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Una iglesia católica italiana cierra hasta Pascua por falta de dinero

 

Una iglesia católica italiana cierra hasta Pascua por falta de dinero

Ls donativos y el dinero del "cepillo" no alcanzan para cubrir el coste de la luz y la calefacción.

04 DE ENERO DE 2012, ITALIA

Como las aportaciones de los fieles católicos en forma de donatyivos, y el dinero que se depostia en el cepillo del templo no alcanzan para pagar el coste de la luz y la calefacción, el cura de la pequeña localidad de Fontanelle, en el norte de Italia, ha decidido cerrar la iglesia hasta que llegue la Pascua.
El hacerlo hasta entonces no es por un motivo relacionado con el claendario litúrgio; sino porque es cuando la temperatura será más cálida y habrá más luz. En ese momento es cuando la iglesia Pedro y Pablo de esta localidad próxima a Venecia, volverá a abrir su puertas, según informan medios italianos.
Las misas se celebrarán hasta entonces en una pequeña capilla. Durante los próximos meses el cura sólo abrirá la iglesia principal de la localidad, de 5.800 almas, para entierros y acontecimientos especiales.

Fuentes: DPA

© Protestante Digital 2011

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Dj Alpiste será homenageado no Salão Internacional Gospel; história de sua mudança em Cristo

 

PorAna Araújo | Repórter do The Christian Post

Um momento especial vai marcar o Salão Internacional Gospel, marcado para entre os dias 12 e 14 de abril, em São Paulo. O Dj Alpiste será homenageado pela sua contribuição na evangelização através do Rap.

  • Dj Alpiste

    (Foto: Divulgação)

    Dj Alpiste será homenageado em evento gospel

 

A iniciativa é mais que merecida pela sua trajetória. O Dj Alpiste iniciou a sua carreira no Hip-Hop nos anos 80, sendo um dos pioneiros no Brasil e chegando a fazer parceria com grandes nomes da Black Music, como JR.Blaw, Sampa Crew e Geração Rap.

Em entrevista ao The Christian Post, o rapper falou sobre sua transformação em Jesus Cristo e sobre sua alegria em ser homenageado.

“Deus quando entra na vida de alguém faz a obra por completo e comigo não foi diferente. Eu era usuário de droga, traficante e criminoso, mas tudo isso foi transformado quando aceitei Jesus como meu Salvador”, contou ele ao The Christian Post.

O DJ relatou que mudou de vida em 1992, quando um amigo de infância que havia se convertido o encontrou e decidiu falar sobre a sua transformação, a vida em Jesus e o mundo da música gospel.

Seguindo sua carreira no rap mas unindo-a ao Evangelho, o DJ introduziu o rap evangélico entre os religiosos, o que causou estranheza e até preconceito à princípio. Mesmo tendo o apoio da banda Kadoshi, O Dj Alpiste teve que ser forte para manter a sua opinião:

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“A Kadoshi foi quem abriu as portas pra mim e me deu uma oportunidade, com isso a aceitação foi mais facilitada mas não menos polêmica”.

Ele foi convidado pela banda Kadoshi para fazer algumas participações especiais nos shows. Eles firmaram parceria desde então e evangelizaram muitas pessoas através do rap durante 3 anos.

Sem baixar a cabeça, ele conquistou o seu espaço na música e permaneceu nesta profissão. “O Rap ainda é visto em segundo plano por algumas pessoas, mas a maioria do público já aceitou”.

Apesar do crescimento na carreira e do desenvolvimento do mercado da música gospel, ele mantém a importante tarefa de difundir o Evangelho.

“Hoje me dedico mais ao evangelismo e à obras sociais do que a eventos de grande porte devido a falta de oportunidade em grandes eventos, por parte dos contratantes. Mas continuo na obra musical que Deus me colocou nas mãos,” contou ele ao CP.

Diante deste cenário de perseverança, foi com muita alegria que ele recebeu a notícia dahomenagem no Salão Internacional Gospel.

“O que vai acontecer é surpresa! Será uma homenagem bem especial a alguém que abriu as portas para que muitos pudessem passar.” contou a organizadora do evento, Luciana Mazza, ao The Christian Post.

Para mais informações sobre o evento, acesse: www.salaointernacionalgospel.com.br

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Grupos religiosos radicais comprimem cristãos em Jerusalém

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

Um estudo preparado pelo Instituto para Estudos de Israel de Jerusalém mostrou que atualmente os cristãos representam somente 1,9 % da população na Terra Santa e pode diminuir mais ainda nas próximas décadas.

  • Vista de Jerusalém

    Foto: Reuters

O estudo, intitulado "Cristãos e Cristianismo em Jerusalém", mostra que no final do mandato britânico na Terra Santa, em 1946, os cristãos representavam 19% da população total da cidade. De um total de cerca de 800 mil habitantes, a cidade conta hoje com apenas 14,6 mil moradores cristãos.

O responsável pela pesquisa, o israelense Amnon Ramon, cita uma série de razões pelas quais o número de Cristãos tem sido reduzido na região.

Primeiramente, ele fala sobre a dificuldade de grupos cristãos viverem na região, principalmente com a radicalização de alguns setores, como segmentos islâmicos. Segundo ele, tal segmento trata não-muçulmanos como cidadãos de segunda-classe e mesmo com violência.

Outra razão apontada pelo pesquisador é o fato de que alguns grupos judeus ultra-ortodoxos tem procurado impor regras para que Israel tenha um caráter mais religioso e menos democrático.

Além disso, Ramon relembra que a guerra de 1948 ]teve como consequência a retirada não só dos britânicos como também da maioria dos cristãos europeus e também dos cristãos árabes que habitavam a cidade.

O baixo número de cristãos, que atualmente é de cerca de 14 mil pessoas, também se deve à baixa taxa de natalidade entre cristãos e a ausência de imigração cristã para Jerusalém.

"Tememos que em 20 ou 30 anos quase não haja cristãos locais (nascidos de famílias de Jerusalém)", alerta o estudioso.

Amnon, que é judeu, vê os cristãos como um grupo religioso importante na região e que contribui para a tolerância religiosa e democracia no país, além de ajudar no crescimento econômico.

O grupo cristão hoje em dia é dividido entre os árabes e imigrantes da ex-União Soviética, refugiados de origem sudanesa e eritreia, habitantes de origem armênia, além trabalhadores estrangeiros. Eles estariam basicamente confinados no bairro cristão da cidade antiga.

Uma pesquisa do ano 2000 citada pelo informe recorda que há 117 instituições cristãs na Cidade Antiga e no Monte Sion; dentre elas, 20 são órgãos educacionais. No turismo, entretanto, os cristãos são maioria. Em 2010, 66% dos turistas se identificaram como cristãos e 30%, judeus.

O responsável pela pesquisa Amnon conclui que "o desaparecimento das comunidades cristãs e as igrejas do panorama da cidade e de seu subúrbio seria um golpe severo ao charme da cidade e ao seu caráter especial, sem paralelos no mundo".