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Estatuto da Juventude É Aprovado Após Consenso entre Evangélicos e Defensores da Causa Gay

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Depois de muita discussão, evangélicos e defensores da causa LGBT chegaram a um consenso sobre o texto final e aprovaram na tarde desta quarta-feira (5) o substitutivo que cria o Estatuto da Juventude.

Foi incluída no texto a expressão “respeitando a diversidade de valores e crenças”, após negociação com a bancada evangélica. A principal polêmica estava no artigo que previa a inclusão de temas relacionados à sexualidade nos currículos escolares. Para parlamentares ligados às igrejas, o texto deveria respeitar também “valores da sociedade”, de acordo com o Correio do Brasil.

Em declaração à publicação, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos (PSDB-GO), afirmou: “não vemos nenhum problema em ter aulas de educação sexual nas escolas”. Para ele, a atual forma contempla as reivindicações de cada movimento.

A proposta do Estatuto da Juventude define os direitos específicos para jovens na faixa de 15 a 29 anos, além de estabelecer diretrizes para o Poder Público criar e organizar políticas para essa idade. Entre os benefícios previstos, estão a meia-entrada em eventos culturais e esportivos e a gratuidade no transporte público.

De acordo com a relatora do projeto, Manuela D’ávila (PCdoB-RS), a quarta-feira foi um dia histórico para a Câmara dos Deputados pela atuação das duas frentes parlamentares.

De acordo com a Correio do Brasil, a deputada afirmou ser a “primeira vez” que se chega a um acordo garantindo a liberdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros e também a liberdade de credo. “Viramos uma página, a página da intolerância recíproca”, completou.

Entre os benefícios da proposta do Estatuto da Juventude está a concessão de meia-entrada para jovens estudantes de até 29 anos e transporte público para estudantes até a mesma idade.

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Instituto Urge Religiosos a Apoiarem os Homossexuais

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

O instituto religioso, dedicado à saúde sexual, educação e justiça, convida os religiosos da América a se pronunciarem em apoio ao grupo LGBT em reconhecimento ao Dia Nacional do “Coming Out (Sair do Armário)” no dia 11 de outubro, nos Estados Unidos.

Segundo a publicação americana God Discussion, o motivo é o recente suicídio do adolescente Jamey Rodemeyer, de 14 anos que foi sujeito ao bullying brutal. Antes de morrer Rodemeyer fez um vídeo de motivação aos outros adolescentes gays e urgiu uma ação para resolver a situação do bullying.

“Todos nós adolescentes e jovens adultos que são gays, lésbicas, bissexuais, ou transexuais em nossas congregações, muitos que estão sofrendo em silêncio e estão em risco”, observou a Rev. Debra W. Haffner, diretora executiva do Instituto Religioso.

Segundo o Instituto, um estudo encontrou que 14% dos adolescentes em comunidades religiosas se identificam com algo diferente de heterossexual. Quase nove em dez deles não tem sido abertos sobre sua sexualidade, diz o estudo, e seis em dez religiosos de denominações religiosas tradicionais apoiam a inclusão total e aceitação de pessoas LGBT.

“Nós sabemos que por mais de trinta anos que pelo menos um terço de todos os suicídios para os adolescentes são de jovens gays”, aponta Haffner.

Haffner alega que o fato de que eles estão morrendo é porque os líderes não estão se pronunciando sobre eles. Ele urge que todos se façam a pergunta:

“A juventude LGBT em sua comunidade religiosa sabe que você os dá boas vindas? O que você tem feito para se assegurar que esses jovens sabem que eles são amados e apoiados, para demonstrar que você entende que eles, também, são filhos de Deus?”

O Instituto Religioso criou recursos de adoração em apoio ao National Coming Out Day que incluem leituras responsivas, orações e litania de oração, disponibilizados no sitehttp://www.religiousinstitute.org/lgbtqworship ou educação religiosa nowww.religiousinstitute.org/resources.

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Silas Malafaia Participará de Audiência Sobre Dia do Orgulho Hétero

 

 

Foto - Silas Malafaia

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Silas Malafaia estará presente na audiência pública no dia 18 de outubro para discutir o projeto que institui o Dia Nacional do Orgulho Heterossexual, que seria comemorado no terceiro domingo de dezembro, de acordo com informações do G1.

O Pastor da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo figura um dos líderes mais ativos na questão do embate entre evangélicos e defensores da causa gay e agora dá apoio no pronunciamento da causa heterossexual.

Outros líderes da comunidade evangélica, assim como representantes da comunidade LGBT, terão presença na audiência, que será realizada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

O autor da proposta é o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Segundo Cunha, em declaração ao G1, “daqui a pouco os heterossexuais se transformarão pela propaganda midiática em reacionários e nós queremos ter nossa opção pela família sendo alardeada com orgulho”. O deputado afirma ainda que o objetivo do projeto é garantir “a livre manifestação das famílias”.

Cunha se disse contrário à transformação do combate à discriminação em ideologia.

O projeto apresentado por Cunha que institui o Dia do Orgulho Heterossexual sofreu alguns reveses. Ele foi devolvido pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), no dia 13 de julho.

No dia 2 de agosto, Cunha apresentou recurso que ainda passará por votação no plenário da Câmara em que afirma que “a apresentação de proposições legislativas constitui direito” do parlamentar.

A Mesa utilizou a Lei 12.345, de 9 de dezembro de 2010 como argumento para devolver o projeto. Segundo a lei, “a instituição de datas comemorativas que vigorem no território nacional obedecerá ao critério de alta significação para os diferentes segmentos profissionais, políticos, religiosos, culturais e étnicos que compõem a sociedade brasileira”.