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Israel: sem rio, lago ou mar, judeus oram à beira de piscina

06 de outubro de 2011 • 17h00 atualizado às 17h00

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Judeus ultra ortodoxos rezam junto a uma piscina de plástico cheia de peixes durante o ritual de Tashlich, em que expiram seus pecados, na cidade israelense de Bnei Brak. A celebração antecede o Yom Kippur  Foto: EFE

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Martelo da Justiça é a nova bugiganga posta a venda pela Igreja Mundial

MARTELO DA JUSTIÇA

 

Foto - Martelo da Justiça

A Igreja Mundial do Poder de Deus, de Valdemiro Santiago colocou à disposição dos fiéis um martelo divino para quebrar as “pedras do caminho”, conhecido como martelo da justiça. Membros da igreja afirmam que seu objetivo é “quebrar as pedras do caminho”.

O objeto sagrado está sendo enviado pelo correio a quem fizer a “ofertinha” de R$ 1.000, conforme anunciou na TV um pastor. O site da igreja informa que a arrecadação será destinada para a construção da Cidade Mundial, em Guarulhos (SP)

A igreja usou um trecho da Bíblia para justificar a oferta do martelinho. Diz Jeremias 23:29: “Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiuça a pedra?”

Na prateleira de produtos divinos da igreja de Valdemiro Santiago há, além do martelinho, meias e toalhinhas. A promoção das meias acabou recentemente. O par estava sendo “ofertado” por R$ 153

Data: 6/10/2011 08:57:09
Fonte: Bastidores Gospel

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Chegou o momento da "Primavera Palestina", diz Abbas a europeus

 

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, pediu nesta quinta-feira aos líderes europeus que reconheçam a Palestina como Estado pleno de direito e que não há um momento melhor do que o atual para tanto.

Entenda a tentativa palestina de se tornar membro efetivo da ONU

Falando ao à assembleia parlamentar do Conselho da Europa, com 47 países membros, Abbas pediu ainda que os países da região deem apoio ao processo que chamou de "Primavera Palestina", se referindo à busca do povo palestino de ser reconhecido como Estado membro na ONU.

"Vocês apoiaram a Primavera Árabe que buscava democracia e liberdade", disse Abbas. "Agora a Primavera Palestina chegou, pedindo liberdade e o fim da ocupação [de Israel]. Nós merecemos o apoio de vocês".

O líder da ANP afirmou que, apesar das "tentativas de provocação pelo lado de Israel", os palestinos não iriam tomar o caminho do extremismo.

Abbas reiterou a exigência de que Israel coloque um fim à política dos assentamentos para que as negociações diretas de paz sejam retomadas, e criticou a demanda de Benjamin Netanyahu, premiê israelense, de ser reconhecido como um Estado do povo judeu.

"O que torna as coisas ainda mais complicadas é o fato de que o governo de Netanyahu está insistindo em colocar condições novas e impossíveis sem base em termos de referência pela paz ou resoluções internacionais", afirmou.

Seth Wenig/Associated Press

Premiê de Israel, Binyamin Netanyahu (esq.) e líder palestino, Mahmoud Abbas, "duelaram" na ONU em setembro

Premiê de Israel, Binyamin Netanyahu (esq.) e líder palestino, Mahmoud Abbas, "duelaram" na ONU em setembro

"A demanda de que os palestinos reconheçam Israel como um Estado judeu é uma condição inaceitável, porque há um risco de isso faça com que o atual conflito em nossa região se torne um destrutivo conflito religioso", alertou.

O discurso de Abbas reiterou o anúncio feito diante da Assembleia Geral da ONU em setembro de que ele havia entrado com o pedido de reconhecimento da Palestina como Estado pleno membro do órgão, apesar da forte oposição de Israel e dos Estados Unidos.

UNESCO

Na quarta-feira, os palestinos deram mais um passo rumo ao ingresso na Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), quando seu conselho executivo respaldou o pedido de adesão plena do Estado palestino à agência da ONU. Os EUA criticaram a medida, argumentando que tal decisão é incoerente com o pedido em curso no Conselho de Segurança, que ainda está sob análise.

A chancela da Unesco, uma das mais importantes agências das Nações Unidas, com sede em Paris, pode conceder mais peso ao pedido de ingresso palestino à ONU como Estado pleno, que atualmente está sendo discutido no Conselho de Segurança da entidade.

O pedido foi aprovado por 40 dos 58 membros do conselho executivo da Unesco, repassando o tema para a próxima etapa –a votação pelos 193 países-membros do organismo, no dia 25 deste mês.

Fortemente rejeitada pelos EUA e Israel, que acusam os palestinos de quererem isolar os israelenses ao angariar apoio mundial para a criação de seu Estado, a pressão diplomática vem avançando.

Abbas já tem em curso um pedido de ingresso à OMC (Organização Mundial do Comércio) e recebeu nesta semana o status de "parceiro" no Conselho da Europa, o principal órgão de direitos humanos do bloco europeu.

Editoria de Arte/Folhapress