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Atleta paraolímpica mira glória olímpica após milagre

 

ReutersPor Liza Jansen | Reuters – 19 horas atrás

  • Monique van der Vorst abandonou a cadeira de rodas (Foto: AP)Ampliar foto

    Monique van der Vorst abandonou a cadeira de rodas (Foto: AP)

UTRECHT, Holanda (Reuters) – A medalhista de prata paraolímpica Monique van der Vorst transformou-se milagrosamente em uma esperança olímpica depois que um acidente reverteu sua paralisia.

Paralítica da cintura para baixo desde os 13 anos de idade, a handciclista de 27 anos, que acabou de assinar um contrato com a equipe feminina de ciclismo profissional da Rabobank para competir como uma atleta comum, foi atingida por uma bicicleta no ano passado enquanto treinava em sua cadeira de rodas para as Paraolimpíadas de 2012 em Londres.

Enquanto se recuperava do trauma, os pés de Monique começaram a formigar e milagrosamente ela começou a movê-los novamente. Desde então ela passou meses no hospital e no centro de reabilitação tentando recuperar o uso das pernas.

Ela disse à Reuters que quando deu os primeiros passos novamente, em julho de 2010, sentiu-se como uma criança que estivesse aprendendo a andar.

"Eu queria pular no ar de alegria," disse Monique esta semana, lembrando-se de como foi bom e surpreendente poder se olhar de pé em frente a um espelho.

Os médicos não têm explicações para sua recuperação surpreendente. Alguns acreditam que o trauma de seu último acidente pode ter forçado seu corpo a retomar a atividade.

Mas a realidade de sua alegria recém-descoberta também pôs um fim brusco à sua bem-sucedida carreira como atleta.

"Embora andar seja a melhor coisa que se possa fazer na vida, eu senti falta do esporte, das pessoas e dos desafios," disse Monique.

A reabilitação e a fisioterapia com um foco atlético lhe deram forças e assim que conseguiu se sentar de novo em uma bicicleta ela quis fazer uma tentativa.

Apesar de quase cair na primeira vez que subiu em uma bicicleta de corrida para atletas de corpo inteiro, Monique insistiu e conseguiu completar uma rota de treinamento dolorosa e lenta de 30 quilômetros, e não olhou para trás desde então.

Embora não esteja no mesmo nível de ciclismo das outras mulheres na equipe da Rabobank, sua força de vontade é enorme e a equipe está confiante de que Monique logo as alcançará.

Quando se leva em conta que Monique ganhou duas medalhas de prata nas Paraolimpíadas de Pequim em 2008, foi eleita a atleta com deficiência holandesa do ano em 2009, foi a primeira atleta na modalidade de handciclismo a vencer o campeonato mundial Ironman 2009 no Havaí, seu objetivo de correr nas Olimpíadas do Rio em 2016 não parece irrealista.

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Pastor evangélico é sequestrado por indígenas católicos

 

Um pastor evangélico foi liberado por uma comunidade indígena católica de Chiapas, sudeste do México, depois de ter realizado um batismo coletivo em sua casa, segundo sua família informou na terça-feira, 6.

O pastor Manuel López Collazo foi preso no sábado, 3, à tarde no município de San Juan Chamula quando se reunia com seus familiares e 13 convidados depois de ter realizado um batismo no município de Pujiltic.

De acordo com Jesús Hernández Hernández, morador dessa cidade, os responsáveis pelo aprisionamento foram católicos tradicionalistas liderados pelo ex-prefeito de Chamula, Gomez Domingo Diaz e autoridades da comunidade.

“Estávamos entrando a Jolzemen quando o ex-prefeito perguntou a López Collazo por que ele havia levado convidados se sabia que existia uma ata na qual foi acordado que tal coisa era proibida”, acrescentou, de acordo com o jornal mexicano LaJornada.

Depois de levarem o pastor e seus convidados para uma escola para discutir a posição a ser tomada, os tradicionalistas decidiram detê-lo e enviá-lo para a prisão municipal para ser julgado.

Segundo a Univision, as autoridades teriam imposto uma multa de 42 mil pesos por violar acordos internos da comunidade, onde se preserva uma forte tradição religiosa que mistura o catolicismo com outras crenças pré-hispânicas.

As leis mexicanas reconhecem a autonomia das comunidades indígenas para impor acordos e normas de justiça em seus territórios.

O pastor López Collazo afirmou que não iria pagar a multa por achar injusta e por não ter cometido um delito. “é injusta e não tenho esse dinheiro”, disse ele aos meios locais.

Entretanto, segundo o seu irmão Javier Collazo Gomez relatou, o pastor foi liberado na segunda-feira em torno das 15h30, depois de assinar uma promissória de 42 pesos a ser paga no prazo de dois meses.

O estado de Chiapas registra o maior número de conflitos por intolerância religiosa, em grande parte por parte das comunidades católicas, segundo a Comissão Nacional de Direitos Humanos.

Desde 1960, centenas de indígenas tzotziles foram expulsos de San Juan Chomula por converter-se às Igrejas evangélicas.

Segundo o Censo de 2010, a população do México é constituída maiormente por católicos com 82,7% da população, enquanto os protestantes correspondem à 7,5 % da população.

Data: 9/12/2011
Fonte: The Christian Post

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BRASIL PODE SE TORNAR IMPÉRIO GAY

 

É o que alerta Magno Malta que enfrentou Marta Suplicy em Brasília

FOTO - MAGNO MALTA

Por: Vinicius Cintra -Redação Creio

   Mesmo com adiamento da votação da PL 122/06 que criminaliza a homofobia, o senador Magno Malta, durante audiência pública nesta quinta-feira, dia 08, disse que não vai sossegar enquanto o projeto de Marta Suplicy não for arquivado em definitivo. O parlamentar acredita que o assunto não deve ser tratado de forma isolado.

    Na audiência pública, Magno Malta, discursou entre militantes da comunidade gay e a senadora Martha Suplicy relatora do projeto. “O homem pode exigir seus direitos, mas sem cobrar que se criminalize aquele que não concorde com suas idéias. Se a lei for aprovada o Brasil se tornará um império homossexual, onde somente eles vão ter direitos”. Ele foi além e ameaçou caso o projeto fosse aprovado, ele renunciaria ao cargo.

   O senador do Espírito Santo comentou sobre um artigo escrito por Marta e distribuído no Senado, onde dizia que homossexuais continuavam sendo mortos por omissão de radicais senadores que fazem de sua plataforma política, uma plataforma religiosa. Magno disse que a senadora petista afirma que a plataforma política é colaboradora com os crimes homofóbicos é também uma forma de intolerância. O senador lembrou que todos que estão na comissão são por que lutaram no combate as drogas, a pedofilia, a pobreza.“Podemos dizer que se os senadores não estivem ‘omisso’ eles não estariam sendo assassinados? Não podemos colocar na conta do parlamento algo que não nos pertence. O Brasil precisa de uma coisa que se chama respeito. Quantos homossexuais não morreram no seu mandato em SP e a culpa é da senhora? Não é. A nação não é homofóbica, mas há sim pessoas que agridem e até matam gays, mas a pessoa que faz isso faz com o aposentado e com qualquer outro”, concluiu Magno.

Data: 9/12/2011