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Rafinha Bastos: Wanessa Pede R$ 100 Mil de Indenização

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A cantora Wanessa Camargo e seu marido Marcus Buaiz entraram na última quinta-feira com um processo de indenização de cerca de R$ 100 mil por danos morais contra o humorista Rafinha Bastos.

O humorista fez, ao vivo, uma piada maliciosa acerca de Wanessa e seu bebê durante a exibição do programa "CQC" que gerou polêmica nos meios de comunicação, resultando na suspensão do comediante do programa, e seu subsequente pedido de demissão da Band.

De acordo com a petição publicada pela revista Consultor Jurídico, o comentário feito sobre Wanessa, em especial, teve o agravante de ferir os valores da família e de “ignorar a condição de casada” da cantora.

“Por óbvio, a glosa televisiva do Réu não expressou, apenas, mau gosto da pior espécie, incompatível com o que se possa razoavelmente rotular de verdadeiro e saudável humorismo”, dizem os advogados do casal.

A cantora afirma que, caso vença, o dinheiro que receber do processo, será doado para instituições de caridade.

A coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo publicou que Rafinha Bastos se reuniu na última quarta-feira com Diego Guebel, fundador da produtora do CQC em São Paulo, a Cuatro Cabezas.

De acordo com a publicação, na ocasião, Guebel teria pedido para Bastos pensar melhor antes de se decidir definitivamente sobre o já anunciado pedido de demissão.

Tanto a Band quanto a produtora argentina têm o interesse comum em manter Rafinha na grade da programação da emissora.

A estratégia de manter Rafinha o menos em evidência possível com o corte de suas aparições no CQC seria para abafar a repercussão criada pelas últimas piadas do humorista.

Para isso, ele teria de parar por algum tempo de fazer piadas pesadas e retirar seu pedido de demissão.

Ontem, em seu twitter, o humorista postou uma foto irônica sobre seu pedido de demissão à Band, em que aparece procurando emprego em um jornal especializado.

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Cidade Mundial Terá Capacidade para 150 Mil Fiéis

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A Igreja Mundial do Poder de Deus está se preparando para inaugurar um dos maiores templos do Brasil, se não um dos maiores do mundo.

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(Foto: Igreja Mundial do Poder de Deus)

A Igreja Mundial do Poder de Deus está se preparando para inaugurar um dos maiores templos do Brasil, se não um dos maiores do mundo.

A “Cidade Mundial”, construída na cidade de Guarulhos, Grande São Paulo, tem 240 mil metros quadrados e capacidade para receber 150 mil pessoas – mais do que o estádio do Maracanã, cuja capacidade está por volta das 90 mil pessoas.

De acordo com o periódico paranaense O Diário, a obra está localizada próximo ao Aeroporto Internacional de Guarulhos e está sendo erguido com a ajuda dos fiéis com contribuições especificamente direcionadas ao empreendimento (veja baixo).

Um dos templos da Mundial, localizado no bairro do Brás em São Paulo, com capacidade para 10 mil pessoas, foi interditado pela prefeitura da capital para que sejam realizadas reformas de forma que possa comportar com segurança esse número de pessoas.

A inauguração de Guarulhos chega em boa hora, já que a sede passará por reformas e o templo que está sendo construído em Santo Amaro ainda não está pronto.

Na semana passada, o fundador da igreja, apóstolo Valdemiro Santiago, revelou que gasta mensalmente R$30 milhões com as construções, com os programas de TV “sem contar com os aluguéis de 4.500 templos”. Ele pediu contribuições dos fiéis para a manutenção das obras da Igreja Mundial.

Segundo a publicação, com a construção da Cidade Mundial, Valdemiro diz que está realizando um sonho. “Esse é um sonho meu, ter um lugar para colocar uma multidão para glorificar a Deus”, diz Valdemiro, emocionado no vídeo que fala sobre a grandiosa obra.

Martelo da Justiça

A Igreja Mundial vem oferecendo aos fiéis um martelo divino que teria poderes para quebrar as “pedras do caminho”. Estes obstáculos são apontados como o desemprego, dívidas, vícios em jogo de azar e ‘marido com amante’.

O objeto sagrado está sendo enviado pelo correio mediante a oferta de R$ 1.000, conforme anúncio na TV .

O site da igreja informa que a arrecadação está sendo destinada para a construção da Cidade Mundial, em Garulhos, na Grande São Paulo.

A igreja justificou a oferta do martelo com um trecho da Bíblia que diz em Jeremias 23:29: “Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiuça a pedra?”

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Festa de abertura reúne seis mil atletas

 

Cerimônia de abertura segue o figurino tradicional: danças típicas do país-sede e muitos fogos de artifício

 

Fogos de artifício no Omnilife Stadium anunciam o início da abertura dos Jogos Pan-Americano de Guadalajara. <a href='http://www.band.com.br/esporte/panamericano/noticia/?id=100000462295' target='_self'><b><u>Leia mais</u></b></a>

 

Hugo Hoyama carrega a bandeira do Brasil durante a festa de abertura / Cris Bouroncle/AFPHugo Hoyama carrega a bandeira do Brasil durante a festa de aberturaCris Bouroncle/AFP

Da Redação, com Lancepress [email protected]

Como manda o manual de toda grande festa de eventos esportivos mundiais, Guadalajara abriu na noite desta sexta-feira o Pan-Americano de 2011 com uma cerimônia que exaltou a cultura do país, utilizando elementos que representam a natureza, como a agave tequilana (planta da qual é extraída a tequila) aliados à coreografias marcantes do povo mexicano, que trajavam vestimentas referentes aos seus costumes tradicionais.

O evento contou com a participação de seis mil atletas e começou com a contagem regressiva, que foi "cantada" de forma efusiva pelos presentes no Estádio Omnilife. Passados os 30 segundos, uma queima de fogos animou os presentes e anunciou a entrada de Vicente Fernández, cantor popular mexicano de grande prestígio no país. Após o hino, Fernández seguiu interpretando outras músicas, acompanhado por mariachis e bailarinos que rodeavam o palco principal comandando cavalos.

Feito em ordem alfabética, o desfile das delegações foi iniciado pelos argentinos. Comandados por Hugo Hoyama, recordista de ouros em Pans, com nove, os brasileiros entraram no estádio com trajes referentes ao calçadão de Ipanema (em verde, amarelo e azul) e com bandeiras do Brasil e do México nas mãos.

Os mexicanos, por serem os donos da casa, entraram por último. Antes, eles foram homenageados pelos venezuelanos, que se abaixaram em saudação ao país sede. Com sombreiros e muita animação, o México fechou a "marcha", para delírio do público.

Após o show, iniciaram-se os procedimentos oficiais, com discursos do governador de Jalisco, Emilio Gonzalez Marquéz, do presidente da Odepa, Mario Vazquez Raña, e do presidente do México, Felipe Calderón. Alberto Rodriguez, medalhista de ouro no Pan no raquetebol, e Rosa Maria Tovar, árbitra de taekwondo, fizeram os juramentos oficiais.

O espetáculo foi retomado com uma performace tecnólogica e com exaltação a Frida Kahlo, artista mexicana que marcou seu nome na história da pintura.

Fechando a festa, a campeã mundial e olímpica Paola Espinosa acendeu a pira pan-americana e deu início oficial aos XVI Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.