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Silas Malafaia apoia PSD o novo partido de Gilberto Kassab

 

Publicado por: Redação G.Maior em sábado, 16 abril 2011Sem Comentário

Silas Malafaia

Segundo informações do blog Radar Online da Revista VEJA o pastor Silas Malafaia será um dos apoiadores do PSD, o novo partido fundado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Nas eleições presidenciais Silas Malafaia havia primeiramente aberto seu voto para a canditada Marina Silva mas trocou de opinião e apoiou José Serra. Além dele, Samuel Malafaia, seu irmão e deputado estadual no Rio de Janeiro, já está deixando o PR para entrar na nova sigla. De acordo com o blog a péssima relação entre Silas e Anthony Garotinho foi fundamental para a decisão.

A aproximação entre Silas Malafaia e Kassab chama a atenção pois o pastor já entrou em conflito com Kassab ao criticar a prefeitura de São Paulo após o fechamento da Igreja Mundial do Poder de Deus em janeiro de 2010.

Fonte: Gospel+

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França proibirá oração nas ruas de Paris e Marselha

 

Publicado por: Redação G.Maior em sábado, 16 abril 2011Sem Comentário

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Depois de entrar em vigor a Lei da Burca, que multa mulheres que cobrirem o rosto em público, a França através do ministro do Interior, Claude Guéant, anunciou a probição de qualquer tipo de oração feita por qualquer credo nas ruas de Paris e Marselha. Essa lei já vigora na cidade de Nice. A lei foi anunciada depois do ministro comunicar os líderes religiosos do país.

A França tem buscado tomar medidas para a elaboração de um código de laicidade e liberdade religiosa para reafirmar o caráter laico da sociedade francesa.

A liberdade de culto é garantida, mas prometeu criar uma “comissão da liberdade religiosa” com integrantes eleitos pela população para fiscalizar as atividades religiosas no país.

Líderes muçulmanos criticam as medidas tomadas pelo governo e enchergam que elas tem a medita de proibir as práticas religiosas do islã. De acordo com seu credo, os mulçumanos oram cinco vezes por dia prostando-se a Meca, independente do local aonde estiverem.

Fonte: Gospel+

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Grupo islamita enforca italiano sequestrado em Gaza

 

15 de abril de 2011 | 13h 09

AE – Agência Estado

Um grupo islamita radical enforcou um ativista italiano horas depois de tê-lo sequestrado em Gaza, informou o Hamas hoje. O governo italiano afirmou que o ato foi um "bárbaro assassinato". O ativista pró-palestino foi encontrado enforcado numa casa ao norte da Cidade de Gaza, informou Hamas, que governa o território costeiro.

"A assessoria de imprensa do governo denuncia o sequestro criminoso e o assassinato de um ativista italiano solidário… que foi encontrado por forças de segurança numa casa abandonada no norte de Gaza". O Hamas disse que dois suspeitos do sequestro foram detidos e que oficiais de segurança estão procurando cúmplices.

O Movimento de Solidariedade Internacional, pró-palestino, informou que o ativista era Vittorio Arrigoni, de 36 anos, que viveu na Faixa de Gaza na maior parte dos últimos três anos. Em vídeo colocado no YouTube, os sequestradores disseram que Arrigoni fora capturado para garantir a libertação de um número não especificado de salafistas detidos pelas forças de segurança do Hamas, dentre eles Hisham al-Suedani, líder do grupo radical Tawhid wal Jihad.

Os sequestradores, que se identificaram como integrantes da Brigada do Valente Companheiro do Profeta Mohammed bin Muslima, disseram que matariam Arrigoni se suas exigências não fossem atendidas até as 11h (de Brasília) de hoje. "Se vocês não responderem rapidamente às nossas demandas, dentro de 30 horas vamos executar este prisioneiro", disseram. Não está claro se o refém foi morto antes do término do prazo.

O grupo Tawhid wal Jihad, sediado em Gaza, disse em comunicado hoje que o assassinato foi resultado da "repressão" do Hamas aos salafistas. Em comunicado, o grupo disse que embora tenha sequestrado e matado Arrigoni, "afirmamos que o que aconteceu é o resultado natural da repressão policial do Hamas e seu governo contra os salafistas".

"Nós e outros há tempos advertimos o governo do Hamas contra os riscos de agir tão perto da injustiça contra a tendência dos salafistas, a pedido da comunidade internacional. O Hamas foi tão arrogante que recusou-se a sequer ouvir", disse o grupo.

O porta-voz do governo do Hamas, Ihab al-Ghoussein, considerou o assassinato como "um crime hediondo que não tem nada a ver com nossos valores, nossa religião, nossos costumes e tradições" e disse que "outros membros do grupo serão caçados e a lei será aplicada".

Em Roma, o Ministério de Relações Exteriores da Itália denunciou "da forma mais forte o ato de violência vil e sem sentido cometido por extremistas que são indiferentes ao valor da vida humana". As informações são da Dow Jones.



Tópicos: Italiano, Gaza, Enforcamento, Islamitas, Hamas, Internacional, Geral