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Muçulmanos somalis assassinam cristão no Quênia

 

08 nov 2011QUÊNIA

Um cristão somali está internado após ter sido atacado por jovens muçulmanos de seu país no Quênia. Ele foi espancado pelos jovens que usaram barras de ferro e bastões de madeira na semana passada, o que o deixou inconsciente perto da porta de uma igreja

Hassan, um refugiado de 25 anos da Somália, cujo sobrenome é omitido por razões de segurança, não tinha sido criado como um muçulmano, pois recebeu a Cristo com 7 anos. Mas seus vizinhos somalis que moram no Quênia o atacaram e o deixaram ensangüentado e nu, pensando que ele era um apóstata e que havia negado o Islã.

Ele e sua mãe, uma ex-muçulmana que se converteu ao cristianismo, fugiram da guerra da guerra da Somália 10 anos depois que seu marido havia morrido. Eles faziam parte de uma igreja doméstica subterrânea.

Hassan estava voltando para sua casa às oito e meia da noite quando foi abordado por seis jovens muçulmanos. Eles o agrediram com barras de metal em sua cabeça e ele perdeu dois dentes. Depois os outros começaram a agredir as suas costas.

Alguns chutaram sua barriga enquanto ele ainda estava no chão. Outros atingiram suas pernas. Ele também foi ferido nas mãos com facadas. Os agressores tiraram suas roupas e o jogaram na porta da Igreja Presbiteriana da África Oriental. Alguns pedestres o viram e chamaram sua mãe.

“Quando cheguei ao local do ataque, meu filho estava deitando em uma poça de sangue”, disse a mãe ao Compass. “Eu chorava e não sabia o que havia acontecido. Ele só recobrou a consciência quando a polícia havia chegado. Os criminosos cobriram meu filho de sujeira.”

A polícia prendeu dois dos agressores. Os outros quatro muçulmanos ainda estão sendo procurados e Hassan e sua mãe temem que a polícia não faça nada contra essa situação e que eles possam ser ainda mais ameaçados.

FonteCompass Direct

TraduçãoLucas Gregório

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Justiça condena padre a 60 anos de prisão por abuso sexual em Franca

 

Pároco aguarda decisão de recurso em liberdade.
Seis adolescentes relataram abusos entre 2009 e 2010.

Do G1 SP, com informações da EPTV

 

Padre José Afonso Dé (Foto: Reprodução/G1)

Padre José Afonso Dé (Foto: Reprodução/G1)

O padre José Afonso Dé foi condenado pela 2 ª Vara Criminal de Franca, no interior de São Paulo, a 60 anos e oito meses de prisão por estupro e atentado violento ao pudor. Em abril de 2010, o pároco foi acusado de pedofilia e indiciado por abusar sexualmente de seis garotos, entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010.

As vítimas, com idades entre 12 e 16 anos, eram coroinhas e frequentadores da Paróquia São Vicente de Paulo, em Franca. Segundo o advogado de defesa, Eduardo Maestrelo Caleiro Palma, a decisão foi proferida no meio do ano, mas como o caso corre em segredo de Justiça, não havia sido divulgada.

O advogado entrou com um pedido de habeas corpus e, atualmente, o pároco aguarda a decisão do recurso ao Tribunal de Justiça (TJ) em liberdade.

O caso
Uma denúncia anônima feita no dia 24 de março de 2010 ao Conselho Tutelar de Franca deu origem à investigação da Delegacia de Defesa da Mulher. O denunciante, que não quis se identificar, havia dito que o sacerdote molestava adolescentes na sacristia da igreja onde ele celebrava missas e na própria casa. Os meninos relataram terem sido beijados e acariciados nos órgãos sexuais pelo Afonso Dé.

O padre foi afastado das suas funções pelo bispo de Franca, Dom Pedro Luís Stringhini, que também entrou em contato com a Nunciatura Apostólica, a ‘embaixada’ do Vaticano no Brasil, para encaminhar formalmente as acusações contra o pároco.

Durante a apuração, 31 pessoas foram ouvidas, entre o acusado, as vítimas, mães dos garotos e testemunhas. Além dos seis garotos molestados entre 2009 e 2010, a polícia identificou outras quatro vítimas, num total de dez. No entanto, como o abuso teria ocorrido entre os anos de 1990 e início de 2000, o crime prescreveu.

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Gestante muda dieta após ter ‘desejo’ de carne de animais atropelados

 

Britânica Alison Brierly, 42 anos, diz que adora o sabor e come sem culpa.
‘Melhores carnes’ vêm de avisos de amigos que passam na estrada, conta.

Do G1, em São Paulo

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Alison posa com um faisão recém-apanhado da estrada em frente a sua casa (Foto: Caters)

Alison posa com um faisão recém-apanhado da
estrada em frente a sua casa (Foto: Caters)

A artista e taxidermista britânica Alison Brierley, de 42 anos, adotou uma dieta inusitada desde que ficou grávida e passou a sentir "desejos" de refeições bem específicas. Ela tem preparado pratos feitos com a carne de animais mortos nas estradas próximas a sua casa, em Harrogate, no condado de Yorkshire.

Antes, a taxidermista (profissão que se dedica à replicação e conservação de animais mortos) já costumava levar para casa os animais mortos que encontrava, mas apenas para fazer joias a partir do couro dos bichos, por exemplo.

"Normalmente eu como de maneira bem saudável, mas agora, com a gravidez, tenho fortes desejos por animais mortos na estrada. Adoro o sabor, é melhor que outras carnes. E não preciso me sentir culpada porque sei que sei que os animais viveram em liberdade na natureza", explica.

A mesa de Alison já serviu lebre, veado, pombo, coelho, coruja e faisão, sendo o último o mais comum deles. "Queria experimentar carne de raposa e de texugo, mas eles nunca estão em boas condições para comer. Já os usei em meu trabalho, no entanto", comenta.

A britânica diz que já até serviu pratos feitos com animais atropelados em banquetes oferecidos a amigos, e afirma que eles a ajudam na "caça". "Consigo as melhores carnes através de amigos que me ligam avisando de algum animal morto que eles viram a caminho do trabalho", afirma.

Ela não se envergonhou em contar sua história porque defende que as pessoas se conscientizem sobre a forma como um alimento foi produzido antes de comê-lo, ou mesmo antes de comprá-lo em um supermercado.