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Diretor da Globo Dennis Carvalho é acusado de teste do sofá

Ator acusa diretor da Globo Dennis Carvalho de fazer teste do sofá

  • Reprodução/Agnews

O ator Nil Gomes divulgou, nesta terça-feira (6), um vídeo caseiro em que acusa o diretor de novelas da Globo Dennis Carvalho, de realizar "testes do sofá". O artista abriu uma ação contra o diretor em 2010, acusando-o de prometer um papel em "Insensato Coração" e não cumprir o combinado. Nil Gomes perdeu o processo.
No vídeo, o ator gaúcho aconselha os jovens atores a não caírem na armadilha do “teste do sofá”. Ele garante que teve uma relação de dois anos com Dennis Carvalho, entre 2009 e 2011, com a promessa de receber um papel na próxima novela dele.
"Ele foi alimentando isso, passou o tempo e acreditei na palavra dele. Na verdade, acreditei na boa índole que ele não teve", diz Nil Gomes, no vídeo. O ator afirma que procurou os diretores gerais da Globo para comunicar o acontecido, mas nada foi feito.
O artista diz, ainda, que não falou sobre o caso abertamente até agora porque foi proibido pela Justiça de mencionar o nome de Dennis Carvalho ou da Rede Globo. "Eu tenho aqui no meu computador e-mails de Dennis Carvalho em que ele me prometia e enfatizava várias vezes que eu estaria dentro da novela se fizesse sexo com ele", declara o ator.
De acordo com a coluna "Outro Canal", da "Folha de S.Paulo", a Globo disse acerca das acusações: "Com base nas informações que está divulgando, Nilson moveu ação na Justiça e perdeu, por não haver elementos que comprovassem suas acusações. Até o momento, ele não apresentou recurso. Por determinação judicial, o processo corre em segredo de Justiça".

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Casal que Beija pela Primeira Vez no Casamento Chama Atenção para Tema Virgindade

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

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Um vídeo com o primeiro beijo de um casal no dia de seu matrimônio está circulando pela internet e causando controvérsias entre os internautas.

Muitos acham a situação engraçada e até inusitada, mas não são poucos os casais que optam por esperar até o casamento para terem relações sexuais e até para dar o primeiro beijo.

No Brasil o movimento ‘Eu Escolhi Esperar’, incentiva a preservação da pureza sexual até o casamento.

O movimento partiu de um grupo de jovens de uma igreja evangélica do Mato Grosso do Sul que adotou a castidade como princípio de vida.

Carolina Dolzan, de 21 anos, e Lucas Dolzan, de 22 anos, se casaram em julho deste ano após cinco anos de namoro e são adeptos do movimento.

Eles disseram ao G1 que durante todo o período em que estiveram juntos até antes do casamento, não tiveram relação sexual.

“Decidi me preservar, me resguardar para a pessoa certa. Quando o conheci, soube que era essa pessoa e a medida que o tempo foi passando e nós conhecemos melhor, essa certeza só foi aumentando”, comenta Carolina.

Para o pastor Nelson Júnior, da organização não-governamental Mobilizando o Brasil (MOB), do movimento ‘Eu Escolhi Esperar’, a pureza sexual tem um significado muito mais amplo do que simplesmente a virgindade e pode acarretar em mudanças na vida de quem faz a escolha.

Segundo o líder religioso, “ser puro sexualmente não significa que a pessoa tem que ser virgem". às vezes a pessoa já teve uma relação, diz ele, que provocou mágoa e sofrimento e depois decide se manter casta até encontrar a pessoa certa.

“As escolhas provocam mudanças na vida dessa pessoa. A vida é feita de escolhas. Hoje somos nós que escolhemos, amanhã somos escolhidos”, comenta.

Nelson Júnior diz ainda que uma das grandes ferramentas de disseminação do conteúdo do movimento tem sido a internet. O assunto é um dos mais comentados em uma das principais redes sociais em Campo Grande.

Na palestra que explanou sobre o assunto em Campo Grande, mais de mil jovens estiveram reunidos na sede da igreja evangélica.

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‘Miojo milagroso’ com apenas dez calorias vira dieta da moda

 

 

JULIANA CUNHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Aos 51, Nigella Lawson é linda, tem uma pele incrível e é famosa por suas receitas e seus hábitos em extinção, como fumar, beber e comer sem culpa, sempre provando pratos calóricos na TV e lambendo os dedos de satisfação.

A chef e apresentadora inglesa (GNT, quinta, 18h) age como se manteiga, vinho e chocolate fossem entidades sagradas, nunca antes difamadas por médicos e entusiastas da magreza.

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Parecia teletransportada de um tempo em que saúde e corpinho não eram sinônimos e pressões por "vida saudável" eram mais flexíveis.

Karime Xavier/Folhapress

Com apenas dez calorias por porção e aparência pálida, macarrão japonês faz sucesso em dietas de emagrecimento

Com apenas dez calorias por porção e aparência pálida, macarrão japonês faz sucesso em dietas de emagrecimento

Eram. Nigella emagreceu. Do dia para a noite, a sex symbol do orgulho gordo surgiu menos corpulenta. Ela não diz quantos quilos perdeu, mas atribui o feito ao macarrão "konjac" (tubérculo usado na mesa japonesa).

