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Bíblias são distribuídas em balões na Coreia do Norte

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Na Coreia do Norte, mais de 10 mil cópias da Bíblia foram distribuídas a Cristãos por meio de um balão, graças à iniciativa da organização ecumênica "International Christian Concern" (ICC), com sede nos Estados Unidos.

A ICC realiza atividades de monitoração, sensibilização eajuda às comunidades cristãs que sofrem perseguição no mundo, e a Coreia do Norte está entre eles. A entidade informou que pensou na utilização de balões para atravessar o território coreano por ser um dos confins mais militarizados do mundo: “é um dos países mais fechados, onde as perseguições são terríveis.

Segundo um relatório da ICC, a igreja na Coreia do Norte luta para difundir o evangelho. “Atos de culto ou a simples posse de uma Bíblia podem ser punidos com a reclusão em campos de concentração”. As Bíblias foram embaladas em pacotes com mil cópias e amarradas em balões que são ‘explodidos’ em seguida, em intervalos de tempo pré-estabelecidos.

As Bíblias naquele país chegam a ser confiscadas pelo exército, e são comercializadas no mercado negro, já que a Coreia é administrada por militares. O preço dos exemplares é bastante alto, devido à sua escassez.

Segundo estimativas atuais da organização, existem 440 mil fiéis cristãos na Coreia do Norte, que também distribuiu mais de 100 mil Bíblias na China.

A ICC informou em seu site que no século atual mais Cristãos foram assassinados por sua fé do que em qualquer outra época. O número pode chegar a 200 milhões de pessoas.

“A igreja perseguida sofre com essa guerra, principalmente onde o evangelho foi estabelecido em regiões onde ele não existia ou quando é oprimido por outras religiões”, diz o site.

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Quem disse que a “Justiça”não se compra?

 

STJ afasta desembargador investigado por suposta venda de decisões

FELIPE SELIGMAN
DE BRASÍLIA

A Corte Especial do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu abrir ação penal e afastar o desembargador Francisco de Assis Betti, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), por entender que existem indícios de que ele participava de esquema de venda de decisões na época em que atuava na Justiça Federal de Minas Gerais.

A Folha ainda não localizou a defesa do desembargador para comentar a decisão.

Ele, que agora é réu, será investigado pela suposta prática de corrupção passiva, formação de quadrilha e exploração de prestígio de forma continuada.

O nome do desembargador apareceu nos desdobramentos da Operação Pasárgada, da Polícia Federal, que desbaratou em 2008 esquema montado por prefeitos e empresários mineiros para desviar recursos do FPM (Fundo de Participação de Municípios).

De acordo com a denúncia contra Betti, aceita por todos os 14 ministros do STJ que analisaram o caso nesta quarta-feira, ele é suspeito de vender sentenças, quando ainda era juiz federal. Suas decisões liberavam recursos do FPM à prefeituras de Minas Gerais que estavam com o dinheiro bloqueado por terem dívidas com o INSS.

Existem indícios, segundo a PF, de que o desembargador teria cobrado R$ 60 mil para ajudar um dos prefeitos envolvidos na Pasárgada. Além disso, o STJ concluiu que ele deve ser investigado por outras decisões suspeitas, desta vez para liberar mercadorias apreendidas pela Receita Federal.

Em relação à "exploração de prestígio", a denúncia afirma que Francisco de Assis Betti, já desembargador, interferia em processos do TRE-MG (Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais) em favor prefeitos do Estado.

Ele foi afastado do cargo, a pedido do MPF (Ministério Público Federal), até que a ação penal contra ele seja julgada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), sem prazo para ocorrer. A denúncia contra ele foi proposta em 2008, mas somente agora, três anos depois, foi analisada pelos ministros do tribunal.

PEDIDO DE VISTA

Outra desembargadora do TRF-1, Ângela Maria Catão, também foi denunciada por suposto envolvimento no esquema, mas o relator do caso, ministro Castro Meira, entendeu que não existem indícios de sua participação, votando pela rejeição do pedido de abertura de ação penal. A análise em relação a ela, no entanto, foi interrompida por um pedido de vista do ministro Herman Benjmin.

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PLC 122, A “LEI DA HOMOFOBIA” SERÁ VOTADA NESTA QUINTA-FEIRA 08/12

 

00:44 Idemir

PLC-122-gayA PLC 122, a chamada “Lei da Homofobia” será votada nesta quinta-feira 08/12. É mais uma estratégia dos ativistas homossexuais, juntamente com a Sen. Marta Suplicy para empurrar goela abaixo do povo essa lei quefere a constituição federal e instaura uma verdadeira perseguição religiosa no Brasil, tornando crime  a livre manifestação de qualquer pessoa que não concorda com a prática homossexual.

Se aprovada, a lei criará uma classe de indivíduosprivilegiados pelo simples fato de se entregarem a prática homossexual.

Os ativistas da causa gay também contam com o apoio da Rede Globo, que está fazendo uma campanha em massa de combate a “homofobia”.

Segundo o blog www.juliosevero.com, a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil fez um acordo para apoiar a aprovação do PLC 122, no qual padres e pastores poderiam continuar pregando em missas e cultos contra a homossexualidade, mas apenas dentro de seus templos. Fora dos templos, as punições, inclusive com 5 anos de cadeia, continuariam válidas para pregações e opiniões contra o homossexualismo em programas de rádio, TV, escola, sites, blogs,jornais, revistas, etc. O acordo incluiu o seguinte parágrafo ao texto substitutivo do PLC 122:

“Art. 3º O disposto nesta Lei não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal.”

E ainda tem mais:

Caso a lei for aprovada, se uma mãe quiser contratar uma babá, e dentre as candidatas houver uma candidata lésbica, ela sequer poderá dificultar sua contratação, podendo pegar até 3 anos de cadeia. Veja o texto:

Art. 4º Deixar de contratar ou nomear alguém ou dificultar sua
contratação ou nomeação, quando atendidas as qualificações exigidas para
o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual
ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.

Confira o texto completo no site do Senado.

Colabore fazendo seu protesto aos senadores através do site ipco.org.br e também ligando diretamente para o senado pedindo para os senadores de seu estado não votarem no PLC 122/2006, o telefone é 0800-612211.

Com informações de www.juliosevero.com