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Pressão religiosa faz Globo rever quadro sobre fantasmas do "Fantástico"

 

 

11/08/2012 – 09h03

DE SÃO PAULO

O "Phantasmagoria", do "Fantástico", vem sofrendo pressão de grupos ligados ao espiritismo e ao candomblé, segundo profissionais da atração.

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Apresentado por Tadeu Schmidt e pelo mágico Kronnus, o quadro investiga lugares supostamente mal-assombrados.

O lobby seria para que o programa da Globo deixe claro que fantasmas não existem, sem questionar a existência de espíritos.

A pressão surtiu efeito e alguns episódios estão tendo seus textos revistos para não provocar protestos maiores.

Na internet é possível encontrar sites e blogs espíritas questionando o conteúdo da atração, que estreou no último dia 5.

Procurada, a Globo diz que desconhece protestos de entidades religiosas com relação ao novo quadro.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha deste sábado (11).

Raphael Dias/TV Globo

O jornalista Tadeu Schmidt (à esq.) e o mágico Kronnus no quadro "Phantasmagoria", do "Fantástico"

O jornalista Tadeu Schmidt (à esq.) e o mágico Kronnus no "Phantasmagoria", quadro do "Fantástico", da Rede Globo

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Erros de Bíblia hebraica corrigidos pela primeira vez em 500 anos

PorStoyan Zaimov | Repórter do The Christian Post

Um estudioso judeu concluiu um projeto de 30 anos que o envolveu na correção do que ele diz que são centenas de erros gramaticais na Bíblia hebraica, ou Antigo Testamento, fazendo a primeira edição do texto em quase 500 anos.

  • bíblia hebraica

    (Foto: Reuters)

    Bíblia Hebraica.

Ministro israelense promove estudo Bíblico em sua casa

O estudioso, Menachem Cohen, 84, revelou no início desta semana que ele havia corrigido cerca de 1.500 erros gramaticais na Bíblia hebraica. Seu trabalho está previsto para ser publicado no próximo ano.

“O povo de Israel tomou para si, pelo menos em teoria, uma versão da Bíblia, até a sua última carta,” Cohen contou à Associated Press a partir de seu escritório na Universidade Bar-Ilan, perto de Tel Aviv.

“Foi surpreendente para mim que há 500 anos, as pessoas não perceberam os erros”, acrescentou. “Eles simplesmente assumiram que estava tudo bem, mas na prática nem tudo estava bem.”

A última versão corrigida foi publicada por Jacob Ben-Hayim em 1525, e chamou Gedolot Makroat, que reuniu textos diversos da religião e comentários.

Cohen não é o único estudioso judeu a observar e tentar corrigir os erros – atualmente, o Projeto da Bíblia da Universidade Hebraica em Jerusalém também está trabalhando em uma edição acadêmica da Bíblia Hebraica. O coordenador do projeto editorial, Rafael Zer, disse que ele acha a versão de Cohen “quase-científica” porque lhe falta um guia de como e por que os supostos erros foram corrigidos.

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Ao dar crédito ao trabalho árduo de Cohen, Zer, disse que “vem em detrimento da precisão absoluta e uma edição científica absoluta.”

Cohen, um ex-professor, salientou que ele quer que sua versão revista do Antigo Testamento vá online e seja disponibilizada para quantas pessoas for possível, incluindo estudantes. Como um ex-estudioso, ele disse que seu principal objetivo é “corrigir o passado e se preparar para o futuro.”

“Eu quero que a Bíblia seja de fácil uso ao usuário”, disse Cohen. “Hoje, podemos criar fontes de informação e pesquisas que lhe permitem obter uma resposta para tudo o que você está se perguntando.”

O estudioso também esclareceu que não pretendia alterar o idioma nos pergaminhos da Torá sagrada, que são utilizados para ritos religiosos. De acordo com a lei judaica, se mesmo uma única letra estiver incorreta, o livro todo é nulo.

Cohen diz que seu trabalho não afeta o significado do conteúdo da Bíblia. Por exemplo, em alguns lugares, marcadores usados para denotar as vogais em hebraico estão incorretos, ou letras em algumas palavras podem ter sido digitadas erradas – mas o significado permanece o mesmo. Para ajudá-lo em seu trabalho, o professor usou principalmente o Codex Aleppo, o pergaminho de 1.000 anos de idade, que é considerado como a cópia mais exata da Bíblia hebraica.

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Professor evangélico registra queixa contra mulher

ASSÉDIO SEXUAL

 

  A 9ª Subdivisão de Polícia (SDP) da cidade de Maringá, no Paraná, registrou no dia 04 um inusitado caso de assédio sexual via telefone. Um professor de 24 anos procurou a delegacia para denunciar uma mulher que, há vários dias, liga para seu telefone insistindo em convidá-lo para um encontro amoroso.

  Evangélico, o professor repele as investidas por causa de suas convicções religiosas. Ele contou em seu depoimento que a mulher liga de seis a sete vezes por dia em seu telefone. De acordo com o jovem, ao recusar as investidas é ofendido pela assediadora, que o chama, entre outras coisas, de “frouxo”. Mesmo com as negativas a mulher torna a ligar, para tentar convencer o jovem a realizar o encontro com ela.

  Afirmando que não conhece a mulher que o assedia, o jovem professo conta que a mulher chegou a dizer que iria até a casa dele para consumar o ato sexual na sua cama. De acordo com o odiario.com, as ligações são originadas de um aparelho celular configurado para não permitir a identificação de seu número.

  Incomodado com a situação, o rapaz registrou boletim de ocorrência na polícia, que vai investigar o caso e deve pedir à operadora que identifique o número de telefone do qual partem as ligações, para assim identificar a autora do assédio e chamá-la para se explicar sobre o caso.

Data: 8/8/2012 08:34:50
Fonte: Gospel+