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Jornal Hoje incita criminalização da “homofobia”

 

Julio Severo

Em sua edição de 22 de março de 2011, o Jornal Hoje, da TV Globo, encenou um debate “democrático” sobre o PLC 122/06, que visa tornar crime toda e qualquer manifestação contra a homossexualidade. A reportagem foi exibida no quadro “Vai dar o que falar”, escolhendo as respostas do público na rua sobre a aceitação de prisão de cinco anos para crimes de “intolerância”.
No resultado seletivo, as opiniões do público ficaram divididas. O primeiro entrevistado disse que a lei tem que ser aprovada. O segundo afirmou ser contra o PLC 122, mas a favor de um trabalho para conscientizar as pessoas. Depois, a “reportagem” explicou como a lei pretende enquadrar os crimes “homofóbicos”, porém cometendo algumas graves omissões.

A reportagem iniciou com a cena pesada de um rapaz cometendo uma agressão contra um homossexual, usando a própria agressão como base para a aprovação do PLC 122. Mas a reportagem em nenhum momento explicou que essas e outras agressões já são punidas por lei. E também não mencionou que, muito além de crimes, o PLC 122 também visa punir opiniões. O público entrevistado em momento algum foi informado desses perigos.

Se a reportagem tivesse sido imparcial, mostraria também crimes cometidos por homossexuais. É sabido que todos os estupros de meninos cometidos por homens são crimes homossexuais. A Globo então poderia mostrar uma cena chocante e real de um menino de uns 6 ou 7 anos violentamente estuprado por um homem homossexual, e usar essa agressão sexual como base para igualmente incitar a aprovação de uma lei especial para proteger os meninos de predadores homossexuais.

Se vivemos de fato numa sociedade de igualdade, então por que ignorar os meninos? Entretanto, as necessidades dos meninos não têm tido espaço no jornalismo da Globo.
Essa é a segunda grande jogada do Jornal Hoje a favor do PLC 122. A primeira foi denunciada por mim aqui.

No último bloco da atual matéria global incitando a aprovação do PLC 122, a “reportagem” do Jornal Hoje entrevistou ao vivo, diretamente da Câmara dos Deputados em Brasília, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual do BBB, e o deputado João Campos (PSDB-GO), que é presidente da Frente Parlamentar Evangélica.
A Globo convidou seus telespectadores a acessarem seu site e votarem em uma enquete onde a pergunta é: “você é a favor da pena de cinco anos para crimes homofóbicos?”

De novo, a pergunta não explica para o público a realidade de que os crimes homofóbicos são também interpretados — por Marta Suplicy, PT e esquerdistas em geral — para incluir opiniões contrárias ao homossexualismo.

Por justiça, a Globo deveria também incluir a pergunta: “você é a favor da pena de cinco anos para quem criticar o homossexualismo?”

Para votar e assistir à reportagem tendenciosa, clique aqui.

Com informações do site homossexual A Capa.

Fonte: www.juliosevero.com

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Fim dos tempos: Sobe para 70 o número de mortos após terremoto em Mianmar

25/03/2011 – 07h18

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Ao menos 70 pessoas morreram e 100 ficaram feridas em consequência do terremoto de magnitude 6,8 que atingiu na noite de quinta-feira o leste de Mianmar e foi sentido em toda a península da Indochina, informaram as autoridades do país, indicando que este número provavelmente deve aumentar nas próximas horas.

A maior parte das mortes aconteceu em aldeias situadas na região nordeste de Mianmar, próxima à Tailândia, de acordo com funcionários da cidade fronteiriça de Tachilek citados pela rádio estatal tailandesa.

Além de Tachilek, também houve vítimas e edifícios derrubados em Mong Lin, Mang Pyak e Tarlay.

Neste último povoado, próximo ao epicentro, 20 pessoas morreram e 45 edifícios desmoronaram, incluindo os mosteiros de Fonekha, Naamkham e Parhlaing.

Também houve relatos de edifícios parcialmente destruídos em Mong Lin (133) e Tachilek (130).

Fontes militares birmanesas, por sua vez, indicaram que há entre as vítimas fatais pelo menos 17 soldados e civis que estavam em alojamentos do Exército situados nos arredores de Tachilek, um das passagens fronteiriças com a Tailândia.

Cerca de 40 feridos foram atendidos no hospital de Tachilek, onde as autoridades birmanesas estabeleceram o centro de resgate e de ajuda aos desabrigados.

Além disso, outra mulher morreu na província tailandesa de Chiang Rai após uma parede de sua casa desmoronar enquanto ela dormia.

A Mianmar TV elevou a 7 graus a magnitude do tremor, que pôde ser sentido em Bancoc (Tailândia), Hanói (Vietnã) e cidades do sul da China, a várias centenas de quilômetros de distância.

Editoria de Arte/Folhapress

O forte sismo causou um blecaute temporário na cidade fronteiriça tailandesa de Mae Sai, e alguns turistas deixaram seus hotéis e dormiram ao relento por temer réplicas em outras comunidades do norte do país.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que mede a atividade sísmica mundial, o epicentro foi localizado a dez quilômetros de profundidade e 82 quilômetros ao norte de Chiang Mai, a segunda maior cidade da Tailândia e um dos principais destinos turísticos.

O tremor ocorreu às 20h55 da hora local (10h55 de Brasília), 589 quilômetros ao nordeste da antiga capital birmanesa, Yangun, e 772 quilômetros ao norte de Bancoc.

O sismo ocorreu em uma região remota, montanhosa e pouco habitada que faz parte do chamado Triângulo de Ouro do tráfico de drogas, onde convergem as fronteiras de Mianmar, Laos e Tailândia.

Com Efe e France Presse

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Cristã é sequestrada e forçada a converter-se ao islamismo

PAQUISTÃO

 

     Em países islâmicos, a conversão ao cristianismo pode trazer graves consequências aos cristãos, principalmente às mulheres. Em 11 de março a agência Compass Direct Newsconfirmou o caso de uma cristã paquistanesa: a mãe de sete filhos foi sequestrada, estuprada e vendida em casamento em Lahore.
     Shaheen Bibi, de 40 anos, foi sequestrada por extremistas que tentaram lhe obrigar a converter-se ao Islã. Depois de ter recusado, ela foi drogada e afirma que quando acordou em Sadiqabad, os sequestradores informaram que ela havia sido vendida e dada em casamento.
     A cristã ainda recebeu ameaças de morte e de ter o seu corpo jogado no rio Sindh, caso seu pai, Manna Masih, não pagasse o resgate de 100.000 rúpias (1.170 dólares).
     Shaheen ainda relata que "eles disseram que eram muçulmanos, mas eu lhes disse que era uma mulher cristã, casada e com sete filhos, e por isso era impossível me casar com alguém, especialmente com um muçulmano."
     Por conta disso, Shaheen foi ordenada a se converter ao Islã, deram-lhe um tapete de oração e a obrigaram a orar sobre ele. "Ajoelhei, mas orei para Jesus me ajudar", relata a mulher.
      Cativeiro & Libertação
     Após mobilização da família, a polícia intensificou o cerco contra os sequestradores que tentavam fugir com ela para a possível venda. Perseguidos pelas forças de segurança, os raptores acabaram liberando a cristã.
     Shaheen Bibi disse que havia cerca de 10 outras mulheres em cativeiro com ela, algumas tiveram mãos e pernas quebradas por terem recusado serem entregues a casamentos.

Data: 23/3/2011
Fonte: Portas Abertas