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La Alianza Evangélica denuncia la mala salud de la Libertad religiosa en España

 

La Alianza Evangélica denuncia la mala salud de la Libertad religiosa en España

Pide a los partidos políticos españoles que consideren en sus programas electorales esta situación.

03 DE OCTUBRE DE 2011, MADRID

La Alianza Evangélica Española  denuncia en un Comunicado hecho público hoy “el actual empeoramiento de la falta de libertad de religiosa en España”, que se ha visto agravado por la situación de los lugares de culto en los últimos meses”.
La situación actual, afirma la AEE, ha creado entre los ciudadanos evangélicos españoles “un ambiente de enorme malestar, sensación clara de discriminación y falta de confianza en la preocupación por esta faceta de los derechos humanos en la actuación de los partidos políticos (especialmente PP y PSOE)” .
PANORAMA GENERAL
Esta situación actual, que afecta especialmente a los lugares de culto, la enmarca la AEE en un marco amplio. Entiende la entidad evangélica que España realizó la transición política desde el nacional-catolicismo pero sin lograr un proceso equivalente hacia la pluralidad religiosa y de creencias . “Basta ver el uso del término “la” Iglesia para referirse a la Iglesia católica, como si no existiese ninguna otra, incluso en los medios de comunicación más defensores del laicismo y la aconfesionalidad del Estado”.
Para la AEE esta realidad se manifiesta en multitud de aspectos que “de hecho crean diferencias entre los ciudadanos españoles católicos y los no católicos; especialmente con los de confesiones religiosas distintas a la tradicional en España”.
A la hora de analizar responsabilidades consideran que “en la falta de normalidad del pluralismo religioso en nada ha ayudado la propia jerarquía católico-romana española” , que entienden que se ha preocupado más de mantener sus prebendas que del trato justo de todas las personas.
Pero considera que una parte de culpa recae en el enfrentamiento y la polarización de los dos partidos mayoritarios (PP y PSOE)  que “en nada ha favorecido este proceso”. En el PP consideran que arrastra aún condicionantes y dependencias de la jerarquía católica, y en el PSOE ven dos razones de signo contrario. “Una, un laicismo mal entendido –muy especialmente en esta última legislatura de Gobierno- que lleva a no dar opción a la participación de las confesiones en la vida pública como si la única moral posible fuese la no religiosa. Y la segunda, el temor a tomar decisiones en cuestiones como los funerales de Estado no monoconfesionales”.
LUGARES DE CULTO
En este contexto, explica la AEE, “se produce la actual alegalidad o trato claramente discriminatorio de los lugares de culto no católicos” ; ya que por un lado los templos católicos reciben un absoluto trato de favor ignorando prácticamente cualquier requerimiento legal. Y por otro los lugares de culto no católicos quedan sin legislación específica alguna, “pero con la posibilidad real de que se les considere equivalentes a restaurantes o discotecas, o se les aplique legislaciones irracionales como en Salt”.
Recuerdan que en algunas autonomías como Madrid y Cataluña (“pero no las únicas”) se les aplica y exige esta normativa e incluso “el capricho de quienes gobiernan de uno u otro signo político”. Esto, concluyen, ha llevado a un malestar y sentimiento de trato absolutamente injusto que está haciendo que se movilice el pueblo evangélico en España.
ACTUACIONES
Por ello, anuncian su apoyo, “como ya hemos hecho en el pasado, a las iniciativas que demanden el cumplimiento de la Constitución, de que todos los españoles somos iguales ante la ley sea cual sea nuestra confesión religiosa”.
También explica la AEE que mantiene informada permanentemente a la representación de la Alianza Evangélica Europea en la sede de la UE en Bruselas , “sin descartar medidas políticas o legales si llegasen a ser precisas”.
Finalmente, en pleno periodo electoral y de confección de los programas de cada partido, piden “de la manera más respetuosa y enérgica posible a los partidos políticos que incluyan en sus programas electorales estos aspectos prácticos de libertad e igualdad religiosa, comprometiéndose a llevarlos a cabo”.

Fuentes: AEE

© Protestante Digital 2011

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Pastora é presa por agressão a enteada de 3 anos no Macapá

 

Uma pastora evangélica de 36 anos foi presa na manhã da última quarta-feira acusada de agredir fisicamente sua enteada de 3 anos no bairro Infraero, Macapá (AP). A Polícia Militar chegou à residência após denúncia de uma vizinha e encontrou a criança com hematomas nas costas e cabeça.

