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Turba de musulmanes atacan iglesia pentecostal

 

La iglesia United Pentecostal Churc de Pakistán, fue atacada el último domingo por una turba de musulmanes radicales que impidieron la celebración del Domingo de Ramos.
Cientos de cristianos reunidos tuvieron que dispersarse y muchos fueron perseguidos, golpeados y maltratados. Sin embargo la policía no ha detenido a ningún musulmán, pero sí a doce cristianos.
Eric Isaac, pastor de la iglesia, era el blanco de los extremistas, porque había exigido la liberación de Mushtaq Gill y de su hijo, Farrukh Mushtaq Gill, arrestados el 16 de abril bajo falsas acusaciones de blasfemia.
Sin embargo, el pastor logró huir, entonces los musulmanes tomaron a un anciano de la comunidad, Anwar Khok, y a su hijo. Durante horas les retuvieron y golpearon, diciendo que sólo les dejarían ir “a cambio del pastor”. La Agencia Fides informa del testimonio de testigos oculares, que hablan de una “comunidad cristiana aterrorizada”.
“En los recientes incidentes está claro que la policía es cómplice de los agresores, ya que ha arrestado a los cristianos, víctimas de los ataques”, dice a la Agencia Fides, Haroon Barkat Masih, Director de la Fundación Masishi, que se encarga de la defensa de los cristianos perseguidos, incluida Asia Bibi.
La Fundación Masishi, ha informado que Arif Masih, el cristiano detenido en Faisalabad bajo falsas acusaciones de blasfemia, ha sido puesto en libertad y los cargos en su contra han sido eliminados.
La Fundación, ha presentado a la policía 50 personas, todos musulmanes, que han testificado a favor de Arif, negando las acusaciones contra él. Los testigos fueron amenazados con armas por un grupo de radicales que querían impedirles hacer declaraciones en favor de Arif, que ahora se encuentra con su familia en un lugar secreto porque su vida corre un grave peligro.
Fuente: Noticia Cristiana

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Partes da Fonte Nova serão souvenir na beatificação de Irmã Dulce, na BA

18/05/2011 16h01 – Atualizado em 18/05/2011 16h03

 

Dois mil pedaços originais do estádio serão doados às Obras Sociais.
Entrega oficial dos souvenirs acontece às 10h desta quinta-feira

Do G1 BA

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Souvenir fonte nova (Foto: Reprodução/TVBA)Cada souvenir mede aproximadamente 6 cm
(Foto: Divulgação/ Assessoria)

Dois mil pedaços originais do antigo estádio da Fonte Nova serão doados nesta quinta-feira às Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), para serem comercializados como souvenirs durante a cerimônia de beatificação da freira, no próximo domingo (22), em Salvador.

A entrega oficial dos souvenirs acontece às 10h desta quinta-feira, na sede da Osid, no Largo de Roma.

Entre os participantes da cerimônia estão a Fonte Nova Negócios e Participações (FNP), a Secretaria Estadual para assuntos da Copa Fifa 2014 (Secopa), as Voluntárias Sociais.

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Ex-crente assume ser ateu e revela processo de autoconhecimento

19/05/2011 – 12h00

 

da Livraria da Folha

Divulgação

Bastidores de instituições religiosas e o seu processo missionário

Bastidores de instituições religiosas e o seu processo missionário

"Sou um ateu". É a conclusão que o jornalista Fábio Marton chegou. Esse tipo de depoimento ainda causa certo reboliço em algumas praças, só que no caso dele, ganha ares dramáticos quando revela sua história.

"Ímpio" é a infância, a reflexão e a consequência de sua vida. Marton, assim como outras crianças, tinha seus gostos e charmes da idade, mas não bastasse ser esperto, brincalhão ou afetuoso, ele se via obrigado a praticar sua fé para agradar e conquistar a família.

De um ponto de vista muito particular –de uma criança que torna-se um adulto–, o leitor tem a oportunidade de testemunhar a influência da religião em seu cotidiano, e como da observação e amadurecimento, o autor enfrenta medos e resolve entrar em acordo com ele mesmo, em conseguir declarar o que pensava, mesmo que despertasse o desgosto de pessoas próximas e amigas.

Arte

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O jornalista faz de sua vida uma grande reportagem. Sem ser apelativo ou caricato, busca oferecer ao leitor informações vistas e vividas sobre exorcismos, pregações e testemunhos de pastores que somente por meio da fé curavam diversas enfermidades, e as razões por ter associado o termo "ímpio" à sua vida, que perpassa pelo sentido de não se dignar –e mesmo desprezar– fanatismos religiosos e suas inconsequentes empreitadas profanas que violentam o interior de cada um.

"Ímpio" é um livro escrito por um ateu assumido. É um livro sobre fé, preconceitos, medos e coragens. É sobre autoconhecimento. E vale para qualquer um, tenha sua religião ou não.