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Fundador da Maior Igreja Evangélica do Mundo Acusado de Desvio de Recursos

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A justiça da Coreia do Sul abriu investigação sobre o fundador da maior igreja evangélica do país.

Paul Yonggi Cho, fundador da Igreja do Evangelho Pleno, em Seul, na Coréia, está sendo acusado de desviar milhões de dólares para socorrer o filho.

Vinte e nove líderes do Igreja do Evangelho Pleno, em Seul, pediram a abertura de um inquérito contra Cho, suspeito de desviar 14,6 milhões de euros.

“Reunimos provas suficientes sobre a má gestão dos fundos da igreja e continuaremos a lutar no tribunal”, disseram os líderes da igreja em um comunicado. O pastor Cho rejeita estas acusações, que classifica de “campanha de difamação”.

Paul Yonggi Cho é o fundador e pastor titular da Yoido Full Gospel Church em Seul, Coreia, conhecida como a maior igreja do mundo, com mais de 450 mil membros engajados em cerca de 25 mil células nos lares.

Yonggi Cho começou sua carreira eclesiástica como intérprete de missionários norte-americanos em 1958 e iniciou com pregações em bairros pobres de Seul. Pregava inicialmente para poucas pessoas, mas logo o número de membros de sua igreja foi aumentando.

Nesta época também implantou uma estratégia de evangelismo na forma de reuniões eclesiásticas nas casas dos membros, o que fez com que a igreja crescesse bastante. Era a ideia da igreja em células, conceito hoje amplamente conhecido e mundialmente aplicado pelas igrejas evangélicas.

Através de seus livros, divulgou amplamente o sistema das células, inspirando o colombiano César Castellanos a criar o movimento conhecido como G12.

Palestrante conhecido mundialmente, é autor de vários livros, entre eles Viva na Quarta Dimensão: em um Mundo de Terceira Dimensão; e o Espírito Santo, Meu Companheiro.

As ramificações da Igreja do Evangelho Pleno espalhadas pelo país contabilizam 800 mil membros.

A Coreia do Sul é o país da ásia Oriental com a maior comunidade cristã. O país tem 8,6 milhões de protestantes e 5,1 milhões de católicos, enquanto 10 milhões de sul-coreanos são budistas.

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Americana sai da sala de cirurgia plástica com seios unidos

 

DE SÃO PAULO

Uma norte-americana de Los Angeles, na Califórnia, teve os seus seios grudados durante uma cirurgia plástica e agora se engaja em uma campanha de alerta contra os perigos de se recorrer aos serviços de um cirurgião plástico não credenciado.

Dinora Rodriguez, 40, conta que queria recolocar os implantes nos seios, mas o médico acabou unindo os dois –para ver a imagem, clique aqui.

Além de comprometê-la visualmente, a americana sente dores no corpo desde que se submeteu à operação. Ela também teve os nervos e os músculos da região danificados.

O médico também mexeu nas pálpebras da americana sem autorização, e ela não consegue fechá-las mais. Segundo outros cirurgiões consultados, ela terá que se medicar para manter os olhos lubrificados.

"Não sabia que tinha de checar as qualificações do médico, e me arrependo disso", comentou. A campanha da americana é apoiada pela Câmara Americana de Cirurgia Plástica.

As informações são da versão on-line do jornal "Daily Mail" desta terça-feira.

Reprodução

Dinora Rodriguez teve os seios unidos

Dinora Rodriguez teve os seios unidos

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Igreja protestante sofre ataque durante culto

 

Um homem-bomba atacou uma igreja protestante no centro da Indonésia, província de Java, no domingo, dia 25 setembro. O ataque feriu vinte pessoas e matou um, segundo informações da polícia e das autoridades.
“Podemos confirmar que houve um ataque suicida na Igreja Betel Injil às 10:55”, disse um porta-voz da polícia da província da Java Central. O hospital e outros funcionários mais tarde disseram que até 27 pessoas ficaram feridas no ataque.
A polícia e outros funcionários do governo haviam dito que duas pessoas foram mortas, mas depois retificaram e esclareceram que a única pessoa que morreu era o homem-bomba.
O ministro de coordenação para assuntos políticos, legais, e de segurança, Djoko Suryanto, disse que as autoridades irão analisar as imagens do circuito fechado de câmeras da Igreja para identificar o homem-bomba.
Não existem provas concretas de que algum grupo terrorista estava por trás do ataque, mas suspeita-se do líder muçulmano radical Abu Bakar bashir, que foi preso por 12 anos acusado de financiar um grupo terrorista que planejava ataques contra ocidentais e líderes políticos
Além disso, as igrejas cristãs tem sido alvo de militantes islâmicos que se opõem à propagação do cristianismo no país e desejam estabelecer as leis islâmicas em várias partes do país mais muçulmano do mundo.
Confrontos entre muçulmanos e cristão teriam matado mais de 9 mil pessoas na Indonésia entre os anos de 1999 a 2002.
Tradução: Lucas Gregório

Data: 27/9/2011 08:46:46
Fonte: Portas Abertas