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BENNY HINN E WARREN JUNTOS?

 

FOT - BENNY HIN E WArren juntosfoto - WARREN

Bom Dia Espirito  Santo e Uma Vida Com Propósitos tem venda recorde

Por: Vinicius Cintra e Celso de Carvalho

    Entre milhares de livros lançados e vendidos todos os anos, poucos se tornam clássicos e passam a ser os tais livros de cabeceira. Este é o caso de  Bom Dia Espírito Santo e Uma Vida com Propósitos, editados e publicados pelas editoras Thomas Nelson Brasil e Vida, respectivamente. As obras não param de vender e ganham novas capas e tiragens.

    Por mais de uma década esses títulos estão nas prateleiras e nas mãos do leitor. O boca a boca é a explicação, segundo os executivos, para a vendagem expressiva destas obras depois de quase uma década após ter sido lançadas. “O sonho de toda editora é ter livros perenes, aqueles títulos cujo sucesso prevalece por muitos anos, às vezes décadas, sem fórmula para isto. Em muitos casos é resultado do ‘boca a boca’, o processo mais eficiente de divulgar qualquer produto. O Bom dia, Espírito Santo é um desses casos, já que o tema abordado é relevante à Igreja evangélica, mas também atrai os milhões de católicos e adeptos de outras religiões”, explica Omar de Souza, publisher da Thomas Nelson Brasil.

    O Bom Dia Espírito Santo foi lançado pela editora Bom Pastor em 2000. A partir de 2010 o título passou a ser distribuído pela Thomas Nelson Brasil, com tradução atualizada e uma nova capa, onde o autor, Benny Hinn, aborda a experiência espiritual e apresenta descobertas sobre como reconhecer a Voz do Espírito Santo.

    Best-Seller do jornal americano The New York Times, há quase cinco anos na lista dos Mais Vendidos da Consumidor Cristão e considerado o livro cristão mais vendido nos Estados Unidos em 2003 fazem do ‘Uma Vida com Propósitos’ uma obra que brilha com a mesma intensidade desde o lançamento.

   No mês de setembro o título alcançou a marca de um milhão de exemplares vendidos no Brasil em toda sua história. Sem falar nos 40 milhões vendidos pelo resto do mundo desde que foi lançado. Na obra Rick Warren faz do livro um manual para viver no século 21 um estilo de vida fundamentado nos propósitos de Deus, e não em valores culturais.

Data: 9/11/2011

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Muçulmanos somalis assassinam cristão no Quênia

 

08 nov 2011QUÊNIA

Um cristão somali está internado após ter sido atacado por jovens muçulmanos de seu país no Quênia. Ele foi espancado pelos jovens que usaram barras de ferro e bastões de madeira na semana passada, o que o deixou inconsciente perto da porta de uma igreja

Hassan, um refugiado de 25 anos da Somália, cujo sobrenome é omitido por razões de segurança, não tinha sido criado como um muçulmano, pois recebeu a Cristo com 7 anos. Mas seus vizinhos somalis que moram no Quênia o atacaram e o deixaram ensangüentado e nu, pensando que ele era um apóstata e que havia negado o Islã.

Ele e sua mãe, uma ex-muçulmana que se converteu ao cristianismo, fugiram da guerra da guerra da Somália 10 anos depois que seu marido havia morrido. Eles faziam parte de uma igreja doméstica subterrânea.

Hassan estava voltando para sua casa às oito e meia da noite quando foi abordado por seis jovens muçulmanos. Eles o agrediram com barras de metal em sua cabeça e ele perdeu dois dentes. Depois os outros começaram a agredir as suas costas.

Alguns chutaram sua barriga enquanto ele ainda estava no chão. Outros atingiram suas pernas. Ele também foi ferido nas mãos com facadas. Os agressores tiraram suas roupas e o jogaram na porta da Igreja Presbiteriana da África Oriental. Alguns pedestres o viram e chamaram sua mãe.

“Quando cheguei ao local do ataque, meu filho estava deitando em uma poça de sangue”, disse a mãe ao Compass. “Eu chorava e não sabia o que havia acontecido. Ele só recobrou a consciência quando a polícia havia chegado. Os criminosos cobriram meu filho de sujeira.”

A polícia prendeu dois dos agressores. Os outros quatro muçulmanos ainda estão sendo procurados e Hassan e sua mãe temem que a polícia não faça nada contra essa situação e que eles possam ser ainda mais ameaçados.

FonteCompass Direct

TraduçãoLucas Gregório

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Justiça condena padre a 60 anos de prisão por abuso sexual em Franca

 

Pároco aguarda decisão de recurso em liberdade.
Seis adolescentes relataram abusos entre 2009 e 2010.

Do G1 SP, com informações da EPTV

 

Padre José Afonso Dé (Foto: Reprodução/G1)

Padre José Afonso Dé (Foto: Reprodução/G1)

O padre José Afonso Dé foi condenado pela 2 ª Vara Criminal de Franca, no interior de São Paulo, a 60 anos e oito meses de prisão por estupro e atentado violento ao pudor. Em abril de 2010, o pároco foi acusado de pedofilia e indiciado por abusar sexualmente de seis garotos, entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010.

As vítimas, com idades entre 12 e 16 anos, eram coroinhas e frequentadores da Paróquia São Vicente de Paulo, em Franca. Segundo o advogado de defesa, Eduardo Maestrelo Caleiro Palma, a decisão foi proferida no meio do ano, mas como o caso corre em segredo de Justiça, não havia sido divulgada.

O advogado entrou com um pedido de habeas corpus e, atualmente, o pároco aguarda a decisão do recurso ao Tribunal de Justiça (TJ) em liberdade.

O caso
Uma denúncia anônima feita no dia 24 de março de 2010 ao Conselho Tutelar de Franca deu origem à investigação da Delegacia de Defesa da Mulher. O denunciante, que não quis se identificar, havia dito que o sacerdote molestava adolescentes na sacristia da igreja onde ele celebrava missas e na própria casa. Os meninos relataram terem sido beijados e acariciados nos órgãos sexuais pelo Afonso Dé.

O padre foi afastado das suas funções pelo bispo de Franca, Dom Pedro Luís Stringhini, que também entrou em contato com a Nunciatura Apostólica, a ‘embaixada’ do Vaticano no Brasil, para encaminhar formalmente as acusações contra o pároco.

Durante a apuração, 31 pessoas foram ouvidas, entre o acusado, as vítimas, mães dos garotos e testemunhas. Além dos seis garotos molestados entre 2009 e 2010, a polícia identificou outras quatro vítimas, num total de dez. No entanto, como o abuso teria ocorrido entre os anos de 1990 e início de 2000, o crime prescreveu.