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Chinesa passa seis meses presa e é libertada após orações

ORAÇÃO DE INTERCESSÃO

 

Um grupo de oração se reuniu para orar diante da situação de uma mãe chinesa que estava presa junto com a sua filha e a avó mais ou menos seis meses. A oração moveu o coração de Deus que concedeu a liberdade de ambas.

A oração de intercessão foi o catalisador para a liberação da prisão à meia-noite de Nie Lina, uma mãe chinesa que havia sido preso por quase seis meses em uma prisão escura com sua filha de três meses e sua mãe de 70 anos de idade.

Lina foi presa por reivindicar ao governo chinês a posse de sua terra, que foi confiscado ilegalmente por funcionários sem qualquer explicação.

A oração para a sua libertação começou em um sábado dezembro. Onde centenas de intercessores da instituição que trabalha com resgate de mães na China na conferência Lou Engle é TheCall em Los Angeles. Os líderes da conferência sentiu fortemente que esta oração para a China tinha feito um forte impacto no reino espiritual.

O movimento de oração começou quando  o Senhor preparou um telefone celular dentro da prisão, onde Lina ligou para uma instituição sem fins lucrativos que trabalha na China com resgate de mães e filhos. Antes do telefone ser confiscado ela contou que fazia quase 10 dias que tinha recebido pouca comida e desta forma não tinha condições de cuidar da criança. Não havia instalações para tomar banho nem janelas e nenhuma condição básica de vida para ela, sua filha e sua mãe. Após isto a instituição mandou um e-mail convocando um mutirão de oração por esta família. E Jesus ouviu a oração, intercedeu junto a Deus que libertou esta família.

Data: 14/12/2011
Fonte: Inforgospel

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Vergonha: Bancada evangélica fez acordo com governo para aprovar projeto que criminaliza os pais

Comentário de Julio Severo: Governo federal não aceitou os termos da bancada evangélica, que acabou se conformando e fazendo um acordo, conforme Surita, para que o projeto siga diretamente para o Senado, sem chance de ser votado em plenário e ser derrotado.

Minha pergunta é: que tipo de “pressão”, monetária ou não, o Planalto usou para que os deputados evangélicos “se conformassem” e fizessem esse acordo safado?

A notícia abaixo é do Estado de S. Paulo.

Lei teve de ser negociada com a bancada evangélica

O Estado de S. Paulo – 15/12/2011

A aprovação da Lei da Palmada só foi possível graças a uma intensa negociação do governo com líderes da bancada evangélica. Refratários à nova legislação defendida pelo Planalto, os deputados evangélicos lutaram até o último minuto para tentar alterar o projeto na sua essência. Mas, diante da resistência do governo, acabaram se conformando com mudanças mais leves no projeto.

“Em nenhum momento a bancada evangélica atrapalhou. Ela contribuiu para o aprimoramento do texto”, minimizou a relatora Teresa Surita (PMDB-RR), depois da aprovação da lei. Coube a ela negociar com o deputado João Campos (PSDB-GO), um dos líderes dos evangélicos na Câmara, os termos do acordo para que o projeto pudesse ir a voto, antes do início do recesso parlamentar.

Inicialmente, a relatora havia concordado em ceder à pressão dos evangélicos e substituir a expressão “castigo corporal” por “violência física”. O Planalto entrou em campo e não aceitou os termos do acordo. Considerou um recuo muito grande e, em uma nova rodada de negociações, os evangélicos aceitaram substituir “castigo corporal” por “castigo físico”.

“Com essa aprovação por unanimidade pela Comissão Especial que analisava a matéria, o Brasil dá um importante passo para afirmação dos direitos da criança e do adolescente contra todos os tipos de violência”, comemorou a ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário.

Com o acordo fechado com a bancada evangélica, o governo afasta a princípio o perigo de o projeto ter de ser votado pelo plenário da Câmara. Aprovada em caráter terminativo em comissão especial, a proposta só será votada no plenário caso algum deputado obtenha a assinatura de 51 colegas para que o projeto seja discutido por toda a Casa.“Há um acordo para que o projeto siga diretamente para o Senado”, disse Teresa Surita.

