ordena que os muçulmanos façam uma guerra contra eles e os subjuguem”, lembra.

A ONG International Christian Concern, liderada no Oriente Médio por Aidan Clay acredita que há uma relação entre esses recentes ataques contra os inimigos do regime e o ataque de extremistas a Israel através da fronteira do Sinai.

Esse incidente que envolveu guerrilheiros do Hamas resultou na demissão do Ministro da Defesa, o marechal Mohammed Tantawi e de outros líderes militares. A resposta do presidente Morsi incluiu um novo ministro simpatizante da Irmandade Muçulmana.  “É evidente que Morsi está rapidamente se tornando líder absoluto dos exércitos do Egito, o que significa que o controle do país estará nas mãos da Irmandade Muçulmana também”, disse Clay. Isso pode colocar em risco tanto a situação dos cristãos no Egito quanto a paz com Israel.

Traduzido do WND

Fonte: GospelPrime

Divulgação: www.juliosevero.com

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‘Kit Gay tinha aspectos ridículos’, diz José Serra

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O candidato José Serra (PSDB) criticou o chamado “kit gay”, material de combate à homofobia que seria entregue nas escolas, mas foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff, e pediu explicações sobre a sua elaboração ao seu criador, Fernando Haddad (PT) em uma entrevista à rádio Jovem Pan, nesta quinta-feira.

  • José Serra

    (Foto: Divulgação)

    Serra tem apoio do PV para concorrer à prefeitura

O tucano afirmou que o “kit gay”, que foi criado no Ministério de seu adversário político, tinha aspectos “ridículos”, avaliando que ele era inadequado para ser entregue à crianças nas escolas.

"Não quero nem entrar em detalhes, porque vão dizer que eu estou introduzindo (o tema na campanha), mas (o "kit gay") tinha aspectos ridículos e impróprios para passar para crianças pequenas", afirmou Serra, segundo o Estadão.

Os questionamentos vem agora à tona durante o período crucial que antecede às eleições de 2012, confirmando algumas previsões sobre as consequências do Kit na candidatura de Haddad, como por exemplo a do senador Magno Malta.

"O Haddad se derruba sozinho", afirmou. "Se a oposição colar isso nele, ele já nasceu morto". Ele acrescentou na época que os evangélicos e católicos iriam derrotar Haddad em São Paulo.

Os temas relacionados ao homossexualismo, aborto e outros assuntos pró-família são temas-chaves à uma crescente parcela da população, os evangélicos, que hoje são vistos como eleitores-chave para as eleições 2012.

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"Quem fez foi o Ministério da Educação quando Fernando Haddad era titular, então é natural que cobrem isso na campanha. Ele é quem tem que se explicar, não são os outros candidatos", disse Serra, o candidato do PSDB.

A polêmica do kit-gay

O kit, que estava programado para ser distribuído nas escolas púplicas, foi barrado por determinação da presidente Dilma Rousseff, em maio deste ano, que considerou que o governo não pode fazer propaganda de opção sexual.

“A presidente entendeu que o material não combate a homofobia. Para ela, não foi desenhado de maneira apropriada para promover o combate à violência, à humilhação e à evasão desse público da escola,” anunciou o próprio Haddad na época.

A decisão veio depois de grande pressão dos membros da bancada evangélica e católica, que se encontraram com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho para contestar os materiais do Ministério da Educação, da Cultura e da Saúde.

Os vídeos do material foram vistos pelos deputados evangélicos e depois vazados na internet e e causaram grande comoção por expor a homossexualidade ou, segundo os deputados, por “promovê-la” aos estudantes.

A cartilha anti-homofobia também será alvo de “medidas saneadoras” do Tribunal de Contas da União (TCU) impostas pelo ministro José Jorge, que considera “insatisfatória” a explicação da pasta quanto à destinação do kit.

O ministro aponta que o programa das cartilhas foi avaliado em R$800 mil e questiona o que foi feito das cartilhas e vídeos do kit. "Penso que o prejuízo ou dano ao erário está configurado ao menos em relação aos gastos públicos realizados na criação/confecção do referido material, estimado em aproximadamente R$ 800 mil", afirma.