"Nigella quis perder alguns quilos, mas seu desejo nunca foi ficar muito magra. Ela valoriza o prazer de comer e não acha que as mulheres precisam ser magras para serem bonitas e saudáveis", informou a assessoria.

Um mês antes de a musa do "food porn" (movimento de fetichização da comida) ter aparecido mais magra, seu site falava do ingrediente: "Estamos empolgadas por termos descoberto o miojo milagroso, um tipo de massa livre de carboidratos".

Em abril, Nigella dizia à revista "Australia’s Woman’s Weekly" que pareceria mais velha se emagrecesse: "Mas tenho momentos de dúvida. Todas as mulheres às vezes pensam ‘meu Deus, não posso sair, meus quadris estão muito grandes’. Mas há uma faixa na qual cada um se sente bem, eu não posso passar dela". Duas semanas atrás, o "Daily Mail" mostrava a apresentadora mais magra.

O fenômeno do miojo da Nigella repete o padrão de celebridades: surgem magras, indicam o produto responsável, aí consumidoras enlouquecidas movem montanhas atrás do emagrecedor da vez.

No Brasil, o miojo atende pelo nome de "itokonnyaku" e é encontrado na Liberdade.Em outros países, o santo é chamado de "konnyaku", "shirataki", "konjac". Os americanos criaram um nome que vende: "miracle noodle" (miojo milagroso). Dezenas de sites oferecem o produto, incluindo o Amazon.

Karime Xavier/Folhapress

Chamado de "miojo milagroso", o "shirataki" é composto por fibras solúveis e água

Chamado de "miojo milagroso", o "shirataki" é composto por fibras solúveis e água

O macarrão de Nigella é uma espécie de melancia das massas. Contém 97% de água e 3% de fibras -na forma de uma substância viscosa chamada glucomanan.

É ela que faz o alimento ser usado no emagrecimento e no controle de colesterol, glicose, triglicérides, pressão. No Japão, é conhecido como "vassoura para o estômago".

"Em contato com a água, o glucomanan se expande, criando grande volume no estômago. A pessoa se sente satisfeita", diz a nutricionista Fernanda Pisciolaro.

O macarrãozinho age como uma redução de estômago temporária, explica o nutrólogo Eric Slywitch: "O estômago comporta 1,5 litro. Esse alimento preenche cerca de 300 ml quando consumido sem exagero. Isso ajuda a emagrecer sem sentir fome".

Ele lembra, no entanto, que o miojo milagroso tem poucos nutrientes.

LÍNGUA DO DIABO

No Japão, o miojo emagrecedor também é conhecido como "língua do diabo". Além de ser vendido em forma de macarrão é encontrado em um bloco que lembra goiabada cascão. Nessa forma, tem cheiro forte, textura gelatinosa e é chamado de "konnyaku".

Para Diogo Celente, cozinheiro do Prana Sushi, delivery de Porto Alegre que serve o alimento nessa forma de bloco, o mérito do ingrediente insosso é incorporar os temperos: "É como chuchu".

Um grande bloco de "konnyaku" tem apenas dez calorias e provoca grande sensação de saciedade por conta das fibras solúveis. No Prana Sushi, esse bloco é fatiado e grelhado com shoyo.

Karime Xavier/Folhapress

Chef Adriano Kanashiro prepara "itokonnyaku" com cogumelos e salmão

Chef Adriano Kanashiro prepara "itokonnyaku" com cogumelos e salmão

No Japão, há quem compre o bloco e o transforme em macarrão em casa. Segundo o chef Dylan Koishi, isso é muito difícil: "Eu nunca fiz, mas minha avó fazia". Por conta do gosto sem graça, ele sugere o uso em sopas e cozidos, para absorver o sabor dos caldos.

Quando recebe forma de macarrão, o alimento pode se transformar em "shirataki" ou em "itokonnyaku". A diferença entre os dois é a espessura e a textura, mas levam os mesmos ingredientes ("konjac" e água).
cachoeira branca

O "shirataki" (cachoeira branca, em japonês) é mais fininho e difícil de ser achado no Brasil. É vendido nos EUA em embalagens que incluem temperos prontos.

Há outras opções, como miojos feitos de tofu levemente mais calóricos (cinco calorias para cem gramas) e menos tradicionais no Japão.

Os "shiratakis" de tofu foram popularizados em Nova York em 2008, quando a então executiva da Warner Brothers e autora de livros gastronômicos Lisa Lillien passou meses escrevendo sobre as vantagens dessa massa em seu site.

Na época, uma marca de "shirataki" chegou a incluir em suas embalagens selos dizendo que o produto havia sido recomendado por Lillien.
Lillien permanece fiel ao "shirataki" de tofu. Ela conta que já provou a versão da moda, feita com "konjac": "Muita gente tem comprado essa versão por ter menos calorias que o miojo de tofu, mas acho que não vale a pena. O macarrão com tofu tem só 20 calorias por pacote e a textura é bem mais parecida com que o que conhecemos por massa."