Bolsonaro. Um dos receios, no entanto, é que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), contrário à proposta, recolha as assinaturas necessárias para levar a Lei da Palmada ao plenário da Câmara. “Ele (Bolsonaro) é incontrolável, mas nós estamos atentos”, disse a relatora. /EUGÊNIA LOPES

Divulgação: www.juliosevero.com

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Maioria Não Sabe o Significado do Natal no Segundo Maior País Cristão: Brasil

 

Por Andrea Madambashi|Repórter do The Christian Post

evangélicos

O Natal é a festividade mais celebrada no Brasil, considerado o país com a segunda maior população cristã (entre católicos e protestantes) do mundo. Entretanto, a maioria não sabe o significado e a história desta data, afirmam líderes cristãos e a mídia secular.

Uma matéria publicada no jornal brasileiro Ribeirão Preto aponta que grande parte das pessoas no Brasil não sabe a origem e a história do Natal da qual afirma-se ser vinculada a festividades pagãs.

Documentações históricas do imério romano contam que a festa já fazia parte da vida das populações sob o domínio romano no ano de 336 d.C.

A data seria relacionada com a festa pagã que se celebrava o solstício de inverno no dia 22 de dezembro no hemisfério norte. Simbolicamente esta data estaria associada com a passagem da vida e da morte, nascimento e renascimento que os povos antigos festejavam e comemoravam.

Acredita-se que o dia 25 de dezembro foi adotado para substituir a festa romana que comemorava o “nascimento do deus Sol invencível”, deus predileto do antigo imperador romano, Constantino.

Apesar dos dados históricos, pastores e líderes cristãos reforçam o significado espiritual por trás do Natal sobre o nascimento de Jesus e como através disso os Cristãos obtiveram a salvação.

O pastor brasileiro Ciro Sanches Zibordi aponta que o Natal para muitos tem a ver com Papai Noel, árvore enfeitada e comida. Além disso, ele afirma o povo vê Deus como Papai Noel tendo a intenção de apenas receber.

Zibordi, entretanto, relembra os Cristãos sobre a importância de “dar”, contando a história dos magos do Oriente que foram visitar a Jesus depois do seu nascimento para celebrar o verdadeiro Natal de Cristo.

Segundo ele, os magos foram oferecer ouro, incenso e mirra a Jesus. “Eles não queriam adorar a estrela. Eles não queriam adorar a mãe do Menino. Eles queriam adorar o Rei dos reis e Senhor dos senhores!”

O pastor urge que os Cristãos não esperem receber mas que sim ofereçam algo ao “nosso Senhor e Salvador” e perguntem “Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?”

Para Rubens Muzio, pesquisador do Servindo aos Pastores e Líderes (SEPAL), a mensagem do Natal não está centrada no “menino que nasceu em Belém”, mas no “cordeiro que foi morto numa cruz em Jerusalém”.

“Jesus é o cordeiro que foi morto”, ressalta Muzio em sua coluna no site da instituição.

Falando sobre a metáfora do cordeiro na Bíblia, o pesquisador explica sobre a propiciação de Jesus Cristo que refere-se à Sua morte na cruz como um substituto dos pecadores.

“O Cordeiro Jesus nos substituiu na eternidade e morreu por todos nós. Uma vez que todos nós somos pecadores, a lei nos condena à morte e nos coloca sob uma maldição divina. Deus imputou a culpa dos nossos pecados a Cristo, e ele, em nosso lugar, suportou o castigo que nós merecemos”.

O Natal, afirma Muzio é lembrar sobre o “pagamento total dos pecados, que satisfez tanto a ira e a justiça de Deus, para que Ele pudesse perdoar os pecadores sem comprometer seu próprio padrão santo”.

O pesquisador evangélico urge que os Cristãos se perguntem se eles sabem o que Natal representa para eles e se Jesus é o salvador totalmente suficiente para garantir vida aqui e após a morte.