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A verdade sobre a Shekinah

 

O vocábulo "shekinah" não aparece na Bíblia, ela foi introduzida em tempos posteriores por rabinos (a página 1183 da bíblia pentecostal reconhece isso).

“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Criador que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade” (II Pedro 1-2).

Falsas doutrinas dizem que "shekinah" é unção, glória do Pai ou do Espírito Santo, mas o Messias nunca usou esse termo.

Esse nome aparece em várias placas frente à lojas da Maçonaria, e segundo a Cabala, “shekinah” (LILITH) é a deusa inspiradora dos desejos sexuais masculinos através de sonhos eróticos.

Na realidade, “shekinah” é uma deusa muito antiga da mitologia hebraica e religião sumeriana a qual define como um demônio chamado Lilith, que em hebraico significa “CRIATURA DA NOITE”.

Também é conhecida como:

– Rainha dos dragões;

– Feminilidade interior;

– Estrela da manhã;

– Rainha dos céus.

A lenda hebraica conta que Lilith (“shekinah”) foi criada antes de Eva, porém Adão não a quis e por ela ser mandona foi expulsa do Édem e foi morar no Mar Vermelho, onde conheceu um poderoso demônio chamado Satanael e com ele teve muitos filhos, e assim passou a se chamar “A GRANDE MÃE DE TODOS OS DEMÕNIOS”.

A Shekinah não tem nada a ver com a Glória manifesta do Pai que os profetas e outros servos do Áltissimo tiveram experiências…

Cuidado!

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Bíblias são distribuídas em balões na Coreia do Norte

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Na Coreia do Norte, mais de 10 mil cópias da Bíblia foram distribuídas a Cristãos por meio de um balão, graças à iniciativa da organização ecumênica "International Christian Concern" (ICC), com sede nos Estados Unidos.

A ICC realiza atividades de monitoração, sensibilização eajuda às comunidades cristãs que sofrem perseguição no mundo, e a Coreia do Norte está entre eles. A entidade informou que pensou na utilização de balões para atravessar o território coreano por ser um dos confins mais militarizados do mundo: “é um dos países mais fechados, onde as perseguições são terríveis.

Segundo um relatório da ICC, a igreja na Coreia do Norte luta para difundir o evangelho. “Atos de culto ou a simples posse de uma Bíblia podem ser punidos com a reclusão em campos de concentração”. As Bíblias foram embaladas em pacotes com mil cópias e amarradas em balões que são ‘explodidos’ em seguida, em intervalos de tempo pré-estabelecidos.

As Bíblias naquele país chegam a ser confiscadas pelo exército, e são comercializadas no mercado negro, já que a Coreia é administrada por militares. O preço dos exemplares é bastante alto, devido à sua escassez.

Segundo estimativas atuais da organização, existem 440 mil fiéis cristãos na Coreia do Norte, que também distribuiu mais de 100 mil Bíblias na China.

A ICC informou em seu site que no século atual mais Cristãos foram assassinados por sua fé do que em qualquer outra época. O número pode chegar a 200 milhões de pessoas.

“A igreja perseguida sofre com essa guerra, principalmente onde o evangelho foi estabelecido em regiões onde ele não existia ou quando é oprimido por outras religiões”, diz o site.

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‘A religião está sendo usada de maneira desonesta ‘, diz Chalita

 

Em entrevista ao iG, pré-candidato fala sobre eleições 2012, relação com o tucanato, religião, aborto e vida amorosa

Nara Alves e Ricardo Galhardo, iG São Paulo | 06/12/2011 06:00

  • Ávido por concorrer à Prefeitura de São Paulo pelo PMDB, o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) descarta ceder às pressões para se retirar da disputa. “Eu não aceitaria ser ministro da Educação ou de qualquer outra área, ou candidato a vice-prefeito de São Paulo. Eu só aceito ser candidato a prefeito de São Paulo”, garante o deputado, que minimiza a afirmação de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalha para demovê-lo da ideia de concorrer. Recém-filiado ao PMDB, ele afirma em entrevista ao iG que entra na campanha com a consciência de que ainda paga o preço pelo apoio à então candidata à Presidência Dilma Rousseff, no auge da polêmica sobre a descriminalização do aborto em 2010.

"Quando eu resolvi apoiar Dilma, começou uma rede de boatos na internet de que eu havia virado abortista", lembra o deputado. Ele insiste em exaltar sua afinidade com a presidenta e deixa claro que não se arrepende de apoiá-la. Chalita também critica o uso da religião como ferramenta de campanha eleitoral, reforça sua posição contrária à descriminalização do aborto e faz críticas ao fundamentalismo religioso. “A religião está sendo usada de maneira desonesta”, diz o parlamentar. Segundo ele, um “grupo restrito” comandou “um bombardeio na internet”, que culminou, por exemplo, no cancelamento de seu programa na emissora de televisão Canção Nova, na semana passada.

Para a disputa na capital paulista, o deputado cobra uma postura ética dos demais candidatos, que terão por trás de suas campanhas três máquinas governamentais – o governo federal, que trabalha pela pré-candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad (PT); o governo estadual, que dará sustentação ao candidato do PSDB do governador Geraldo Alckmin; e o governo municipal, que poderá ser representado na corrida pelo PSD do prefeito Gilberto Kassab. "Espero que as máquinas não sejam usadas”, afirma.

Na entrevista ao iG, o deputado fala, ainda, sobre sua relação com o ex-governador tucano José Serra. “Ficou uma relação difícil. Em alguns momentos eu tentei cumprimentá-lo e ele não me cumprimentou”, conta. E completa: “Mas eu era muito pequeno para ele (Serra) ter tanta raiva de mim”. Já com relação a Alckmin, ele nega enxergar qualquer possibilidade de o governador, seu padrinho político, trabalhar nos bastidores a favor de sua candidatura: “Alckmin não é dissimulado”.
Sobre seus 63 livros publicados, Chalita analisa, sem falsa modéstia, que “todos são bons”. Admite ter ficado chateado com críticas, mas propõe um desafio: “Seria interessante se as pessoas, antes de não gostarem, lessem primeiro”. Solteiro aos 42 anos, ele desconversa sobre sua vida amorosa, mas não descarta a possibilidade de se casar em um futuro próximo. Ele conta que seu pai se casou aos 44 anos, apenas três meses depois de conhecer sua mãe. "Ainda tenho dois anos", brinca.