A polícia acredita que os machucados tenham sido causados por cordas e fivela de cinto. Além dos hematomas, foram encontradas marcas de arranhões pelo pescoço de criança. De acordo com a vizinha, a violência era recorrente e há suspeita de que as duas filhas da acusada, uma de 18 e outra de 12 anos, também tenham participado das agressões.

Claudia Gomes foi presa por volta das 10h e encaminhada para o 2º Batalhão de Polícia Militar da cidade. Seu marido, que não teve a identidade revelada, garantiu que, por trabalhar o dia inteiro fora de casa, não percebeu nada de errado com a filha. A mãe da criança mora em Belém (PA).

A acusada foi encaminhada para a Delegacia de Crimes contra a Mulher, onde foi autuada por lesão corporal e maus tratos. Como não teve condições de pagar a fiança estabelecida pela delegada, Claudia foi encaminhada para uma penitenciária da cidade.

O caso deve ser enviado à Justiça, que decidirá o destino da criança. De acordo com a polícia, o pai da vítima chegou a pedir para que a delegada não registrasse a ocorrência contra sua mulher e disse que não pretendia se separar dela.

Data: 3/10/2011 08:07:53
Fonte: Terra

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MUÇULMANOS IMPORTADOS

 

Religiosos de São Paulo recrutam lideres para acompanhar crescimento

Crescimento da religião no Brasil faz com que mesquitas do interior paulista recorram a xeques de países africanos.

Ao lado de uma típica praça do interior paulista, o templo branco bem poderia se passar por uma paróquia não fosse a meia-lua, que remete ao islã, no alto da torre.

Em uma sexta-feira, 1, ao meio-dia, momento de uma das orações diárias na mesquita de Barretos (423 km a noroeste de São Paulo), árabes e brasileiros tiram os sapatos e ajoelham-se em direção a Meca.

Para quem só fala português, as palavras proferidas em árabe na khutba (sermão) do xeque egípcio Abdo Ghani, 47, parecem incompreensíveis por 20 minutos.

Depois, o advogado e presidente da mesquita, Girrad Sammour, 31, com roupas comuns, fica em pé e, em dez minutos, resume o sermão, dessa vez em português.

Pela falta de líderes religiosos, a comunidade muçulmana do Brasil tem "importado" xeques de países africanos.

Vivem hoje no Brasil cerca de 50 xeques estrangeiros, a maioria deles proveniente da África (Egito e Marrocos), de acordo com o CDIAL (Centro de Divulgação do Islã para a América Latina).

E o cuidado em se fazer entender leva à busca de xeques de Moçambique, país que fala português e que tem parte da população muçulmana.

Dos 50 xeques, 8 são daquele país. A importação de líderes de língua portuguesa cresceu há quatro anos, diz Ziad Ahmad Saifi, vice-presidente do CDIAL.

A vinda de xeques visa atender à demanda crescente de seguidores do islã. Segundo o CDIAL, 20 anos atrás, existiam cerca de 40 centros muçulmanos de oração no país, número que incluía 18 ou 19 mesquitas.

Hoje são 150 pontos de oração, 60 deles mesquitas. Não há dados recentes do IBGE, mas o Censo de 2000 apontou 27.239 muçulmanos no país -para o CDIAL, hoje já há 1,5 milhão de seguidores.

BRASIL NA TV

Vizinha a Barretos, a mesquita de Colina recebeu em agosto o xeque moçambicano Yussufo Ahmad Omar, 34.

Na mussala (centro de oração) em Guaíra, cidade próxima, está o xeque Tawakl Avelino, de Moçambique.

Enquanto Avelino ficará só por mais alguns meses, Omar deve prolongar sua permanência em Colina e já se prepara para trazer a mulher Madalena e o filho Kamil, de um ano de idade.

O que Omar sabia do Brasil vinha da TV, de programas de auditório transmitidos pela Record Internacional.

Ao chegar ao Brasil, porém, conta ter sofrido com a burocracia no aeroporto. No ônibus até Colina, foi parado por policiais após denúncia anônima da presença de traficantes internacionais.

Mas a má impressão inicial logo se dissipou, conta. "Aqui se aceita todo ser humano, o que não há às vezes em outros países. Vejo aqui aquele sorriso que eu via na TV."

A conversa da Folha com Abdo Ghani, do Egito, precisou da ajuda de tradução. Há dois anos em Barretos, ele arrisca apenas poucas palavras em português: "obrigado" e "fala muito rápido", referindo-se à língua local.

Com sorriso largo, Ghani mostra-se já adaptado ao Brasil. Corintiano, diz assistir pela TV aos jogos de campeonatos de futebol do país.

Data: 3/10/2011 08:30:38
Fonte: Folha de São Paulo