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Pastor evangélico é suspeito de estuprar adolescente de 16 anos em Aracaju

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Um pastor evangélico é suspeito de estuprar uma adolescente de 16 anos, em sua casa, em Aracaju, Sergipe, na última sexta-feira.

  • cruz

    (Foto: Reuters)

 

Segundo informações da mãe da vítima, Ana Cristina, o pastor teria ligado, informando que tinha uma ‘revelação de Deus’ a fazer à jovem. Sem desconfiar, ela o convidou à sua casa, e depois da revelação sobre “neguinhos” rondando-a, ele pediu que ela se despisse.

“Quando cheguei em casa minha filha estava em estado de choque, mal conseguia falar o que havia acontecido. Fui até o quarto e vi que o lençol estava todo sujo, assim como ela. Aos poucos ela foi contando que havia recebido o pastor e que ele havia consumado o ato sexual. Tenho medo que minha filha possa ter engravidado”, afirmou Ana Cristina, segundo o G1.

Ana Cristina e a filha teriam conhecido o pastor há aproximadamente 15 dias em uma igreja da Assembleia de Deus, quando Ana foi pedir orientação por seu filho. Segundo ela, o pastor é natural de Pernambuco e veio para Aracaju recentemente.

“Ele parecia uma pessoa idônea, não percebi nenhum interesse dele por minha filha, mas vejo que estava enganada”, disse, de acordo com a mesma publicação.

Ana Cristina havia saído para fazer compras e deixou sua filha na companhia de sua sobrinha, que teria sido mandado embora pelo pastor depois de abençoar sua filha.

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Robério Lopes, o pastor suspeito, negou que tivesse envolvimento e disse que vai se reunir com seu advogado para que tudo seja esclarecido.

“Estou à disposição para realizar exames e responder judicialmente, pois sou inocente”, afirmou.

Segundo o G1, Robério também foi envolvido em um caso semelhante em Pernambuco, o que ele afirma serem especulações.

“Houve especulações de que eu teria vindo para Aracaju por causa disso, mas afirmo que não tenho, nem nunca tive envolvimento em casos de abuso sexual em meu estado natal.”

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Pressão religiosa faz Globo rever quadro sobre fantasmas do "Fantástico"

 

 

11/08/2012 – 09h03

DE SÃO PAULO

O "Phantasmagoria", do "Fantástico", vem sofrendo pressão de grupos ligados ao espiritismo e ao candomblé, segundo profissionais da atração.

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Apresentado por Tadeu Schmidt e pelo mágico Kronnus, o quadro investiga lugares supostamente mal-assombrados.

O lobby seria para que o programa da Globo deixe claro que fantasmas não existem, sem questionar a existência de espíritos.

A pressão surtiu efeito e alguns episódios estão tendo seus textos revistos para não provocar protestos maiores.

Na internet é possível encontrar sites e blogs espíritas questionando o conteúdo da atração, que estreou no último dia 5.

Procurada, a Globo diz que desconhece protestos de entidades religiosas com relação ao novo quadro.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha deste sábado (11).

Raphael Dias/TV Globo

O jornalista Tadeu Schmidt (à esq.) e o mágico Kronnus no quadro "Phantasmagoria", do "Fantástico"

O jornalista Tadeu Schmidt (à esq.) e o mágico Kronnus no "Phantasmagoria", quadro do "Fantástico", da Rede Globo

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Erros de Bíblia hebraica corrigidos pela primeira vez em 500 anos

PorStoyan Zaimov | Repórter do The Christian Post

Um estudioso judeu concluiu um projeto de 30 anos que o envolveu na correção do que ele diz que são centenas de erros gramaticais na Bíblia hebraica, ou Antigo Testamento, fazendo a primeira edição do texto em quase 500 anos.

  • bíblia hebraica

    (Foto: Reuters)

    Bíblia Hebraica.

Ministro israelense promove estudo Bíblico em sua casa

O estudioso, Menachem Cohen, 84, revelou no início desta semana que ele havia corrigido cerca de 1.500 erros gramaticais na Bíblia hebraica. Seu trabalho está previsto para ser publicado no próximo ano.

“O povo de Israel tomou para si, pelo menos em teoria, uma versão da Bíblia, até a sua última carta,” Cohen contou à Associated Press a partir de seu escritório na Universidade Bar-Ilan, perto de Tel Aviv.

“Foi surpreendente para mim que há 500 anos, as pessoas não perceberam os erros”, acrescentou. “Eles simplesmente assumiram que estava tudo bem, mas na prática nem tudo estava bem.”

A última versão corrigida foi publicada por Jacob Ben-Hayim em 1525, e chamou Gedolot Makroat, que reuniu textos diversos da religião e comentários.

Cohen não é o único estudioso judeu a observar e tentar corrigir os erros – atualmente, o Projeto da Bíblia da Universidade Hebraica em Jerusalém também está trabalhando em uma edição acadêmica da Bíblia Hebraica. O coordenador do projeto editorial, Rafael Zer, disse que ele acha a versão de Cohen “quase-científica” porque lhe falta um guia de como e por que os supostos erros foram corrigidos.

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Ao dar crédito ao trabalho árduo de Cohen, Zer, disse que “vem em detrimento da precisão absoluta e uma edição científica absoluta.”

Cohen, um ex-professor, salientou que ele quer que sua versão revista do Antigo Testamento vá online e seja disponibilizada para quantas pessoas for possível, incluindo estudantes. Como um ex-estudioso, ele disse que seu principal objetivo é “corrigir o passado e se preparar para o futuro.”

“Eu quero que a Bíblia seja de fácil uso ao usuário”, disse Cohen. “Hoje, podemos criar fontes de informação e pesquisas que lhe permitem obter uma resposta para tudo o que você está se perguntando.”

O estudioso também esclareceu que não pretendia alterar o idioma nos pergaminhos da Torá sagrada, que são utilizados para ritos religiosos. De acordo com a lei judaica, se mesmo uma única letra estiver incorreta, o livro todo é nulo.

Cohen diz que seu trabalho não afeta o significado do conteúdo da Bíblia. Por exemplo, em alguns lugares, marcadores usados para denotar as vogais em hebraico estão incorretos, ou letras em algumas palavras podem ter sido digitadas erradas – mas o significado permanece o mesmo. Para ajudá-lo em seu trabalho, o professor usou principalmente o Codex Aleppo, o pergaminho de 1.000 anos de idade, que é considerado como a cópia mais exata da Bíblia hebraica.