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Hugo Chávez participa de missa e pede que Deus lhe dê ‘mais tempo de vida’.

Por Jussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que luta contra um câncer desde 2011, participou de uma missa em Barinas na quinta-feira (5), onde pediu que Deus lhe concedesse mais tempo de vida.

  • Hugo Chávez, que está se submetendo a tratamento contra o câncer

    (Foto: Reuters)

    Hugo Chávez, que está se submetendo a tratamento contra o câncer

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“Digo a Deus que se o que já vivi e enfrentei não foi o suficiente, aceito isto (a doença), mas dê-me vida, ainda que seja vida chamejante” (…) porque ainda me restam coisas a fazer por este povo e por esta pátria, não me leve ainda", falou Chávez, que se mostrou muito emocionado e chorou durante a missa.

Chávez, que tem 57 anos, esteve acompanhado de seus pais, os irmãos e filhas durante o evento religioso, que foi retransmitido através do canal de televisão estatal. O chefe de estado agradeceu pela realização da missa e pelas orações em seu favor.

Na ocasião, Cháves recordou o tempo em que deixou Barinas, sua terra natal, para o que chamou de “um caminho sem regresso”. De acordo com suas palavras, o câncer, doença que enfrenta, é uma ameaça que marca o fim do caminho de muita gente. Mas ele se disse otimista de que poderá vencer a doença.

O líder político esteve em Cuba nos últimos dias, onde foi submetido a mais um ciclo de radioterapia para tratamento da doença. Segundo o próprio Chavez, o tratamento ocorreu sem reações adversas.

Em 26 de fevereiro, o presidente venezuelano sofreu uma cirurgia onde foi retirada uma lesão de dois centímetros. A lesão foi detectada no mesmo local onde já havia sido extraído um tumor com células cancerígenas em junho do ano passado.

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Chávez não permite que se revele o local e o tipo de câncer que o está acometendo.

O estado de saúde do presidente provoca incertezas na Venezuela, pois o país terá eleições presidenciais este ano. Entretanto, Chávez repetidas vezes afirmou que tem condições físicas para permanecer no cargo e chegar a seu sexto mandato.

Contato: [email protected] Twitter: @TeixeiraJussara

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Perseguição religiosa: Sudão determina imediata retirada de cristãos do país

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, determinou a retirada total dos cristãos do país até o dia 9 de abril, em uma intensificação da perseguição religiosa aos grupos minoritários cristãos na região.

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O chefe de estado sudanês vem empreendendo, há décadas, perseguições a cristãos e minorias religiosas em todo o país e particularmente nas fronteiras com o Sudão do Sul.

O país recebeu a emancipação em 2011, e desde então, al-Bashir decretou a sharia – lei da islamização absoluta – em todo território. Segundo sua política, o país deveria tornar-se uma nação de “uma só língua, uma só cultura e uma só religião” e os sudaneses cristãos deveriam deixar o território.

Em entrevista ao The Christian Post, o pastor Mário Freitas, presidente da Missão em Apoio à Igreja Sofredora (MAIS), diretamente do Sudão, falou sobre o grande problema enfrentado pelos cristãos ameaçados, que é a falta de perspectiva.

De acordo com Freitas, que está no local desde 3 de abril, os líderes religiosos sudaneses estão tentando encontrar a linha emocional a seguir entre a fé e o desespero.

“Na verdade, ninguém sabe como serão os próximos dias. Não sabem se os filhos poderão seguir normalmente na escola. Não sabem se as esposas estarão em segurança nas ruas e nos mercados. Não sabem como e onde estarão os irmãos de fé”, conta o missionário.

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Freitas explica que há grandes dificuldades no processo migratório, entre outras coisas, por causa da alta nos preços do território ao sul.

“Há muitos estrangeiros, funcionários de organizações humanitárias, diplomatas e negociantes, o que também inflaciona os preços. Se todos vão para o mesmo lugar, é natural que se gere concorrência naquele destino.”

Outro fator para a retirada é que os sudaneses cristãos possuem vínculos afetivos com o Sudão. “ Os cristãos pertencem etnicamente ao sul, por serem filhos de tribos daquela região, mas nasceram e cresceram no norte. Têm uma vida aqui em Khartoum. É aqui que seus sonhos foram gestados, aqui estudaram, aqui conheceram seus cônjuges. Não querem sair de casa porque estão em casa”, explicou. “Além disso, não seriam mais aceitos naquele território”.

Há ainda uma questão étnica, pois os sudaneses do norte têm ascendência árabe, enquanto os do sul têm origem nas raças tribais negras. “Estes são muçulmanos convertidos ao cristianismo, o que por si só, já é um crime mortal”.

Segundo o pastor Freitas, nas ruas de Khartoum, capital do Sudão, há uma tensão com relação aos cristãos e uma intensa perseguição moral a eles, que não conseguem empregos e assim não possuem os meios para sua subsistência.

Sobre a perspectiva do dia 8, próximo domingo, Freitas explica que os pastores e cristãos locais não conseguem fazer grandes predições. “Eles não sabem o que esperar. Mas têm muita fé”, assegura. “Eles simplesmente esperam e esperam. Aguardam passivamente, mas não vão deixar sua terra”, garante.

Um dos pastores locais, quando perguntado se temia a morte afirmou: “eu não tenho medo de morrer. Eu já morri". Para Freitas eles “são heróis e nos encorajam diante de nossos míseros problemas. Eles sabem que Deus lhes será por juíz”.

Genocídio de cristãos

O presidente Omar al-Bahsir já foi indiciado pelo Tribunal Penal Internacional de Haia e tem contra si três acusações de genocídio.

A violência, porém, continua. No estado de Kordofan do Sul, ainda há bombardeios aéreos, assassinatos seletivos, sequestros de crianças e outras atrocidades contra cristãos.

Relatórios da ONU indicam que entre 53 mil e 75 mil civis inocentes foram expulsos de seus lares no território sudanês, e casas e edifícios foram incendiados.

Contato: [email protected] Twitter: @TeixeiraJussara

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DODANIN PEREIRA – Pastor e missionário da JMN morre aos cem anos no TO

100 anos  de vida DODANIMmamae e eu batismo de Indigenashomenagem 99 anos

Faleceu, na tarde da última sexta-feira, dia 30, o pastor Dodanin Pereira Gonçalves, missionário aposentado da Junta de Missões Nacionais. O obreiro foi sepultado em Itacajá, TO, onde, durante anos, desenvolveu seu ministério.Pr. Dodanin foi nomeado pela JMN em 1942, seguindo para a cidade de Carolina, no Maranhão. Em Itacajá, onde passou a maior parte de seu ministério, levou a mensagem do evangelho aos índios kraôs. Ainda nesse município, o missionário também chegou a ser diretor no Lar Batista F.F. Soren, ao lado de sua esposa Edith Duarte Pereira, nos anos de 1946 a 1950.

Após sua saída do Lar, Pr. Dodanin nunca deixou de cooperar com os missionários que passaram pela instituição. Foi ele quem doou a propriedade para a JMN construir a primeira sede do Lar Batista F.F. Soren, na cidade de Itacajá, e mais uma fazenda de 107 hectares no município de Piacá, onde eram cultivadas roças de arroz, feijão e outros que serviam de mantimento para o Lar Batista.

Oremos pela família do pr. Dodanin, para que o Espírito de Deus console a todos. A este grande servo de Deus, as homenagens da Junta de Missões Nacionais.

Data: 5/4/2012 08:58:26
Fonte: JMN